domingo, 23 de setembro de 2012

DICA DO EDITOR: Gratuito ou Gratuíto?

É comum ouvirmos as pessoas pronunciarem o “i” da palavra “gratuito” com maior intensidade (tônico, forte). Exemplo: Fazendo a matrícula, o material didático é gratuito.

BEM, levando em consideração as regras de acentuação gráfica do Português do Brasil, o “i” dessa palavra obrigatoriamente receberia um acento agudo (gratuíto). E NÃO LEVA! 

VEJA: se o “i” fosse tônico, também teria que ser acentuado porque constituiria um “hiato” (encontro entre duas vogais, pronunciadas em sílabas diferentes, uma imediatamente seguinte à outra); e assim entraria na regra de acentuação dos hiatos: “acentue o i e o u tônicos, quando forem a segunda vogal do hiato: saída, saúde.”

OU SEJA: a palavra gratuito é paroxítona. Assim não deverá ser acentuada e deverá ser pronunciada com a tonicidade na sílaba tui (gra-tui-to). A palavra gratuito deverá ser pronunciada como as palavras circuito, fortuito, intuito, sendo a vogal u a vogal tônica.

DICA DO EDITOR: Dúvida Cruel: esse, este ou aquele?

“Esse”, “este” e "aquele" são pronomes demonstrativos que têm formas variáveis de acordo com o lugar e o tempo. 

a) Esteesta isto são usados para objetos que estão próximos do emissor da mensagem, ou seja, de quem fala. Em relação ao tempo, é usado no presente ou futuro imediato. Exemplos: Este brinco na minha orelha é meu. Este mês vou comprar um sapato novo. Isto aqui na minha mão é de comer?

b) Esseessaisso são usados para objetos que estão próximos do receptor da mensagem, ou seja, de quem escuta. Em relação ao tempo é usado no passado próximo ou futuro. Exemplos: Quando comprou esse brinco que está na sua orelha? Esse mês vai ser de muita prosperidade! Isso que você pegou na geladeira é de comer?

C) Aquele, aquela, aquilo são usados para objetos longe do emissor e do receptor. Em relação ao tempo é usado no passado. Exemplo: Aquela casa antiga por onde passamos todos os dias será demolida amanhã. 

IMPORTANTE: 
1ª pessoa: este, esta, isto 
2ª pessoa: esse, essa, isso 
3ª pessoa: aquele, aquela, aquilo.

PARECE SIMPLES MAS NÃO É! 

sábado, 22 de setembro de 2012

ECA ! As 10 comidas mais exóticas do mundo. Vai encarar?

