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sexta-feira, 19 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
INSTITUTO MEMÓRIA: Conheça nossa História!
Fernando Pessoa disse que "Para viajar basta existir".
Eu afirmo que para escrever basta existir... e assim continuaremos existindo
muito além do amanhã!
10 anos de
luta incondicional pela cultura nacional. 10 anos acreditando no poder das
palavras na construção de um novo mundo! Um mundo que coubesse todo mundo! Tudo
começou quando eu pedi para sair da Direção Executiva da Editora Fama que à
época editava a Revista Where Curitiba. Fundei o Instituto Memória que passou a
funcionar em uma sala emprestada pela PUCPR no Edifício Tijucas. Lá produzimos a
nossa primeira revista a pedido da CNBB: RESOL – Revista da Rede Solidária, de
circulação nacional e que tinha a previsão de 02 edições. Circulou 04 edições!
Em 2005 produzimos, também para a CNBB, a revista
AMAZÔNIA discutindo a realidade e o futuro dos povos da
Amazônia.
Foi então
que surgiu o primeiro livro de minha autoria e o primeiro publicado pelo
Instituto Memória: Curitiba nas Curvas do Tempo. Em parceria com o Instituto
Pró-Cidadania de Curitiba vendemos mais de 10 mil
exemplares. Em função deste livro fui agraciado com o Prêmio de Mérito Cultural Fernando Amaro pela Câmara Municipal de Curitiba.
Logo após lançamos os nossos dois primeiros autores: Cláudio Slaviero <livro A vergonha nossa de cada dia> e Elmo Heck <livro O padre e a Judia>.
De lá para cá já escrevi 12 livros e já publiquei, enquanto editor, mais de 250 obras, entre literárias e acadêmicas. Já desenvolvemos inúmeros projetos de responsabilidade cultura e social por todo o país e já ganhamos mais de 20 prêmios nacionais, inclusive a Cidadania Honorária de Curitiba, a Comenda Nobres Cavaleiros de São Paulo, a Comenda Rui Barbosa e o Prêmio Nacional de Qualidade Editorial no segmento Cultura Regional.
Temos o orgulho de ter lançado livros de todas as ideologias políticas e credos. Lançamos livros de capitalistas fervorosos e de comunistas históricos. Lançamos livros de Católicos, Evangélicos, Mórmons, Espíritas e Ateus. Muita vezes civilizadamente juntos no mesmo evento. Defendemos e promovemos o contraditório como estratégia essencial de construção de uma sociedade digna e justa. A exigência é que a obra seja boa, bem escrita, bem desenvolvida e com uma proposta clara. O resto é debate que enriquece! Não acreditamos em patrulhamento ideológico e nem na padronização da escrita. Entendemos a escrita como extensão da forma de ser do escritor e isto tem que ser respeitado. Devemos lembrar que mesmo sem editoras e livrarias sempre existirão autores, mas sem autores, não existirão editoras e livrarias!
Não quero julga aos outros, mas faço questão de conhecer, pessoalmente ou por telefone, todos os autores que publico. Leio todos os originais aprovados pelo Conselho Editorial. Participo de todos os lançamentos. Afinal, para se afirmar editor tem que ter um real comprometimento com o autor e sua obra. Nestes 10 anos foram mais de 300 eventos, entre lançamentos, feiras, palestras e bate-papo em livrarias. Construir pontes entre o Autor e o Leitor: esta é a nossa missão!
Nada do que fazemos é descomprometido! Rechaçamos qualquer descomprometimento, pois entendemos como covardia e cumplicidade. Quem cala, consente... submete - se! Mais, quem submete-se, é cúmplice! Quem é cúmplice, é co-autor! Responsabilidade solidária! “Para que o mau vença basta que os bons nada façam”, afirma Burke. Luther King complementa: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”. Nenhum saber é descomprometido e tem fim em si mesmo! Todas as nossas ações têm como ponto de partida e meta o Ser - Humano. Cada palavra, cada palestra, cada livro nosso está a serviço do resgate e convalidação da dignidade humana.
