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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Marcos Cordiolli - Presidente da Fundação Cultural - Secretário de Cultura de Curitiba
"(...) Vale lembrar ainda os empreendedores culturais. Assim foi Dario Vellozo e Emiliano Perneta. Depois Bento Munhoz da Rocha, que deixou a sua herança para Tulio Vargas. Hoje temos alguns abnegados. Eu os simbolizaria em nome de Anthony Leahy como símbolo desta resistência e empreendimento em favor da cultura
do Paraná. (...)"
Marcos Cordiolli - Presidente da Fundação Cultural - Secretário de Cultura de Curitiba
Discurso proferido no Dia do Paraná a convite do Movimento Pró-Paraná (29/08/2013) e no Centro de Letras do Paraná (02/09/2013)
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Temos a honra e o orgulho em apresentar o novo membro do Conselho Editorial do Instituto Memória: Prof. Dr. SERGIO ODILON NADALIN
Possui graduação em História (Licenciatura) pela Universidade Federal do Paraná (1966), mestrado em História pela Universidade Federal do Paraná (1975) e doutorado em História e Geografia das Populações - Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (1978). Atualmente é Professor do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Paraná, membro da Associação Paranaense de História, da Associação Nacional de História, da Asociación Latinoamericana de Población, da Associação Brasileira de Estudos Populacionais, da Societe de Demographie Historique e da Union Internationale pour l'Etude Scientifique de la Population. Sua experiência na área de História prioriza a História das Populações, atuando principalmente nos seguintes temas: história social da população, crítica de fontes paroquiais, regimes demográficos no passado, imigração germânica, processos de nominação e história da família com ênfase nas metodologias oriundas da demografia histórica.
Autor de inúmeras obras publicadas no Brasil e na França. Pesquisador cadastrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde 1979 e membro fundador do Centro de Documentação e Pesquisa dos Domínios Portugueses (CEDOPE), do Departamento de História da UFPR; Lidera um grupo de pesquisa junto ao CNPq intitulado “Demografia & História”.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
APRESENTAÇÃO DO INSTITUTO MEMÓRIA - RESUMO
A
modernidade produziu um mundo menor do que a humanidade. Sobram milhões
de pessoas, mas o conhecimento é a grande arma de integração e inclusão.
E o livro é a grande ferramenta do conhecimento. A palavra escrita
não apenas permanece, ela floresce e frutifica.
Fundado há 13 anos como agência
de pesquisa histórica, o Instituto Memória dedicou-se inicialmente à produção
de conteúdo histórico de apoio e suporte a pesquisadores e veículos de
comunicação em geral (revistas, jornais, rádios, televisão e web), inicialmente
focado na História do Paraná. Com 4 anos de funcionamento lançamos o nosso
primeiro livro – Curitiba nas Curvas do Tempo – abordando a História de
Curitiba dentro do projeto PIÁ BOM DE HISTÓRIA – que idealizamos e implantamos em
parceria com o Instituto Pró-cidadania de Curitiba, onde estimulávamos o
conhecimento da história de Curitiba como forma de gerar cidadania. Este livro
foi selecionado e premiado pela The Library of Congress Office – livraria do Congresso dos EUA, de onde faz
parte do acervo.
A partir deste primeiro livro já
publicamos mais de 350 títulos, entre literários e científico-acadêmicos, envolvendo
mais de 1000 autores, com atuação nacional. Criamos várias revistas de
circulação nacional, entre elas a RESOL – Revista da Rede Solidária – e a
AMAZÔNIA, para a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil da Igreja
Católica; A SEMENTES LITERÁRIAS; a RAÍZES REGIONAIS; além do jornal
“INTELLIGENTSIA”; da revista virtual/site de conteúdo PEDRA DA GAZETA – A
Revista da Terra dos Pinheirais.
Sempre defendendo que uma
sociedade justa e digna se consolida na democratização do conhecimento, transformando-o
em socialmente útil, defendemos a importância do contraditório e da pluralidade
de ideias e ideais.