Não há dúvidas de que o mundo todo guarda, em sua cultura, os alimentos mais exóticos que possa se imaginar. Tudo devidamente contextualizado dentro da história de um povo. Mas comida exótica não é sinônimo de comida ruim; é apenas uma questão de hábitos e culturas locais. Se você é uma daquelas pessoas que olha feio para uma dobradinha, não consegue aceitar a idéia de comer um gostoso Sarapatel e separa o rabo, orelha e o focinho da feijoada, veja e repense!.
Vamos a lista das 10 comidas mais exóticas do mundo..
1. CARANGUEJEIRA FRITA
País/Região – América do Sul, sul da África, Austrália
É preciso muita coragem para mandar esse bichão peludo para dentro, certo? Mas no caso da caranguejeira ou tarântula, as aparências enganam. Apesar de pavorosa, a espécie não é venenosa – e é a mais consumida no mundo por ser maior que as outras aranhas. A parte mais cobiçada é o abdômen do aracnídeo. É lá que fica a maior parte da carne – na cabeça estão as vísceras e no restante do corpo não há muito mais o que comer.
Curiosidade – Os maiores consumidores de caranguejeira são os índios na América do Sul e os aborígenes na Austrália.
2. CALDO DE TURU
País/Região – Brasil
O turu é um molusco de cabeça dura e corpo gelatinoso, tem a grossura de um dedo e vive em árvores podres, caídas. Consumido na ilha de Marajó e no interior da Amazônia vivo e cru, em caldo com farinha ou em moquecas, o bichinho é rico em cálcio e tido como afrodisíaco. O gosto é semelhante ao dos mariscos.
Curiosidade – O macaco-do-mangue também é um apreciador de turu. Os caçadores sabem disso e abusam, passando pimenta no molusco. Quando o macaco come o bicho, o ardor da pimenta desorienta o primata, tornando-o presa fácil dos caçadores.
3. CÉREBRO DE MACACO 
País/Região – África
Séculos antes do Indiana Jones, os africanos já cultivavam o costume de deglutir miolos de primatas. Anote o modo de preparo: primeiro, lave o cérebro (do bicho, claro) com água fria. Depois, acrescente vinagre ou suco de limão, retirando membranas e vasos sanguíneos da camada mais superficial. Conserve em salmoura e, finalmente, ponha a iguaria para cozinhar. Em todas as espécies de macaco, o órgão é rico em fósforo, proteínas e vitaminas.
Curiosidade – Prefere outros cérebros? Tente o de gorila, considerado afrodisíaco. Na áreas rurais da Europa, fazem algum sucesso os cérebros de porco, de cordeiro e de carneiro…
4. OMELETE DE LARVA DO BICHO-DA-SEDA
País/Região – Tailândia, China
Na China, as larvas são fritas com cebola cortada e um molho grosso ou misturadas em omelete com ovos de galinha. Se você não curtir a textura tenra do recheio, também dá para comer a crisálida, a “embalagem” da larva, que parece uma casquinha crocante tipo um salgadinho.
Curiosidade – Na Tailândia, depois de ser incluída na lista de comidas locais, em 1987, a crisálida do bicho-da-seda passou a ser adicionada às sopas na alimentação de crianças nas escolas tailandesas.
5. SOPA DE CACHORRO
País/Região – Coréia do Sul, Sul da China, Hong Kong
Eis o lado polêmico da diversidade cultural: para nós, ocidentais, comer esse prato é algo muito diferente. Mas, entre os coreanos, o cão é considerado bastante energético e, de acordo com a crença, melhora o desempenho sexual dos homens. Além da carne dos cachorros, a sopa leva legumes e tem um cheiro forte, principalmente por causa do tempero – em geral, especiarias como açafrão, cravo e canela.