As
dificuldades foram muitas... mas “o que não nos mata nos fortalece” e estamos,
com a cumplicidade dos nosso autores e leitores, cada vez mais fortes dando Vez
e Voz à cultura nacional.
Valeu a
pena?
Respondo com
Leminski:
"valeu encharcar esse planeta de
suor
valeu esquecer as coisas que eu sei de cor
valeu encarar essa vida que podia ser melhor
valeu"
valeu esquecer as coisas que eu sei de cor
valeu encarar essa vida que podia ser melhor
valeu"
Lembrem-se: o que não se compartilha, se
perde!
MARQUE SEU TEMPO E DEIXE O SEU LEGADO.
Anthony Leahy –
Editor
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Revisando a história oficial: “Os imigrantes europeus exterminaram os povos indígenas. Não foi brincadeira. Desde o século 16, foram quatro ciclos de massacre aqui no Paraná. Por que ninguém estuda o assunto?” Milton Ivan Heller, jornalista e escritor
Os índios e os seus algozes
A obra, que contou com pesquisa formal de três anos, mas esteve no imaginário do autor por décadas, trata, de maneira geral, da matança dos povos indígenas.
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GAZETA DO POVO - CADERNO G - Publicado em 26/04/2011 | MARCIO RENATO DOS SANTOS
Milton Ivan Heller discute a importância dos povos indígenas no território paranaense na obra Os Índios e os Seus Algozes editado pelo Instituto Memória Editora & Projetos Culturais.
“No que diz repeito à História do Brasil, o sistema educacional é falho. Escrevi este livro com a finalidade de discutir um assunto muito importante, que não costuma ser estudado”, afirma Heller, um jornalista, atualmente aposentado, que atuou nos jornais Diário do Paraná, Última Hora, Jornal do Brasil, entre outros veículos de comunicação.
Neste livro, Heller direciona o seu olhar para os índios de quase todo o Brasil, mas foca, com mais precisão, nos povos indígenas que habitaram o território parananese, entre os quais guaranis, caingangues, botocudos e xetás. “Houve uma matança geral desses índios, verdadeiras ações de extermínio”, diz o autor. Ele, inclusive, faz uma divisão da matança, no Paraná, em quatro ciclos.
De 1530, início da presença portuguesa no estado, a 1853, emancipação política do Paraná, ocorreu a primeira parte do extermínio. “Os portugueses estavam em conflito com os espanhóis, e ambos [portugueses e espanhóis] exterminaram os índios, além de levá-los acorrentados para vendê-los, como escravos, em São Paulo”, conta o jornalista e escritor.
O segundo ciclo, comenta Heller, seguiu do final do século 19 até meados do século 20, período que diz respeito à chegada de variados imigrantes europeus ao estado. “Os índios não gostavam de ser escravizados, eram rebeldes, portanto, precisavam ser eliminados. E, nesse segundo ciclo, já havia levas de europeus aqui para trabalhar”, explica.
Durante a primeira metade do século 20, quando ocorreu a ocupação de Guarapuava e Palmas, houve o terceiro ciclo de extermínio de índios.
E, em 1955, com o avanço da cafeicultura no norte do Paraná, é o momento do quarto, e último, ciclo de “caça ao índio” no estado. “Nesse período, foram exterminados os xetás”, afirma Heller.
Os homens sem alma
Se o jornalista não tem um número preciso de quantos índios foram assassinados, apesar de muita pesquisa, ele coleciona outros dados que ajudam a entender quem foram, de modo geral, esses povos que viveram, desde muito tempo, no território paranaense. De guaranis a xetás, diz o autor, os indígenas eram polígamos. “Cada homem vivia com mais de uma esposa”, e as tribos tinham, em média, de 70 a cem pessoas.
Para justificar o ataque aos índios, diz Heller, os europeus valeram-se de diversos argumentos. “Os homens sem alma. Dizia-se isso sobre os índios. Também era comum afirmar que os índios não eram gente. E, não sendo gente, poderiam ser ‘abatidos’”, completa Heller.
O jornalista, conhecido pelo seu engajamento na resistência ao golpe militar, autor, entre outros, do livro Memórias de 1964 no Paraná (em parceria com Maria de Los Angeles G. Duarte), afirma que a sua obra mais recente é uma denúncia. “Contra uma chacina que ocorreu no Paraná”, diz.
