segunda-feira, 17 de setembro de 2012

" Aquele que luta com monstros deve tomar cuidado para não se tornar um deles". Friedrich Nietzsche


USHUAIA - o Fim do Mundo é aqui! A cidade mais austral do planeta

Ushuaia  Clique nas fotos para ampliá-las.
A cidade mais austral do mundo – também conhecida como o Fim do Mundo – tem pouco mais de cem anos e já possui uma história riquíssima com um entorno paisagístico espetacular contornado por bosques, montanhas, rios e lagos. Está localizada na Ilha da Terra do Fogo.

É o ponto de partida para percorrer e descobrir lugares únicos na Argentina: navegar no Canal de Beagle, alcançar o Farol do Fim do Mundo, percorrer o Parque Nacional mais austral do mundo, e partir desde sua baia até a imensa e misteriosa Antártica. Tudo isso alimenta ainda hoje a imaginação dos aventureiros de todo o planeta.

Em Ushuaia as opções são variadas em qualquer época do ano, podendo-se percorrer suas belas paisagens em carro, caminhando, cavalo, trem e navegando, desfrutando e praticando várias atividades como trekking, pesca com mosca, canoísmo, ciclismo, estâncias e observação de flora e fauna.

Possui hotelaria de nível internacional com estabelecimentos de até 5 estrelas e uma excelente gastronomia na qual se pode saborear delícias como centolla, merluza negra e cordeiro patagônico.

www.ushuaia.inf.br


Capa do livro: Fim do Mundo - Sempre uma Grande Aventura - Não Existe Viagem Simples, Monótona ou Corriqueira para Ushuaia, Mozart Victor RussomanoFim do Mundo - Sempre uma Grande Aventura
Não Existe Viagem Simples, Monótona ou Corriqueira para Ushuaia
Silvio Couto Neto, 170 pgs.
Publicado em: 28/3/2008
Editora: Juruá Editora
ISBN: 978853621909-7
Preço: R$ 37,40

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.
            
SINOPSE
Pelas páginas deste livro, você vai viajar de moto junto com Silvio e Mauro, numa incrível aventura por cerca de 11.000 (onze mil) quilômetros, através do sul do Brasil, Uruguai, Argentina e Chile, até atingir o fim do mundo, na gelada cidade de Ushuaia, Meca dos aventureiros, e separada por apenas um pedaço de mar da Antártida.
O motociclista Silvio narra desde o planejamento da aventura, a escolha dos equipamentos e motocicletas e o interesse de muitos amigos em fazerem a jornada mas que, ao final, teve apenas dois “sobreviventes” chegando até Ushuaia.
Superando em muito o que normalmente é contado de aventuras similares, o livro traz em detalhes a expectativa da saída, o início da jornada e seu desenvolvimento, os locais que foram sendo conhecidos, as surpresas agradáveis e os infortúnios que a cada dia surpreendiam os viajantes até a volta para casa.
É uma lição de planejamento e perseverança e uma celebração dos resultados dessas indispensáveis características.
É válido como um auxílio no planejamento de viagem similar, como estímulo, ou mesmo, como forma de descobrir o que sentem aventureiros que se lançam em uma aventura como essa. Além, é claro, de ser excelente entretenimento, de fácil e agradável leitura.

domingo, 16 de setembro de 2012

"Shaná Tová" para todos!

Rosh há Shaná,é o Ano Novo pelo calendário judaico. Em 2012, ele tem início hoje - 16 de setembro - no surgimento da primeira estrela. Começa o ano judaico de 5773. "Shaná Tová" é a forma de desejar um feliz ano novo, Então, Shaná Tová! 

"Concedei-nos Senhor, Serenidade necessária, para aceitar as coisas que não podemos modificar, Coragem para modificar aquelas que podemos e Sabedoria para distinguirmos umas das outras."

"Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida."

"Entre ter razão e ser felizprefira ser feliz!"