Curiosidade – A venda da carne de cachorro já foi proibida por causa de protestos de protetores dos animais. Mas, em alguns países, a fiscalização é frouxa e muitos restaurantes continuam fornecendo o prato.
6. CANGURU AO VAPOR
País/Região – Austrália
O hábito de comer cangurus começou com os nativos australianos, que cortavam o animal em diversas partes e mandavam ver. Hoje em dia, a carne do bicho é picada e cozida em vapor, com a adição de bacon, sal e pimenta para dar um temperinho. Não sobra nada: até o rabo é aproveitado para fazer sopa! O gosto é comparado ao da carne de avestruz, uma carne vermelha bem forte.
Curiosidade – Os pratos feitos com canguru são vendidos em mais de 900 restaurantes, desde pizzarias até serviços de quarto em hotéis cinco estrelas.
7. MORCEGO À CAÇAROLA
País/Região – China, Vietnã, sudeste da Ásia
Os morcegos que fazem parte do cardápio humano são os que se alimentam de frutas. Escolhidos por não serem venenosos e por sua dieta saudável, os morcegos frutívoros têm baixo teor de gordura e uma carne cuja textura é comparada à dos frangos. Além da caçarola (um guisado com carne, vegetais e batatas), outras boas pedidas (quer dizer, boas pelo menos para os povos asiáticos) são a sopa e a lasanha de morcego.
Curiosidade – Os entusiastas da carne de morcego acreditam que ela aumenta a potência sexual masculina e as chances de ter uma vida longa e feliz.
8. FAROFA DE FORMIGA
País/Região – Brasil
O inseto aparece no cardápio rural brasileiro em certas áreas do Sudeste. A variedade preferida é o içá ou saúva – uma formiga que, dizem, tem um gosto parecido com amendoim. Além de consumida em farofas, ela também pode ser torrada com tempero ou congelada para comer durante o ano. E faz bem! Como vários outros insetos, as formigas são ricas em proteína, têm baixo teor de gordura e alto teor de fósforo.
Curiosidade – Do outro lado do mundo, os chineses usam formigas para fabricar um vinho que é útil no tratamento de reumatismo e no fortalecimento dos músculos e ossos.
9. FILÉ DE PEIXE VENENOSO
País/Região – Japão
O tal peixe venenoso é o fugu ou baiacu, que tem muita tetrodotoxina, um veneno dez vezes mais forte que o cianeto. Para que a iguaria não mate ninguém, o chef retira uma bolsa perto das brânquias com o veneno. Depois, ele fura a bolsa e espalha sobre a carne do peixe uma pequena dose da toxina, para provocar um certo “efeito alucinógeno” em quem come!
Curiosidade – Por causa dos riscos da ingestão do alimento, os cozinheiros e chefs de restaurantes são exaustivamente treinados até ganharem o aval para preparar o fugu para consumo. Mesmo assim, cerca de 20 pessoas morrem por ano, intoxicadas pelo veneno do peixe!
10. ESCORPIÃO FRITO
País/Região – Cingapura
O escorpião não é venenoso? É, sim, mas como ele é cozido antes de ser frito em óleo, as altas temperaturas do preparo desencadeiam uma reação química que neutraliza o veneno. Aí, é só deglutir o bichão – inteiro mesmo, das garras até a cauda. A espécie preferida é o escorpião-negro, que é maior e tem menos veneno que o escorpião-marrom.
Curiosidade – O escorpião é um prato admirado pela maioria dos povos asiáticos. Grande parte dos países do continente degusta o pestisco usando hashi, esse par de varetas usado para levar a comida à boca.
fonte: adoroviagem.uol.com.br,  mundoestranho.abril.com.br