“Os imigrantes europeus exterminaram os povos indígenas. Não foi brincadeira. Desde o século 16, foram quatro ciclos de massacre aqui no Paraná. Por que ninguém estuda o assunto?”
Milton Ivan Heller, jornalista e escritor
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GAZETA DO POVO - CADERNO G - Publicado em 26/04/2011 | MARCIO RENATO DOS SANTOS
domingo, 7 de abril de 2013
Destaque: João Manuel Simões - Autor do Instituto Memória
"Do
sonho, sempre eu empunhei a lança,
vendo
de longe o farol do meu ideal.
Montado
no corcel da esperança,
como
Amadis busquei o Santo Graal:
mãos
de soldado e olhos de criança.
Quem
dirá se fiz bem ou se fiz mal?
Eu
nunca fui derrotado.
Perdendo
embora, ganhei.
Mesmo
quando derrubado,
eu
venci. Porque lutei.
Destemido,
lutar a toda hora,
mesmo
quando cansado,
foi
minha perpétua lei,
meu
duro fardo.
O
que dizer mais? Não sei!"
João Manuel Simões
sábado, 6 de abril de 2013
DESTAQUE PARANAENSE: ESCRITORA NEYD MONTINGELLI
CULINARIA COM PRODUTOS CAPRINOS - AUT PARANAENSES
RECEITAS PARA MINHA FILHA QUE VAI CASAR - AUTORES
|
VIVA E DEIXE VIVER! "Mesmo calada a boca resta o peito, silêncio na cidade não se escuta... Mesmo calado o peito, resta a cuca dos bêbados do centro da cidade"
"Quem gosta disto é idiota! Quem gosta daquilo é promiscuo! Quem admira aquilo outro é alienado!".
E por aí vai, os donos do mundo a ditar padrões estéticos, comportamentais e morais que cabem no seu próprio umbigo, que mais parece o umbigo do mundo!
QUE PERIGO! QUE PREPOTÊNCIA! Patrulhamento? Padronização! Uniformização?
Devemos ter muito cuidado com os esteriótipos... Hitler gostava de música clássica...
"Judeus, negros, homossexuais, roqueiros, drogados, ..." e por aí vão arrotando suas sentenças contra tudo e todos que ousam a ser diferentes do seu onipotente gosto e padrão. A história revela vários destes. Perigosos se com poder... Feliciano que o diga!
"Veja aquele que pinta o cabelo... que horror! E aquele que usa piercing? Aquele escuta funk... sei não!". E daí para agruparem-se em grupos que agridem, matam homossexuais e tudo mais que não concordam é um pulo!
"Comunistas! Sequestrem-os; Torturem-os; Matem-os, Sumam com eles!" .
E daí para agruparem-se em grupos que agridem, matam homossexuais e tudo mais que não concordam...
Incrível como gostam de esteriótipos e os fomenta em redundantes brincadeiras que escondem uma raiva e uma reveladora agressividade...
Patrulhamento ideológico/de gostos e opções é fascismo? SIM!
"MEU DIREITO SÓ VAI ATÉ ONDE COMEÇA O DO OUTRO!". Respeitado esta premissa, vivo e deixo viver. Se não gosto, E TENHO DIREITO A NÃO GOSTAR, exerço o meu livre arbítrio e não acompanho. Mas daí a denegrir... julgar e condenar publicamente aos outros apenas e tão somente por não concordar com as minhas opções e gostos ?!?!?! Quem sou eu? DEUS?! Quem me deu este poder? Respeito é bom e eu gosto e portanto tenho que respeitar aos outros! Ou é hipocrisia? "Faço o que eu digo mas não faça o que faço?".
Defendo a diversidade, em todos os seus aspectos, como elemento enriquecedor do mundo. Para que sermos um se podemos ser muitos? A escolha e opção é minha e para mim, apenas e tão somente!
O mundo cabe todo mundo. Só tem valor os meus pares, os meus iguais? Aos amigos tudo e ao restante o repúdio, o escárnio... e depois? a morte? "Matem o negros, os judeus, os homossexuais... as aberrações que ousam pensar e ser diferentes de mim...".
