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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
CARNAVAL: A PALAVRA E A FESTA!
O termo
carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como
“carnem levare” ou “carnelevarium”. O carnaval é celebrado 40 dias
antes da Páscoa, e surgiu quando, no século XI, foi implantada a Semana Santa
para reverenciar a paixão e morte de Jesus Cristo. Este período é chamado pela
Igreja de Quaresma que indica quarenta dias de jejum principalmente com
abstinência de carne. Este período é caracterizado por muitas privações, e foi
responsável por incentivar aqueles festejos carnavalescos onde a própria
palavra carnaval indica o adeus aos prazeres da carne. O carnaval acontece
geralmente durante três dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas.
Na verdade, a festa
e a própria origem do carnaval é obscura com várias tentativas de explicação. É
possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão,
que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem
diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às
famosas saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas
de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do bacanal, e isto faz recuar a
origem do carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a
colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os
atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida, sempre com muito
sexo e alegria.
No Brasil, o
primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de
Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de
Portugal. Depois, os
festejos carnavalescos, com o nome de Entrudo, foram levados para o Brasil
pelos portugueses. Durante estes festejos aconteciam brincadeiras violentas,
com os foliões a lançarem farinha, tintas e água suja uns aos outros. Estas
práticas foram proibidas por lei e, por isso, passaram a ser utilizadas
serpentinas de papel e confetes coloridos. Aos poucos, o entrudo português foi
sendo adaptado, ao assimilar as tradições africanas. Aos escravos devem-se os
ritmos e instrumentos de percussão usados no Carnaval brasileiro. No século XIX, os
operários urbanos começaram a juntar-se em grêmios (associações profissionais),
que continuaram e desenvolveram a tradição dos desfiles. Ao mesmo tempo em que
se desenvolviam as futuras escolas de samba, institucionalizadas no Rio em
1935, as classes altas importavam da Europa os sofisticados Bailes de Máscaras
e as Alegorias. Em 1870 foi criado o Maxixe, um tipo de música específico para
o Carnaval.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
JUSTIÇA & CAOS
Confúcio disse:
«Se uma Nação for governada pelos princípios da honestidade a pobreza e a miséria serão motivo de vergonha; Se uma Nação é governada por desonestos, a riqueza e a propriedade serão motivos de vergonha».
«Se uma Nação for governada pelos princípios da honestidade a pobreza e a miséria serão motivo de vergonha; Se uma Nação é governada por desonestos, a riqueza e a propriedade serão motivos de vergonha».
sábado, 2 de fevereiro de 2013
QUAL O CORRETO? A poeta ou poetisa?
Pela norma padrão da Língua Portuguesa, o feminino da palavra poeta é poetisa! Conforme as gramáticas de Bechara e de Cunha, e os dicionários Houaiss e Aurélio, a palavra Poeta é de gênero masculino que forma feminino ao acrescentar o sufixo nominal "isa".
Esta polêmica surge porque para alguns, atualmente, o substantivo poetisa tem um sentido pejorativo. Esta conotação surge para diferenciar mulheres que frequentam as ditas academias - mais sociais do que literárias - das mulheres realmente vocacionadas e de méritos literários.
Ou seja, como contestação à esta situação, os críticos e intelectuais adotam o vocábulo poeta como se fosse um comum de dois gêneros, ou seja, que tem uma só forma para os dois gêneros, sendo a distinção feita pelo artigo: a poeta - o poeta.
Alguns sitam o poema "Motivo" de Cecília Meireles como exemplo deste uso do vocábulo, mas esquecem de que em poemas existe o chamado "eu lírico" que não se submete ao gênero do escritor. Resta claro, pelo menos para mim, que o "eu lítico" no poema abaixo era masculino. Vejamos:
"Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta".
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta".
“Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.”
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.”
Cecília Meireles
Mulher que escreve poesias é poetisa. Não existe um vocábulo para as que escrevem boa poesia e outra para quem escreve poesias sem qualidade. Até porque a poesia é repleta de subjetividade e depende muito do contexto de quem a lê. O leitor é livre até na possibilidade de interpretação. Assim como não tem vocábulos para bons e más escritoras.
Como a língua é viva e dinâmica, não sou purista a ponto de não aceitar o termo "a poeta", mas minha opção é pela norma culta. O que não aceito é a crítica a quem utiliza o termo corretamente, subvertendo a gramática e invertendo os valores! Se as pessoas têm o direito de usar fora da norma, mais ainda tem quem a utiliza conforme a norma culta.
Porém, o que interessa mesmo é a beleza da poesia e o sentimento que ela inspira.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Instituto Memória e Memorial do Ministério Público do Estado do Paraná
Rui Cavallin Pinto, Procurador de Justiça aposentado, é um dos membros do Memorial do Ministério Público do Paraná, desde sua criação em 1986, pelo Procurador-Geral Dr. Olympio de Sá Sotto Maior Neto, e, além de professor licenciado de História é membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, pertence à Academia Paranaense de Letras e é ainda autor de livros e artigos sobre a história e personagens do Ministério Público do Paraná.
Em noite de autógrafos, Rui Cavallin Pinto recebeu no Instituto Memória Editora, de Curitiba, seus colegas, amigos e familiares para o lançamento de sua recente obra, Molduras Paranaense - Cenas da Nossa História, a que o Memorial se fez presente e registrou os momentos.
Dr. Olympio de Sá Sotto Maior Neto – Procurador Geral de Justiça do Paraná
Dr. Ivonei Sfogia – Promotor de Justiça – Diretor secretário da PGJ
Drª. CristIna Maria Suter Correia da Silva – Assessora do Gab. do PGJ
Dr. Rui Cavallin Pinto – Procurador de Justiça