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

HOMENAGEM DO EDITOR: DIA DO CONTADOR - 22 de setembro

DIA DO CONTADOR - 22 de setembro 

          Regulamentada pelo decreto nº 9295 de 1946, a profissão de contador tem suas atribuições definidas pela resolução 560, de 1983, do Conselho Federal de Contabilidade. Para a prática de sua atividade profissional, o contador necessita ter formação cultural sólida e diversificada, pois os pareceres, os relatórios e as demonstrações contábeis realizadas sob sua responsabilidade, são elementos indispensáveis à orientação e fundamentação de decisões tomadas pelos dirigentes de empresas tanto públicas como privadas. A data de 22 de setembro foi escolhida como a de comemoração do Dia do Contador por ser ela a mesma dedicada ao padroeiro da profissão, São Mateus, um apóstolo que antes de se dedicar à evangelização exercia a atividade de publicano (cobrador de rendimentos públicos, uma categoria de gente rica que arrematava em leilão o direito à cobrança dos impostos nas diversas províncias romanas). 

CONTABILIDADE
Contabilidade Geral Aplicada



Capa do livro: Auditoria, Planejamento e Gestão Tributária
Auditoria, Planejamento e Gestão Tributária
Everson Luiz Breda Carlin, 2ª Edição – Revista e Atualizada, 142 pgs.
Publicado em: 13/9/2012
ISBN: 978853623905-7
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Capa do livro: Exames de Balanço para Profissionais da Área, Homens de Negócio e Empresários - Teoria e Prática
Exames de Balanço para Profissionais da Área, Homens de Negócio e Empresários - Teoria e Prática
Rodrigo Antônio Chaves da Silva, 216 pgs.
Publicado em: 11/9/2012
ISBN: 978853623876-0
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Capa do livro: Manual de Contabilidade - Plano de Contas, Escrituração e as Demonstrações Financeiras de Acordo com as IFRS - Com Ênfase nos Novos Padrões de Contabilidade e Destaque para as Particularidades das Sociedades Limitadas e das Anônimas
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Wilson Alberto Zappa Hoog, 2ª Edição – Revista e Atualizada, 608 pgs.
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ISBN: 978853623909-5
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Capa do livro: Demonstrações Contábeis e Financeiras - Aspectos Essenciais à Luz dos Novos Padrões de Contabilidade
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Wilson Alberto Zappa Hoog, 2ª Edição – Revista e Atualizada, 146 pgs.
Publicado em: 11/9/2012
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Capa do livro: Exame de Suficiência em Contabilidade – Teoria de Contabilidade - Inclui Exercícios e Provas do CFC com Gabaritos
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Wilson Alberto Zappa Hoog, 168 pgs.
Publicado em: 31/8/2012
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Capa do livro: Fundo de Comércio - Avaliação de Capital e Ativo Intangível - Doutrina e Prática
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Antônio Lopes de Sá - Atualizado por Wilson Alberto Zappa Hoog, 3ª Edição - Revista e Atualizada, 416 pgs.
Publicado em: 24/8/2012
ISBN: 978853623885-2
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Capa do livro: Fundamentos da Contabilidade Geral - Introdução ao Conhecimento Prático e Doutrinário da Ciência Contábil Moderna - Com Referências Relativas à Reforma das Sociedades por Ações - Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09
Fundamentos da Contabilidade Geral - Introdução ao Conhecimento Prático e Doutrinário da Ciência Contábil Moderna - Com Referências Relativas à Reforma das Sociedades por Ações - Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09
Antônio Lopes de Sá – Atualizado pelo Professor Wilson Alberto Zappa Hoog, 4ª Edição - Revista e Atualizada, 392 pgs.
Publicado em: 23/8/2012
ISBN: 978853623867-8
de: R$ 79,80 - por: R$ 71,82*
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Capa do livro: Escrituração Contábil - Aspectos Essenciais à sua Validação - Com Ênfase nos Novos Padrões de Contabilidade e Destaque para as Particularidades das Sociedades Limitadas e das Anônimas - Prefácio de Adilson Cordeiro
Escrituração Contábil - Aspectos Essenciais à sua Validação - Com Ênfase nos Novos Padrões de Contabilidade e Destaque para as Particularidades das Sociedades Limitadas e das Anônimas - Prefácio de Adilson Cordeiro
Wilson Alberto Zappa Hoog, 2ª Edição – Revista e Atualizada, 154 pgs.
Publicado em: 17/8/2012
ISBN: 978853623811-1
de: R$ 37,90 - por: R$ 34,11*
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Mais lançamentos

Quem não pensa, é pensado! Nos tornamos espaço publicitário... e ainda pagamos para prestar este serviço!

VIRAMOS MEROS MARIONETES?
Capa do livro: Homem Medíocre, O - Pequeno ensaio Moral e Ética dirigido aos jovens, Fernando Simas FilhoHomem Medíocre, O - Pequeno ensaio Moral e Ética dirigido aos jovens
José Ingenieros, 164 pgs.
Publicado em: 20/12/2002
Editora: Juruá Editora
ISBN: 853620172-X
de: R$ 29,90 - por: R$ 23,92*

“O Homem Medíocre” é um ensaio filosófico sobre a natureza humana. O autor nos faz pensar sobre a mediocridade que marca as sociedades modernas, com os homens envoltos em suas rotinas e sem idealismo. São seres humanos “normais” que passam a vida sem vivê-la. Na verdade, reproduzem e vegetam. São homens e mulheres imersos em seus pequenos mundinhos, excessivamente prudentes, pragmáticos e sem ideais. Recusam-se a sonhar! Os seus horizontes não vão além dos instintos e necessidades imediatas.