Já vi este filme e não gostei! Que tipo de tapete é este a cobrir anseios e frustrações transformados em raiva e perseguição implacável?
Feio, obsceno e vergonhoso é a fome, a corrupção e a covarde apatia que faz-nos calar diante de tanta injustiça contra o ser humano! O que é lixo para uns é luxo para outros.
Não julgo ninguém pelo jeito de falar, mas, antes, pela sua mensagem. Não julgo ninguém pela sua forma de vestir, dançar, suas opções sexuais, estéticas e ideológicas, mas, antes, e principalmente, pelas sementes que planta nas suas atitudes diárias, reais, efetivas, em prol da construção de um futuro mais justo e digno em um mundo que caiba todo mundo.
E para os que pensam diferente, parabéns e graças a Deus. Gosto e defendo o contraditório como particular "mater" de uma sociedade de direito. Fica o pensamento largamente utilizado e creditado a Voltaire, mas que é de Evelyn Beatrice Hall, que a utilizou em correspondência com o ensaísta: "Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderia até a morte o direito de dizê-las!".
Poema de autoria de Eduardo Alves da Costa, 1935, no caminho com Maiakóvski:
"Na primeira noite, eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta."
OU NA VERSÃO DE Bertold Brecht:
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar... "
E por aí vai, os donos do mundo a ditar padrões estéticos, comportamentais e morais que cabem no seu próprio umbigo, que mais parece o umbigo do mundo!
QUE PERIGO! QUE PREPOTÊNCIA! Patrulhamento? Padronização! Uniformização?
Devemos ter muito cuidado com os esteriótipos... Hitler gostava de música clássica...
"Judeus, negros, homossexuais, roqueiros, drogados, ..." e por aí vão arrotando suas sentenças contra tudo e todos que ousam a ser diferentes do seu onipotente gosto e padrão. A história revela vários destes. Perigosos se com poder... Feliciano que o diga!
"Veja aquele que pinta o cabelo... que horror! E aquele que usa piercing? Aquele escuta funk... sei não!". E daí para agruparem-se em grupos que agridem, matam homossexuais e tudo mais que não concordam é um pulo!
"Comunistas! Sequestrem-os; Torturem-os; Matem-os, Sumam com eles!" .
E daí para agruparem-se em grupos que agridem, matam homossexuais e tudo mais que não concordam...
Incrível como gostam de esteriótipos e os fomenta em redundantes brincadeiras que escondem uma raiva e uma reveladora agressividade...
Patrulhamento ideológico/de gostos e opções é fascismo? SIM!
"MEU DIREITO SÓ VAI ATÉ ONDE COMEÇA O DO OUTRO!". Respeitado esta premissa, vivo e deixo viver. Se não gosto, E TENHO DIREITO A NÃO GOSTAR, exerço o meu livre arbítrio e não acompanho. Mas daí a denegrir... julgar e condenar publicamente aos outros apenas e tão somente por não concordar com as minhas opções e gostos ?!?!?! Quem sou eu? DEUS?! Quem me deu este poder? Respeito é bom e eu gosto e portanto tenho que respeitar aos outros! Ou é hipocrisia? "Faço o que eu digo mas não faça o que faço?".
Defendo a diversidade, em todos os seus aspectos, como elemento enriquecedor do mundo. Para que sermos um se podemos ser muitos? A escolha e opção é minha e para mim, apenas e tão somente!
O mundo cabe todo mundo. Só tem valor os meus pares, os meus iguais? Aos amigos tudo e ao restante o repúdio, o escárnio... e depois? a morte? "Matem o negros, os judeus, os homossexuais... as aberrações que ousam pensar e ser diferentes de mim...".
Já vi este filme e não gostei! Que tipo de tapete é este a cobrir anseios e frustrações transformados em raiva e perseguição implacável?
Feio, obsceno e vergonhoso é a fome, a corrupção e a covarde apatia que faz-nos calar diante de tanta injustiça contra o ser humano! O que é lixo para uns é luxo para outros.