O NASCER DE UM LIVRO por Ubiratan Lustosa

Quando a gente gosta de escrever, ou sente necessidade de escrever, lá no íntimo acalenta o sonho de um dia ver essa produção transformada em livro. 
Publicar um livro, todavia, não é trabalho fácil; engloba uma série de implicações de ordem técnica, estética, legal, econômica e outras mais, e a gente vai deixando a ideia para depois. Há também, como complicador, um certo temor que se tem da exposição. O tempo passa, o sonho não se realiza e muita coisa se perde.
Por isso eu considero o editor Anthony Leahy um realizador de sonhos. E o mais bonito é que ao concretizar os nossos anseios ele realiza também os próprios sonhos. Porque ele adora fazer isso, sente-se feliz em editar. Ele gosta de semear livros (lembrando Castro Alves) e o faz à mão cheia (e o poeta em seus versos já bendiz quem assim procede).
No meu caso até se criou entre nós uma cumplicidade; desde o advento da Internet a gente tem visto muitos livros migrarem para a WEB, mas nós peitamos a viagem inversa e transformamos em livro o conteúdo do meu site "Nosso Encontro" (www.ulustosa.com).
Surgiu “O Rádio do Paraná – Fragmentos de Sua História”.
Por isso eu sou grato ao editor Anthony Leahy e durante o percurso nos tornamos amigos.
Acreditando nos autores paranaenses ele tem publicado muitas obras que focalizam temas referentes ao nosso Estado e a nossa gente, procurando preservar a nossa identidade. Anthony veio para dar vez e voz à cultura regional. Então, se você é daqueles que esconde seus escritos na gaveta, dê uma chance ao seu sonho: Procure Anthony, e
 se o seu trabalho virar livro esteja certo que eu estarei aqui desejando pra você o sonhado êxito, torcendo para que o Anthony e todos nós sejamos ungidos com os santos óleos do sucesso.
O Rádio do Paraná: Fragmentos de sua História
Autor: Ubiratan Lustosa
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 75,00

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Raia, Setra, Sapecada e Outras Narrativas Curitibanas!
Autor: Ubiratan Lustosa
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 35,00

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sábado, 15 de setembro de 2012

HOMENAGEM DO EDITOR: PAULO JOSÉ COSTA - TROPEIRO DA CULTURA

Entrevista por Hamilton Junior - Grupo Uninter

Paulo José Costa, o proprietário do sebo Fígaro, um dos mais antigos de Curitiba, explica em entrevista à Revista Uninter.com a verdadeira função das lojas que têm o dever de revender antiguidades e repassar antigas memórias para a população.

Quando começaram as atividades do sebo Fígaro?Foi em 1989 e estamos completando 20 anos de existência. Fomos um dos primeiros e me recordo somente da livraria Osório ser mais antiga que nós, por eles estarem no ramo desde a década de 40.
Por que entrou na atividade?Eu era funcionário do Banco do Brasil e como houve um processo de redução do meu salário, decidi abrir meu próprio negócio. Sempre fui um colecionador nato e isso me ajudou a trabalhar com livros, além de outras peças antigas.
Como foi o começo?
Simplesmente abri minha loja e comecei a vender cerca de 90% da minha coleção.
Houve dificuldades nesse início?Graças a Deus não, foi um começo fácil (risos).
O que mudou desde o começo até agora?Lembro-me que antigamente os sebos eram simples. Sinto-me realizado por fazer parte de uma história na mudança do comércio de livros, neste caso os sebos. Todos eles passaram a ser mais organizados.
Quantos livros têm em sua loja?Nessa loja (Fígaro), tenho cerca de 20 mil livros. Contando com a outra  que fica no Lago da Ordem, temos aproximadamente 30 mil exemplares.
Alguma raridade na sua loja de que se orgulha?Todos os livros para mim são raridades e importantes. O último que adquiri foi o Jornal Itiberê, de Paranaguá, de 1883, editado por Leocádio Correia.
Que tipo de freqüentadores se encontra na sua loja e que tipo de relação o senhor têm com eles?Todo tipo de gente. Crianças, jovens e velhos. Todas as cores, raças e religiões. O verdadeiro sebo não é somente um comércio, tem que ter conversa, e essa é minha relação com meus clientes, mais intimidade.
Qual o trabalho de um dono de sebo?Somos comerciantes normais. Além disso, nosso trabalho tem muito charme, muita poesia. Cada dono com suas características. Existem aqueles que são como vendedores de salsicha, e outros que demonstram o amor pela profissão dando um caráter mais nobre. É o que procuro fazer, ou seja, me preocupar com a memória passando de geração em geração.
E qual a recompensa desse trabalho?Nossa recompensa é fazer parte da arte de salvar memórias, fazer amigos, reestruturar coleções.
Há algum momento importante desde o início como dono de sebo?Sim, como já comentei, meu primeiro estoque foi 90% da minha coleção. Foi com dor no coração, mas com alegria também, porque eram materiais de primeira. Queríamos deixar os clientes felizes e assim o fizemos. Mas então, fomos vendendo, vendendo e vimos que era necessário mais material e, como não éramos suficientemente conhecidos como hoje, não tínhamos compras no balcão razoáveis para repor as vendas. Começamos a ficar preocupados.
Mas conosco foi diferente. Foram uns 60 dias após a abertura da "lujinha", um senhor, funcionário da caixa econômica procurou-nos com um grande acervo de discos e livros. Era tudo o que precisávamos no momento, pois as coisas de minha coleção minguavam.
Lembro-me que foram três ou quatro viagens com o carro até a tampa com discos, livros de arte, filosofia, música, literatura. Exatamente o perfil da loja. Nada descartável, nada que fugisse à nossa proposta inicial. Porque quando um sebo não consegue material, a tendência é ir pegando coisas ruins que aparecem, as famosas "coleções", livros didáticos etc.
Para saber mais, acesse: www.sebofigaro.com.br/