DESTAQUES:

“Muitos nascem: poucos vivem. Os homens sem personalidade são inumeráveis e vegetam, moldados pelo meio, como cera fundida no cadinho social. Sua moralidade de catecismo e sua inteligência quadriculada, os constrangem a uma perpétua disciplina do pensamento e da conduta; sua existência é negativa como unidade social.

O homem medíocre é uma sombra projetada pela sociedade; é, por essência, imitativo, e está perfeitamente adaptado ara viver em rebanho, refletindo rotinas, preconceitos e dogmatismos reconhecidamente úteis para a domesticidade”.


Não vibram com tensões mais altas de energia; são frios, embora ignorem a seriedade; apáticos, sem serem previsores; acomodatícios sempre, nunca equilibrados. Não sabem estremecer, num calafrio, sob uma carícia terna, nem desencadear de indignação, diante de uma ofensa.

Não vivem a sua vida para si mesmos, senão para o fantasma que projetam na opinião dos seus semelhantes. Carecem de linha; sua personalidade se desvanece, como um traço de carvão sob a ação do esfuminho, até desaparecer por completo. Trocam a sua honra por uma prebenda, e fecham a sua dignidade com chave, para evitar um perigo; renunciaram a viver, ao invés de gritar a verdade em face do êrro de muitos. Seu cérebro e seu coração estão entorpecidos igualmente. Como pólos de um imã gasto.

Quando se arrebanham, são perigosos. A fôrça do número supre a debilidade individual: mancomunam-se aos milhares, para oprimir todos quantos desdenham encadear a sua mentalidade nos élos da rotina.

Subtraídos à curiosidade do sábio, pela couraça da sua insignificância, fortificam-se na coesão do total; por isso, a mediocridade é moralmente perigosa, e o seu conjunto é nocivo em certos momentos da história: quando reina o clima da mediocridade.

São prosáicos. Não têm ânsias de perfeição: a ausência de idéias impede-os de pôr, em seus atos, o grão de sal que profetiza a vida.

Pressentem um perigo em tôda idéia nova; se alguém lhes dissesse , que os seus preconceitos são idéias novas, chegaria a julgá-los perigosos.

Vivem uma vida que não é viver. Crescem e morrem como plantas; não necessitam ser curiosos, nem observadores. São prudentes, por definição, de uma prudência desanimadora. Se um dêles passasse junto ao campanário inclinado de Piza, afastar-se-ia, temendo morrer esmagado.

No verdadeiro homem medíocre, a cabeça é um simples adôrno do corpo. Se nos ouve dizer que serve para pensar, julga que estamos loucos” 


ÔNIBUS ESPACIAL CURITIBANO

DIA DO RADIALISTA: 21 DE SETEMBRO OU 07 DE NOVEMBRO?

Por Ubiratan Lustosa, Radialista;

Durante muito tempo o Dia do Rádio, ou da Radiodifusão, e o Dia do Radialista foram comemorados juntamente, em 21 de Setembro que é também o Dia da Árvore. A celebração teve início em 1945, quando um decreto assinado pelo presidente Getúlio Vargas fixou os níveis mínimos de salário dos trabalhadores em empresas de radiodifusão.

Nos anos 80, por ocasião do IV Congresso Brasileiro de Radiodifusão, realizado na Bahia, os proprietários de Emissoras decidiram estabelecer uma data para comemorar em separado O Dia da Radiodifusão. Escolheram 25 de Setembro, pois nesse dia nasceu Roquette-Pinto. Edgard Roquette-Pinto, médico, antropólogo e professor, nascido em 1.884, fundou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, em 21 de abril de 1923. 

Dessa forma, passamos a comemorar em 21 de Setembro o Dia do Radialista e em 25 desse mês o Dia do Rádio, ou da Radiodifusão.