Não julgo ninguém pelo jeito de falar, mas, antes, pela sua mensagem. Não julgo ninguém pela sua forma de vestir, dançar, suas opções sexuais, estéticas e ideológicas, mas, antes, e principalmente, pelas sementes que planta nas suas atitudes diárias, reais, efetivas, em prol da construção de um futuro mais justo e digno em um mundo que caiba todo mundo.
E para os que pensam diferente, parabéns e graças a Deus. Gosto e defendo o contraditório como particular "mater" de uma sociedade de direito. Fica o pensamento largamente utilizado e creditado a Voltaire, mas que é de Evelyn Beatrice Hall, que a utilizou em correspondência com o ensaísta: "Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderia até a morte o direito de dizê-las!".
Poema de autoria de Eduardo Alves da Costa, 1935, no caminho com Maiakóvski:
"Na primeira noite, eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta."
OU NA VERSÃO DE Bertold Brecht:
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar... "
quarta-feira, 3 de abril de 2013
"VIAJAR É PRECISO? CRÔNICAS DE VIAGEM" - COLEÇÃO RUMOS - LIVRO II
Sucesso absoluto o livro I da coleção Rumos: E
AGORA?
E agora?
Resta-nos lançar o livro II:
VIAJAR É
PRECISO? CRÔNICAS DE VIAGEM
Veja quem já confirmou presença neste livro:
Beto Richa (Governador do Paraná) – Estrela Ruiz Leminski (Escritora e Música) -
Eri Kunrath (Empresário e Presidente do Rotary Club de Curitiba – Curitibão) – José Aparecido
Fiori (Jornalista) - Bebeti Mader do Amaral Gurgel (Jornalista) - Marilena
Wolf de Mello Braga (Empresária e Escritora) – Fabiano Bley (Juiz Federal e Escritor) – Luiz Eduardo
Gunther (Desembargador do Trabalho e Escritor) ...
E você? Vai participar ou não?
Saia da
sombra e compartilhe suas experiência de viagem. Maiores informações no E-MAIL
editora@institutomemoria.com.br
Viajar é preciso! Porém, se no aspecto de
precisar, necessitar, a afirmação está correta, no aspecto de precisão,
exatidão deixa muito a desejar. Todos que viajam, seja para a mais distante e exótica localidade, seja para o
estado vizinho, enfrentam choques de realidade – culturais e comportamentais –
que podem ser classificados de tragicômicos. Trágico no momento e cômico
depois... lógico!
Esta coleção visa resgatar os guardados da memória propiciando reviver a partir do compartilhamento destes momentos. Quantos livros vão ser? Tantos quantos foram as viagens e o prazer de imortalizá-las.
Esta coleção visa resgatar os guardados da memória propiciando reviver a partir do compartilhamento destes momentos. Quantos livros vão ser? Tantos quantos foram as viagens e o prazer de imortalizá-las.
CONHEÇA O LIVRO I – E
AGORA? – CRÔNICAS DE VIAGEM – COLEÇÃO RUMOS
Álvaro
Dias (Senador) - Lígia Guerra (Psicologa, Escritora e Consultora da
RPC/Rede Globo) - Marcos Meier (Educador, Escritor e Consultor da RPC/Rede
Globo) - Marcos Cordiolli (Escritor, Presidente da Fundação Cultural de
Curitiba) - Anthony Leahy (Escritor, Palestrante e Editor) -Eloi Zanetti
(Escritor e Publicitário) – Helio de Freitas Puglielli (Jornalista e
Professor UFPR) - Jocelino Freitas (Escritor e Advogado) - Neyd
Montingelli (Escritora e Palestrante) - Willy Schumann (Escritor,
Jornalista e Cineasta) - Carlos Fernando Mazza (Ator e Jornalista) –
Adauto Suannes (Escritor e Desembargador/SP) – Sérgio Luiz Sottomaior Arzua
Pereira (Escritor e Palestrante) – Inara Francisco (Psicológa e Palestrante) –
Ana Carolina Pacheco Bittencourt (Psicológa e Editora da Juruá Psicologia) –
Carolina Vila Nova (Escritora e Roteirista).
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