Desenvolvemos diversos prêmios de
reconhecimento social em parceria, entre eles o PRÊMIO ANJO DE HAMBURGO em
parceria com a PUCPR e o PRÊMIO DE RESPONSABILIDADE CULTURAL junto com a rede
de livrarias Fnac Brasil.
PARADIGMAS:
I - O Instituto Memória Editora e Projetos Culturais busca
incentivar a produção e democratização do saber como forma de promover o
desenvolvimento humano e intelectual da sociedade. Temos o ser humano como
ponto de partida e meta de todos os nossos esforços, respeitando a perspectiva
do equilíbrio entre as necessidades humanas com o ecossistema do qual faz
parte.
II – Entendemos que a produção do
conhecimento não é um processo estéril, com fim em si mesmo. Possui uma intencionalidade
interventiva e reformadora da sociedade através da emergência consequente de
estratégias de intervenção no real, capazes não só de compreender os fenômenos
do mundo social, mas também (e se possível) de promover a sua mudança estrutural
e funcional. No entanto, essa assunção não é normativa; ela emerge da voluntariedade,
da escolha e, em última análise, da responsabilidade social assumida pelo ator
social que visa a produção do conhecimento científico
III - Acreditamos que a
integração entre povos se constrói de forma ética e solidária a partir da
democratização cultural como forma de fortalecer e enriquecer a própria
humanidade. Somente a cultura permite quebrar preconceitos e superar barreiras
ideológicas, posicionando o ser humano como ponto de partida e chegada de todos
os esforços da humanidade;
IV - Enxergamos que a
dialogicidade que o livro estabelece, entre as diferentes culturas, permite a
superação dos limites impostos pela geografia e pelas normas, viabilizando que
a integração entre os povos se faça de forma ética e sustentável, formando
indivíduos reflexivos e autônomos, comprometidos com os valores que lhes
permitam alcançar seus objetivos sem ferir os valores do outro;
V - Defendemos que somente a
cultura legitima a civilização, distanciando-nos dos outros animais,
libertando-nos do eterno agora dos instintos e dos limites impostos pelo
meio-ambiente. Portanto, ao democratizar o saber e a cultura, promovemos a
própria humanidade e civilização;
VI – Sustentamos que os países
são tão mais fortes e ricos, quanto mais cultos são os seus cidadãos,
entendendo que investir em ações que promovem o livro é contribuir para a
construção de um mundo mais justo;
VII - Em um mundo que corre a
passos largos para a empobrecedora e reducionista padronização cultural,
lutamos pela cultura regional enquanto elemento identificador da nossa própria
identidade. Afinal, defendendo as identidades regionais que promoveremos a rica
diversidade cultural nacional que nos caracteriza enquanto povo e país;
VIII - Por isto, o Instituto
Memória Editora e Projetos Culturais concentrará seus esforços na publicação de
livros regionais e numa distribuição nacional mais efetiva, gerando e
promovendo integração com respeito às diferenças;
XIX – Para o Instituto Memória,
cada autor é considerado como o capital estratégico essencial, pois sem autor
não existem livrarias e editoras, mas o autor existirá sempre.
TECNOLOGIA DE PONTA:
O Instituto Memória já surgiu na
época digital, logo todo o seu processo de produção é digital, ou seja, print on demand, onde adotamos os
processos de estocagem praticamente zero e atendimento just in time. Evitando imobilização desnecessária, além das perdas
relacionadas à estocagem. Toda esta tecnologia gera um processo de altíssima
qualidade, seguro e ágil, com um sistema de atualização continuada das obras.
Atualmente podemos produzir completamente um livro em 24 horas.
EVOLUÇÃO:
Apesar de manter um parque
gráfico de última geração tecnológica, o Instituto Memória entende que evoluir
é agregar talentos humanos. Nossos colaboradores têm que ser apaixonados por
livros e por cultura na sua dimensão formadora/civilizadora da sociedade.
Promover, a partir da democratização do saber, uma sociedade mais justa e
digna, um mundo em que caiba todo mundo, onde exista unidade na diversidade, é
a nossa missão.
Por isto ganhamos diversos
prêmios internacionais e nacionais, entre eles o de Editora Destaque Nacional e
o Prêmio Nacional de Qualidade Editorial pela Câmara Brasileira de Cultura.
