quarta-feira, 31 de outubro de 2012

CRÔNICA DO PALÁCIO DOS LEÕES - por José Aparecido Fiori

Por ruas escuras eu passo, não sei se corro, pego pra comer, laço ou traço. Vou à chácara dos Leões, ali,. Na subidinha do Colégio Estadual. Adentro portais apagados, acendo castiçais, a igreja fechada, cadê os fiéis? Intrigo-me, aflito ao lar retornar, que lar, se nunca tive um lugar pra viver, muito menos, amar? Subimos o monte Carmelo orando pra ninguém nos fazer o mal. Sejamos prudentes como as serpentes e simples como as pombas! Quantos discursos ouvimos coloquialmente ou fizemos e esquecemos, agora, de lembrar? Mas vamos lá ao concreto, ao fato, sem divagar. O Anthony nos convidou pra mais uma rodada de Literatiba, putz, gostei do nome. Curitiba é um centro cultural, piás e moçadas de primeiro a terceiro graus. Amo esta minha cidade. Sou pé verméio, mas 40 anos de capitár. Aqui me constitui um profissionár, ainda q desempregado sou e estou per omnia saecula saeculorum. Ah, nem tanto. Esperamos a chances, ainda que tardar. Estudei, plantei uma árvore, fiz filhos aqui, sou um curitbano, um curitibar. Nem sabia que por ali, na redondeza do Palácio dos Leões houve ou existiu um teatro, teatro do Outeiro da Glória? Pesquisadores, há de se pesquisar. Entre um vino e uno altro bom gole de arrebentar, conversar pra papear, e assuntos pra jogar em off, em on ou fora do ar. Conta-me o Willy Shuman que o Fidel fez uma tremenda de uma khda ao mandar pro paredón amigos do Hemingwai , putz, tá errado o nome aqui... E o escritor de la Bodeguita ficou muito chateado com isso, ainda q seus amigos fossem simpatizantes ou não do ex-ditador derrubado, o Batista. Isso teria motivado o suicídio do escritor? Entonces não sabia q há um carneiro bom de mangiare na Associação do Abranches, lá perto do cemitério onde foi sepultado nosso confrade jornalista Arnaldo Cruz, que assessorou a vereadora Nely Almeida, igualmente falecida e enterrada (já falamos sobre esse velório hoje!). E tem mais um butequinho bom ali, em frente, q dá de paparicar e talagar uma cervejinha gelada no ponto. Um bar de madeira. Já fui lá. E parlamos tanto q nem mais me lembro, um Marino, advogado brizolista, mais o enólogo Lima, o Colere, sorry, não sei mais lembrar. O Palácio dos Leões q fora a mansão dos magnatas, ervateiros?, hoje é, decidamente, um centro cultural, onde se reúnem pessoas cultas e incultas dos vários naipes. Onde, igualmente, encontramos amigos dos tempos de pelejar nas faculdades. E parlando, palarndo, se vá lontano. Buona note!!

EM TEMPO: Fi-lo, porque qui-lo... E ouvi contar ontem, no Palácio dos Leões, durante ágape literário promovido pelo mecenas mor curitibaiano Anthony Leahy: 'mostraram uma revista de mulher pelada para o então Jânio Quadros, era a sex-appeal Bruna Lombardi..., no que o ex-presidente da República disse: "se fosse novo, come-la-ia..., como já sou velho, como-Eloá". Eloá era a esposa do presidente!
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José Aparecido Fiori, jornalista, MT 963/06/83v, Mat. sindical 793, Sindicato dos Jornalistas Prof. do Paraná.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

29/10/2012 - DIA NACIONAL DO LIVRO


"Oh! Bendito o que semeia
Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar!
O livro caindo n'alma
É germe -- que faz a palma,
É chuva -- que faz o mar".


Instituído pela Lei nº 5.191, de 13 de dezembro de 1966, o dia 29 de outubro foi escolhido para ser o Dia Nacional do Livro por ser a data oficial da fundação da Biblioteca Nacional.

Inicialmente chamada Real Biblioteca no Brasil, ela começou com um acervo de 60 mil peças, entre livros, manuscritos, mapas, moedas, medalhas, etc. trazidos de Portugal com a vinda da família real portuguesa para o Rio de Janeiro em 1808.

A Biblioteca Nacional é a maior biblioteca da América Latina, sendo considerada pela Unesco uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo.