Mais recentemente, em decreto assinado pelo Presidente Lula, foi instituído no calendário de efemérides nacionais o Dia do Radialista a ser comemorado em 7 de Novembro, data de nascimento do compositor, músico e radialista Ary Barroso.

Costumes não se criam por decreto e em razão disso continuo recebendo e enviando cumprimentos na data original da qual todos os radialistas gostam: 21 de Setembro.

Na verdade, a Radiodifusão é de importância imensurável. E o homem de Rádio que leva a sério a sua profissão, que nela crê e a ela se dedica, presta um serviço de inestimável valor à coletividade e faz jus a essas comemorações.

Seja na informação precisa e imediata, seja no aviso de utilidade pública, seja no lazer proporcionado pelos programas que divertem e deleitam, seja na orientação dada, na cultura difundida, na transmissão dos eventos esportivos, seja nas mensagens de paz e amor e fraternidade, o profissional de Rádio presta um grande serviço à nação.

E não são apenas os locutores, os comentaristas, os noticiaristas, os repórteres, aqueles apresentadores que vocês ouvem, que desempenham papel importante na Radiodifusão. Há todo um exército de pessoas cujos nomes vocês nem conhecem, cuja voz vocês nunca escutam e que estão dia e noite, domingos e feriados, trabalhando para que a Emissora possa fazer suas transmissões. São os proprietários e diretores das empresas de radiodifusão, os técnicos, os operadores, o pessoal da área artística, os redatores e produtores, os integrantes do setor comercial e da administração, muita gente mais, compondo uma colmeia que não pára, que trabalha, produz e realiza, fazendo-se merecedora de admiração e respeito.

No dia 21 saudamos os radialistas. No dia 25 homenageamos os radiodifusores, os proprietários de Emissoras. É muito grande a sua luta, são enormes os investimentos necessários, não é fácil a seleção de profissionais, são preocupantes as despesas enormes que se repetem todos os meses. Com tantos compromissos, não foram poucos os que desistiram no meio da jornada. 

Recebam nosso abraço, heroicos radialistas e radiodifusores. Recebam a nossa homenagem e os nossos votos de sucesso.


O Rádio do Paraná: Fragmentos de sua História
Autor: Ubiratan Lustosa
Páginas: 315 pgs.
Ano da Publicação: 2009
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 75,00

 
SINOPSE

Um pouco do que me
contaram que aconteceu,
do que eu vi acontecendo
e do que fiz que acontecesse.

 Com o advento da informática surgiu um novo espaço para a publicação de textos, muita  coisa  nova  foi  escrita  e  muitos  livros  já  existentes migraram para as páginas da WEB.
Nasceu mais um abrigo para os escritores e dele este autor se utilizou criando, em setembro de 2003, o site “Nosso Encontro” (www.ulustosa.com), no qual conta um pouco da história do Rádio do Paraná. Desde então os acessos têm sido permanentes, servindo aos que buscam informações sobre a radiofonia paranaense e colaborando seguidamente com os estudantes de comunicação na elaboração de seus trabalhos curriculares.
A sua aceitação por professores e alunos das nossas universidades ensejou a transformação que agora se realiza: a viagem inversa da que outros fizeram, convertendo em livro algo que só era encontrado na Internet.
Foram muitos os que manifestaram o desejo de que se realizasse essa viagem que ora fazemos. Além de vasculharem o assunto acessando o site e de realizarem entrevistas com o autor, sempre externaram o interesse de possuir um livro em que estivesse impressa a matéria lá encontrada.
Aqui está o livro. Traz o conteúdo do site com adequações e alguns acréscimos e, da mesma forma, (apesar das preciosidades que encontrei na minha garimpagem de informações) é mais testemunho do que fruto de pesquisa. Foi feito na esperança de ampliar a nossa contribuição aos que procuram informações sobre o Rádio do Paraná.

Ubiratan Lustosa