QUALIDADE:
Aliamos a mais moderna tecnologia gráfica com uma equipe motivada, qualificada
e comprometida, em parceria proativa com o Conselho Editorial. O Instituto
Memória se diferencia em todos os aspectos do processo, desde o atendimento
personalizado aos autores até a qualidade final de seus livros, quer seja nos
aspectos de conteúdo, de projeto gráfico, de impressão. Com atuação
generalista, atua com igual comprometimento com a qualidade desde as áreas de
literatura até os segmentos científico-acadêmicos. Mantém acordos e parcerias
com diversas instituições pelo Brasil, onde podemos destacar: AMAPAR; PUCPR;
UEM; UEL; UFPR; UFBA; IHGPR – Instituto Histórico e Geográfico do Paraná;
Academia Brasileira de Arte, Cultura e História, etc.
CONSELHO EDITORIAL:
O Instituto Memória mantém um
Conselho Editorial formado exclusivamente por doutores de destaque em suas
respectivas áreas de atuação profissional, que fazem a seleção das obras que
serão publicadas/lançadas no mercado e entregues à sociedade.
Prof. Dr. Carlos Roberto
Antunes dos Santos (In
Memoriam – Membro de Honra)
Pós-Doutorado em História da América Latina pela Universidade de Paris III, França. Doutor em História pela Universidade de Paris X - Nanterre, França, Mestre em História do Brasil pela UFPR - Universidade Federal do Paraná, Professor da UFPR - Universidade Federal do Paraná. Reitor da UFPR - Universidade Federal do Paraná, (1998/2002). Membro do Conselho Nacional de Educação (2003/2004) e do Conselho Superior da CAPES (2003/2004).
Pós-Doutorado em História da América Latina pela Universidade de Paris III, França. Doutor em História pela Universidade de Paris X - Nanterre, França, Mestre em História do Brasil pela UFPR - Universidade Federal do Paraná, Professor da UFPR - Universidade Federal do Paraná. Reitor da UFPR - Universidade Federal do Paraná, (1998/2002). Membro do Conselho Nacional de Educação (2003/2004) e do Conselho Superior da CAPES (2003/2004).
Prof. Dr. Luiz Felipe Viel
Moreira - Pós-Doutorado
pela Universidade Nacional de Córdoba, U.N.C., Argentina. Doutor em História Social
pela Universidade de São Paulo, USP, Brasil. Mestre em História pela
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil. Professor Associado
do Departamento de História e do Programa de Pós-graduação em História da
Universidade Estadual de Maringá, UEM, Brasil, com pesquisas em História da
América Latina.
Prof. Dr. Paulo Roberto Cimó
Queiroz - Doutorado em
História Econômica pela Universidade de São Paulo, USP, Brasil. Mestre em
História pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP,
Brasil. Professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, Brasil.
Prof. Dr. Guido Rodríguez
Alcalá - Doutorado em
Filosofia, na Diusburg Universität (1983), com bolsa da Konrad Adenauer
Stiftung. Mestre em Literatura, na Ohio University e The University of New
México, com bolsa de estudos da Fulbright-Hays Scholarship. Graduado em Direito
pela Universidade Católica de Assunção (Paraguai). Autor de numerosos livros de
poesia, narrativa e ensaio, tendo já sido publicado no Brasil a novela
Caballero (tchê!, 1994) e o ensaio Ideologia Autoritária (Funag, 2005).
Profa. Dra. Alice Fátima
Martins - Doutorado em
Sociologia pela Universidade de Brasília (2004). Mestrado em Educação - área de
Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico, pela Universidade de Brasília
(1997). Licenciatura em Educação Artística, habilitação em Artes Visuais, pela
Universidade de Brasília (1983). Atualmente é Professor Adjunto II na Faculdade
de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás, onde coordena o Curso de
Pós-Graduação em Cultura Visual.
Profa. Dra. Jalusa Prestes
Abaide - Pós-Doutorado na
Université de Saint Esprit de Kaslik, Líbano (2006). Doutora em Direito pela
Universidade de Barcelona, Espanha (2000). Mestrado em Direito pela
Universidade Federal de Santa Catarina (1990). Graduada em Direito pela
Universidade Federal de Santa Maria (1985). É professora adjunta da
Universidade Federal de Santa Maria. Integra o Conselho Editorial da Revista
Brasileira de Direito Ambiental.