"O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, 
um cego que guia, um morto que vive." 
António Vieira

O primeiro livro escrito e impresso no Brasil

A iniciativa de Fonseca é tida como o início da história da publicação de livros no Brasil. Apesar disso, há estudiosos que defendem que o país começou a editar e publicar livros bem antes, mas não há nenhuma comprovação. Há quem afirme que o Conde de Nassau buscou fazer no Recife, durante a ocupação holandesa, um modelo de tipografia por lá. “A ideia existiu, mas pelos registros nos parece que ela nunca foi concretizada”.
Curiosidades
- A instalação da primeira tipografia no Brasil teria sido acidental e houve dificuldades para que ela efetivamente passasse a existir por aqui. “A implantação foi tardia, mas isso não prejudicou a evolução. Hoje o mercado editorial brasileiro é o mais forte da América Latina”, afirma o historiador Aníbal Bragança.
- No auge da tipografia, os livros chegaram a ter uma tiragem de 600 a 1 milhão de exemplares, no século 19. Hoje um livro costuma ter uma tiragem baixa: cerca de 3 mil exemplares.
- Quando a Impressão Régia foi fundada no Brasil, acreditava-se que a de Lisboa (Portugal) havia sido fechada. Na verdade, as duas funcionaram ao mesmo tempo. Por isso a confusão muitas vezes foi inevitável: alguns diziam que um livro era do Brasil quando, na verdade, era de Portugal ou vice-versa.
- Nas décadas de 1970 e 1980, São Paulo era chamada da cidade dos livros didáticos brasileiros por causa da grande concentração de editoras desse segmento na cidade.
- Logo depois da implantação da Impressão Régia, em 1808, outros editores, mesmo com certa censura, começaram a receber autorização para funcionar e ajudaram a expandir o setor.
- No século 19, quando dom Pedro II governava o país, ele deixou claro sua predileção pelas belas artes, por isso incentivou a produção de livros vinculados ao romantismo. As edições de bolso e as coleções econômicas tornaram-se mais corriqueiras.

VI LITERATYBA - JURUÁ SEMEANDO LIVROS

    Willy Schumann é jornalista formado pela Universidade Tuiuti do Paraná. Willy é colaborador de vários jornais, sites e revistas do país, entre eles a revista Bem Público e o portal Observatório de Imprensa. Willy também é assessor de imprensa e produtor de cinema e vídeo.



    29/10/2012 às 21:55:55 - Atualizado em 29/10/2012 às 22:23:56

Autores paranaenses participam de lançamento literário

A Juruá Editora, o Instituto Memória Projetos Culturais, através do seu editor Anthony Leahy (foto), em parceira com o BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul promovem mais uma noite de autógrafos com autores paranaenses. Durante o evento os seguintes livros serão lançados:
Capa do livro: Interceptação Telefônica - Como Medida Cautelar Probatória nos Delitos Econômicos,
  Interceptação Telefônica
                     Como Medida Cautelar Probatória 
                           nos Delitos Econômicos
                          Jorge Sebastião Filho

 TEORIA DA DERROTABILIDADE
 PRESSUPOSTOS TEÓRICOS E APLICAÇÕES
 Coordenador: Cesar Antonio Serbena




DIREITO PENAL BASEADO EM CASOS
  TEORIA DO DELITO
Paulo César Busato (Org.)


 
A EMOCIONANTE HISTÓRIA DE AEL
Léa Muñoz De La Torre

  LIBERTE O “VELHO” QUE EXISTE EM VOCÊ
  Regina Célia Celebrone Lourenço
 Giselle Massi

ENTRADA FRANCA! 
ESTACIONAMENTO INTERNO GRATUITO!

JURUÁ SEMEANDO LIVROS
Data: 30 de Outubro de 2012
Horário: das 19h às 22h
Local: Palacete dos Leões -
Av. João Gualberto, 530, Alto da Glória.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

INDICAÇÃO DO EDITOR: VOCÊ É MEDÍOCRE?

INDICAÇÃO DO EDITOR: ESSENCIAL!
Capa do livro: Homem Medíocre, O - Pequeno ensaio Moral e Ética dirigido aos jovens, Fernando Simas FilhoHomem Medíocre, O - Pequeno ensaio Moral e Ética dirigido aos jovens
José Ingenieros, 164 pgs.
Publicado em: 20/12/2002
Editora: Juruá Editora
ISBN: 853620172-X


“O Homem Medíocre” é um ensaio filosófico sobre a natureza humana. O autor nos faz pensar sobre a mediocridade que marca as sociedades modernas, com os homens envoltos em suas rotinas e sem idealismo. São seres humanos “normais” que passam a vida sem vivê-la. Na verdade, reproduzem e vegetam. São homens e mulheres imersos em seus pequenos mundinhos, excessivamente prudentes, pragmáticos e sem ideais. Recusam-se a sonhar! Os seus horizontes não vão além dos instintos e necessidades imediatas.

DESTAQUES:

“Muitos nascem: poucos vivem. Os homens sem personalidade são inumeráveis e vegetam, moldados pelo meio, como cera fundida no cadinho social. Sua moralidade de catecismo e sua inteligência quadriculada, os constrangem a uma perpétua disciplina do pensamento e da conduta; sua existência é negativa como unidade social.