RECEITA DO EDITOR: PUDIM DE LEITE CONDENSADO

Leite Condensado surgiu com as experiências do francês Nicolas Appert em 1820, na esterilização e conservação de alimentos em embalagens herméticas. Em 1828, o inventor francês Malbec aplicou o método de Appert ao leite fresco de vacas para criar o leite condensado. Esta nova forma de tratar o leite foi expandida por toda a Europa. Em 1853, chega aos Estados Unidos da América pelas mãos de Gail Borden que patenteia o método em 1856. Foi valorizado por ocasião da Guerra Civil Americana, quatro anos depois, utilizado como ração das tropas. 
BRASIL: Antes de ser fabricado no próprio país, o leite condensado era importado da Europa e dos Estados Unidos da América. Já em 1871, o Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Côrte e da Província do Rio de Janeiro - Almanak Laemmert, em seu capítulo sobre Armazéns de Conservas Alimentares, anunciava a venda do produto na loja da Viúva Henry, na rua dos Ourives, 58 (atual rua Miguel Couto na região central da cidade do Rio de Janeiro). E, em 1876, o estado da Bahia já conhecia o leite condensado em latas, como se pode verificar pela sua ocorrência na lista de tarifas de fretes da Estrada de Ferro da Bahia ao São Francisco.
A Massa do Pudim:Bata bem 4 ovos no liquidificador com 1 lata de leite condensado. Acrescente  a mesma lata com leite de vaca e bata novamente.Acrescente 1 colher de chá de essência de baunilha e bata novamente.Calda de Caramelo:
  1. Derreta 2 xícaras de açúcar na própria forma do pudim até ficar levemente moreno.
  2. Espalhe pela lateral da forma e depois despeje a massa batida do pudim por cima
  3. Coloque papel alumínio na forma e asse em forno médio por 60 minutos, em banho maria
  4. Tire o papel alumínio e deixe mais 30 minutos
  5. Coloque na geladeira, deixe esfriar a desenforme. BOM APETITE!

CRIOULO: BRANCO OU NEGRO?

Crioulo (em castelhano criollo, em francês créole e em italiano creolo

Crioulo era, originalmente, o filho do europeu ou africano nascido na América. Posteriormente o termo passou a ser utilizado de modo pejorativo, para se dirigir em específico às pessoas não brancas. 

No Brasil do século XIX e anterior, chamava-se de crioulos os escravos não-mestiços que tinham nascido na terra, diferenciando-os daqueles nascidos na África. Os escravos africanos que sabiam falar português e conheciam os costumes brasileiros, eram chamados de "negros ladinos" (derivado de latinos, mas já com a conotação de esperto). Escravos africanos que desconheciam a língua portuguesa e os costumes da nova terra eram denominados "negros boçais". Em geral, os escravos mestiços eram apenas chamados de mulatos, já subentendendo-se que sabiam falar português e conheciam os costumes locais como os escravos crioulos.

Atualmente, no RS, designa animal ou linguagem próprio de certas localidades, nativo.