Profa. Dra. Elaine Rodrigues - Doutorado em História e Sociedade pela Universidade Estadual Paulista - Júlio de Mesquita Filho (2002). Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (1994). Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Maringá (1987). Atualmente é professora Adjunta do departamento de Fundamentos da Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá.
Prof. Dr. Rafael Augustus
Sêga - Doutorado em
História do Brasil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Mestre em
História do Brasil pela Universidade Federal do Paraná. Professor da
Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Curitiba. Pós-doutorando em
Ciência Política na Universidade Federal do Paraná.
Prof. Dr. Luc Capdevila - Pós-Doutorado, Professor Titular da
Universidade de Rennes 2 (França), em História Contemporânea e História da
América Latina e Diretor do Mestrado de História das Relações Internacionais.
Membro do Conselho Científico da Universidade de Rennes 2 e do Conselho
Editorial de várias revistas científicas (CLIO Histoire, Femmes, Sociétés;
Nuevo Mundo Mundos Nuevos; Diálogos; Takwa). Especialista em História Cultural
sobre conflitos sociais contemporâneos, dirige atualmente um programa de
investigação multidisciplinar sobre a Guerra do Chaco.
Prof. Dr. Domingo César
Manuel Ighina - Doutorado
em Letras Modernas pela Universidade Nacional de Córdoba (UNC-Argentina).
Diretor da Escola de Letras da Faculdade de Filosofia e Humanidades da
Universidade Nacional de Córdoba. Professor da cátedra de Pensamento
latino-americano da Escola de Letras da Universidade Nacional de Córdoba.
Membro do Conselho Editorial da Revista Silabário.
Profa Dra. Danyelle
Stringari - Possui
graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná (2000),
Mestrado (2004) e Doutorado (2009) em Ciências Biológicas, área de concentração
Genética, pela Universidade Federal do Paraná. É professora e assessora de
pós-graduação na Universidade Estadual do Paraná, campus FAFIPAR. Atualmente é
diretora-presidente da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da FAFIPAR/UNESPAR
(FUNESPAR). Participa como pesquisadora nos Grupos de Pesquisa Indicadores de
Monitoramento Costeiro (UNESPAR) e Genética de Microrganismos (UFPR). Atua nas
áreas de Genética e Microbiologia, com ênfase em Genética Molecular e de
Microrganismos, principalmente nos seguintes temas: fungos endofíticos e
fitopatogênicos, marcadores moleculares, taxonomia e filogenia. Desenvolve
projetos de consultoria na área de informação e educação ambiental. É
consultora da Biogenomika Tecnologia em DNA (www.biogenomika.com.br) e possui
14 anos de experiência em docência no ensino superior, pós-médio, médio e
fundamental.
Profa. Dra. Gisela Maria
Bester - Possui graduação
em Direito pela Universidade de Ijuí (1991), Mestrado em Direito pela
Universidade Federal de Santa Catarina (1996), na Linha de Pesquisa
Instituições Jurídico-Políticas, e Doutorado em Direito (2002) pela
Universidade Federal de Santa Catarina - Área de Concentração Direito, Estado e
Sociedade, na Linha de Pesquisa Constituição, Cidadania e Direitos Humanos -,
com um ano de pesquisas desenvolvidas na Universidad Complutense de Madrid e na
Università degli Studi di Roma La Sapienza (modalidade Doutorado Sanduíche,
1999). É pós-doutoranda em Direito Público na Universidade de Lisboa. Vencedora
do Prêmio Ethos-Valor Econômico de Sustentabilidade, edição de 2008, na
categoria Professores. Membro da Associação Brasileira de Direito Processual
Constitucional. É associada ao CONPEDI - Conselho Nacional de Pesquisa e
Pós-Graduação em Direito e avaliadora de artigos científicos para seus eventos.
Ex-pesquisadora do CNPq e Conselheira Titular do Ministério da Justiça
(2008-2012), no CNPCP - Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.