O homem medíocre é uma sombra projetada pela sociedade; é, por essência, imitativo, e está perfeitamente adaptado ara viver em rebanho, refletindo rotinas, preconceitos e dogmatismos reconhecidamente úteis para a domesticidade”.


Não vibram com tensões mais altas de energia; são frios, embora ignorem a seriedade; apáticos, sem serem previsores; acomodatícios sempre, nunca equilibrados. Não sabem estremecer, num calafrio, sob uma carícia terna, nem desencadear de indignação, diante de uma ofensa.

Não vivem a sua vida para si mesmos, senão para o fantasma que projetam na opinião dos seus semelhantes. Carecem de linha; sua personalidade se desvanece, como um traço de carvão sob a ação do esfuminho, até desaparecer por completo. Trocam a sua honra por uma prebenda, e fecham a sua dignidade com chave, para evitar um perigo; renunciaram a viver, ao invés de gritar a verdade em face do erro de muitos. Seu cérebro e seu coração estão entorpecidos igualmente. Como pólos de um imã gasto.

Quando se arrebanham, são perigosos. A fôrça do número supre a debilidade individual: mancomunam-se aos milhares, para oprimir todos quantos desdenham encadear a sua mentalidade nos elos da rotina.

Subtraídos à curiosidade do sábio, pela couraça da sua insignificância, fortificam-se na coesão do total; por isso, a mediocridade é moralmente perigosa, e o seu conjunto é nocivo em certos momentos da história: quando reina o clima da mediocridade.

São prosaicos  Não têm ânsias de perfeição: a ausência de idéias impede-os de pôr, em seus atos, o grão de sal que profetiza a vida.

Pressentem um perigo em toda ideia nova; se alguém lhes dissesse , que os seus preconceitos são idéias novas, chegaria a julgá-los perigosos.

Vivem uma vida que não é viver. Crescem e morrem como plantas; não necessitam ser curiosos, nem observadores. São prudentes, por definição, de uma prudência desanimadora. Se um deles passasse junto ao campanário inclinado de Piza, afastar-se-ia, temendo morrer esmagado.

No verdadeiro homem medíocre, a cabeça é um simples adorno do corpo. Se nos ouve dizer que serve para pensar, julga que estamos loucos” .

terça-feira, 23 de outubro de 2012

NOSSAS AÇÕES NOS REVELAM E NOS DEFINEM!

Nossas obras nos definem e nos revelam! Palavras quando desacompanhadas de atitudes e ações concretas são apenas palavras. Quando acreditamos e nos entregamos às nossas crenças e valores, não temos como não transbordar em nossas atitudes reais o que somos e em que acreditamos. Afinal, como é fácil proferir palavras se elas não nos obriga a um comportamento coerente! Basta olharmos o mundo e notaremos a quantidade de pessoas com palavras bonitas mas com ações ... Palavras mortas e até enganadoras! São os políticos falando de bem comum mas mera hipocrisia. O facebook repleto de mensagens lindas, mas na vida real, falsidade e ódio! Todos falando da desonestidade dos políticos, mas no cotidiano buscam levar todas as vantagens possíveis! 
"Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?
Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus.
Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons."

Ou seja, valores verdadeiros transformam as nossas vidas, fazendo com que as nossas atitudes sejam condizentes com o que professamos. Se o que acreditamos é verdade, não tem como separar o discurso da prática pois um se transforma no outro, um se materializa no outro. 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

VI LITERATYBA – JURUÁ SEMEANDO LIVROS

A Juruá Editora, o Instituto Memória Projetos Culturais e o BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul convidam para mais um evento cultural que visa o desenvolvimento humano a partir da democratização do saber.


Durante o evento os seguintes livros serão lançados: 

  TEORIA DA DERROTABILIDADE
  PRESSUPOSTOS TEÓRICOS E APLICAÇÕES
  Coordenador: Cesar Antonio Serbena

  
  DIREITO PENAL BASEADO EM CASOS
  TEORIA DO DELITO
 Paulo César Busato (Org.)


A EMOCIONANTE HISTÓRIA DE AEL
Léa Muñoz De La Torre


LIBERTE O “VELHO” QUE EXISTE EM VOCÊ
Regina Célia Celebrone Lourenço
Giselle Massi
ENTRADA FRANCA! 
ESTACIONAMENTO INTERNO GRATUITO!

Uma ótima oportunidade para o bate-papo entre autores, leitores e editores.
Anthony Leahy – Editor

SERVIÇO:
JURUÁ SEMEANDO LIVROS
Data: 30 de Outubro de 2012
Horário: das 19h às 22h
Local: Palacete dos Leões -
Av. João Gualberto, 530, Alto da Glória.


Publique já a sua obra literária!
“O que não se compartilha, se perde!”
Anthony Leahy – Editor
Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História - SP
Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e da Academia de Cultura de Curitiba

FRASE PARA COMEÇAR A SEMANA!

Um ditado atribuído a Albert Einstein: 

"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas não estou seguro sobre o primeiro".