Dr. Wanderley Carvalho da Silva – Presidente da APMP
Dr. Rui C. Pinto – Procurador de Justiça
Dr. Sérgio Luiz Kukina – Promotor de Justiça

Dr. Rui C. Pinto – Procurador de Justiça
Editor da Editora do Instituto Memória – Sr. Anthony Leahy
Dr. Emílio Rui Kessler e esposa

Srª Laís F. Pinto – Esposa do Dr. Rui C. Pinto
Luiz Felipe Pinto – Filho do Dr. Rui C. Pinto
Almirante – Paulo Dumont e esposa
Claudia Pinto – Filha do Dr. Rui C. Pinto

Estudante Gabriel Bressa Santos
Estudante Diane Jaqueline Doleny
Dr. Rui C. Pinto – Procurador de Justiça
Profº Mauro Domingues dos Santos
Profª Tatiane Fernanda de Almeida
Dr. Ivonei Sfogia – Promotor de Justiça – Diretor secretário da PGJ
Drª. CristIna Maria Suter Correia da Silva – Assessora do Gab. do PGJ
Dr. Rui Cavallin Pinto – Procurador de Justiça
Dr. Wanderley Carvalho da Silva – Presidente da APMP
Dr. Rui C. Pinto – Procurador de Justiça
Dr. Sérgio Luiz Kukina – Promotor de Justiça
Dr. Rui C. Pinto – Procurador de Justiça
Editor da Editora do Instituto Memória – Sr. Anthony Leahy
Dr. Emílio Rui Kessler e esposa
Srª Laís F. Pinto – Esposa do Dr. Rui C. Pinto
Luiz Felipe Pinto – Filho do Dr. Rui C. Pinto
Almirante – Paulo Dumont e esposa
Claudia Pinto – Filha do Dr. Rui C. Pinto
Estudante Gabriel Bressa Santos
Estudante Diane Jaqueline Doleny
Dr. Rui C. Pinto – Procurador de Justiça
Profº Mauro Domingues dos Santos
Profª Tatiane Fernanda de Almeida
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
INSCRIÇÕES ABERTAS: COLEÇÃO RUMOS - ANTOLOGIA DE CRÔNICAS DE VIAGEM
Viajar é preciso! Porém, se no aspecto de precisar, necessitar, a afirmação está correta, no aspecto de precisão, exatidão deixa muito a desejar. Todos que viajam, seja para a mais distante e exótica localidade, seja para o estado vizinho, enfrentam choques de realidade – culturais e comportamentais – que podem ser classificados de tragicômicos. Trágico no momento e cômico depois... lógico!
Esta coleção visa resgatar os guardados da memória propiciando reviver a partir do compartilhamento destes momentos. Quantos livros vão ser? Tantos quantos foram as viagens e o prazer de imortalizá-las.
Estamos inscrevendo pessoas que desejem participar do primeiro livro da coleção – E AGORA? – que será lançado no próximo 26/03/2013 no Palacete dos Leões em Curitiba. Cada autor terá direito a 10 páginas no formato A5, letra Times 12. Cada livro terá a participação de 20 escritores. A taxa de participação é de R$ 500,00 e cada autor terá direito a 20 livros e a participar do lançamento.
MAIORES INFORMAÇÕES: editora@institutomemoria.com.br
Esta coleção visa resgatar os guardados da memória propiciando reviver a partir do compartilhamento destes momentos. Quantos livros vão ser? Tantos quantos foram as viagens e o prazer de imortalizá-las.
Estamos inscrevendo pessoas que desejem participar do primeiro livro da coleção – E AGORA? – que será lançado no próximo 26/03/2013 no Palacete dos Leões em Curitiba. Cada autor terá direito a 10 páginas no formato A5, letra Times 12. Cada livro terá a participação de 20 escritores. A taxa de participação é de R$ 500,00 e cada autor terá direito a 20 livros e a participar do lançamento.
MAIORES INFORMAÇÕES: editora@institutomemoria.com.br
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
CONHEÇA O INSTITUTO MEMÓRIA EDITORA & PROJETOS CULTURAIS
Av. Munhoz da Rocha, 143, Curitiba/PR – ao lado do Hospital São Lucas
Editor Anthony em sua mesa de trabalho.
Na parede os vários premios recebidos pelo Instituto Memória
Vista panorâmica da sala.
Venha tomar um cafezinho com o editor!
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ANTHONY LEAHY - Editor - TIM 41.9911 2217 - CLARO 41.8735 4899
Cidadão Honorário de Curitiba
Comenda Bravos Cavaleiros do Estado de São Paulo entre outras mais de 20 premiações
Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná
Membro da Academia de Cultura de Curitiba
Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História
INSTITUTO MEMÓRIA EDITORA & PROJETOS CULTURAIS – 41. 4009 3929 - www.institutomemoria.com.br / http://teiadehistorias.blogspot.com.br/
10 anos de atuação nacional, detentor, entre outros 20 prêmios, das Comendas "Editora Destaque Nacional" e "Prêmio Qualidade Editorial" pela Câmara Brasileira de Cultura, como reconhecimento da nossa luta pela identidade brasileira, dando vez e voz aos nossos autores, promovendo a nossa cultura. Temos orgulhosa e bem sucedida experiência no mercado editorial nacional, desde impressão e publicação de obras até o seu posicionamento e comercialização, apresentando um catálogo com mais de 500 títulos publicados.
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Publique já a sua obra! – “O que não se compartilha... se perde!”
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