Associada ao NELB - Núcleo de Estudantes Luso-Brasileiros da Faculdade de
Direito da Universidade de Lisboa. Atua como parecerista ad hoc para avaliação
de eventos e projetos científicos. É professora universitária – graduação e
pós-graduação – escritora e conferencista. Integra conselhos e comissões
editoriais avaliando artigos científicos e prêmios científicos.
Prof. Dr. Eduardo Biacchi Gomes - Pós-Doutor em estudos culturais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com estudos realizados na Universidade Barcelona, Faculdad de Dret. Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Professor-pesquisador em Direito da Integração e Direito Internacional da UniBrasil, Graduação e Pós-Graduação (Especialização e Mestrado). Membro do Grupo Pátrias, UniBrasil, vinculado ao Cnpq. Professor de Direito Internacional da PUCPR, Consultor do MERCOSUL para a livre Circulação de Trabalhadores (2005/2006). Foi Editor Chefe da Revista de Direitos Fundamentais e Democracia, vinculado ao Programa de Mestrado em Direto das Faculdades Integradas do Brasil, Qualis B1, desde a sua fundação e atualmente exerce as funções de Editor Adjunto.
DEPOIMENTOS:
LUIZ EDUARDO GUNTHER
(Desembargador do Tribunal de Justiça do Trabalho - Paraná)
O trabalho que
o Instituto Memória está desenvolvendo entrará para a história pelo serviço
prestado à cultura e aos autores. Está de parabéns!
FERNANDO
QUADROS
(Desembargador Federal)
Excelente
trabalho de resgate e promoção da nossa cultura e autores.
FABIANO BLEY
(Juiz Federal - Paraná):
Parabéns. O trabalho do Instituto Memória é imprescindível
neste tempo de comercialização cultural descomprometida.
ADAUTO SUANNES
(Desembargador Tribunal de Justiça de São Paulo):
Idealismo e força de produção, juntos, fizeram a diferença.
Continuem!
WELITON CARVALHO
(Juiz Estadual - Maranhão)
Entendo o surgimento do Instituto Memória como um marco no
mercado editorial nacional. Vocês resgatam na prática o verdadeiro conceito do
que ser uma editora e quais as suas responsabilidades.
LUIS RENATO PEDROSO
(Desembargador Tribunal de Justiça do Paraná - Presidente
do Centro de Letras do Paraná e Vice-presidente do Movimento Pró-Paraná)
O Instituto Memória pugna pela cultura regional
concentrando esforços na publicação de livros, gerando integração com respeito
às diferenças. Seu editor reconhece aos autores como “capital estratégico e
essencial” pois entende que “sem autores não existem livrarias e editoras, mas
autores existirão sempre”. Ou seja, é um idealista.
PAULO FERNANDO SILVEIRA
(Juiz Federal, Membro da Academia de Letras do Triângulo
Mineiro)
O Instituto Memória merece bastante aplauso e inegável
elogio. Acredito que o Instituto está trilhando o caminho certo. Espero que as
agências governamentais enxerguem isso e lhe deem maior apoio, tanto financeiro
como em termos de publicidade.
MARCOS CORDIOLLI:
(Presidente da Fundação Cultural de Curitiba)
O Instituto Memória leva-nos a pensar
sobre nosso papel neste processo de elaboração da escala de valores que define
o que é e o que não é importante para a sociedade. Divulgo os eventos,
participo dos projetos e indico a editora.
JOSÉ CARLOS VEIGA LOPES
(Presidente da Academia Paranaense de Letras - in
memoriam):
Só podemos parabenizar ao Instituto Memória pelo seu
propósito de valorizar as culturas regionais, embora seja quase uma utopia,
porque o público parece que não quer adquirir o que há de bom nas literaturas
locais, e, como o editor já disse, prefere comer bem em um bom e caro
restaurante, regado a vinho e outros quejandos, do que comprar uma boa obra
literária.
ERNANI STRAUBE
(Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná)
O Instituto Memória vem fazendo um excelente trabalho
ao resgatar e consolidar a identidade cultural do Paraná. Publicando as dezenas
de obras de interesse cultural, está difundido a nossa História e a Geografia.
Só posso elogiar o hercúleo trabalho desenvolvido pelo seu editor e responsável
por esse magnífico trabalho que honra e engrandece o Paraná. Além, do elogio,
só podemos incentivá-lo a prosseguir nesse caminho árduo, espinhoso e cheio de
tropeços, verdadeiro trabalho de gigante. Parabéns.
VALTER TOLEDO
(Presidente da Academia de Letras Maçônicas, in
memoriam):
Conheço a árdua luta do Instituto Memória e sei como é
difícil produzir e promover cultura de qualidade. Parabéns por tudo o que tens
feito e espero que o Instituto Memória consolide-se para bem da nossa cultura e dos nossos autores sérios.
JOÃO DARCY RUGGERI
(Presidente da Academia de Cultura de Curitiba):
Excelente a iniciativa, desde que,
porém, o Instituto Memória não se limite ao nosso Estado (Paraná) e, sim, ganhe
as fronteiras deste imenso e inculto (ainda e infelizmente) País de todas as
gentes.
ALICE FÁTIMA MARTINS
(Mestre em Educação e Doutor em Sociologia pela
Universidade de Brasília. Pesquisadora de pós-doutorado do Programa Avançado em
Cultura Contemporânea (PACC/UFRJ)):
Iniciativas como a do Instituto Memória são fundamentais,
por estabelecerem o contraponto ao mosaico impessoal e desidentificado dos
catálogos de opções oferecidos pelo grande mercado editorial, ao chamar seu
foco para as referências regionais, para o pensamento nacional, para autores
que pensam na e a partir de suas próprias veredas de agentes culturais.
-
ANTHONY LEAHY
Editor
Responsável
Doutor Honoris Causa - Membro do Instituto Histórico e
Geográfico do Paraná -
Membro da Academia de Cultura de Curitiba -
Conselheiro
da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.
Cidadão Honorário de
Curitiba;
Moção Honrosa pela Assembleia Legislativa do Paraná;
Comenda Bravos
Cavaleiros de São Paulo;
Medalha Simon Bolívar de Mérito Cultural
Colar Rui
Barbosa de Realizador Cultural.
Autor de 12 livros sobre Formação da Identidade
Cultural Curitiba
Palestrante sobre “Identidade Nacional e Cultura Regional”.
O que não se
compartilha, se perde!
PAGAR PARA PUBLICAR O SEU LIVRO? VOCÊ ACHA JUSTO? CONHECE A HISTÓRIA DA "SOPA DE PEDRA"?
Transferir a responsabilidade financeira da obra totalmente para o autor, é injusto e leonino com os autores.O autor investe tempo e dinheiro em qualificação, pesquisa e produção do texto em si, expõe-se a todo tipo de crítica, e ainda, tem que custear a publicação e o lançamento da obra?! Cômodo para a editora, que terceiriza o seu risco. Ou seja, o autor paga para fazer a cessão dos seus direitos autorais para a editora.
CONHECE a história da "SOPA DE PEDRA"? Um cidadão estava com muita fome e como não tinha dinheiro resolveu ferver água em uma panela em plena praça. Todos que passavam perguntavam o que era que ele estava cozinhando com tanto gosto... Ele falava para que todos escutassem que era uma deliciosa e saudável "sopa de pedra". E quem quisesse provar, bastava trazer algum ingrediente para contribuir. Uns trouxeram verdura, outros temperos, outros carne... e assim, após receber de todos os componentes de uma boa sopa, deliciou-se!
Pois bem, uma EDITORA que propõe mera venda de livro disfarçada de parceria não está oferecendo SOPA DE PEDRA? Você escreve o livro, você paga o livro, você faz o lançamento... e ela delicia-se!
CONHECE a história da "SOPA DE PEDRA"? Um cidadão estava com muita fome e como não tinha dinheiro resolveu ferver água em uma panela em plena praça. Todos que passavam perguntavam o que era que ele estava cozinhando com tanto gosto... Ele falava para que todos escutassem que era uma deliciosa e saudável "sopa de pedra". E quem quisesse provar, bastava trazer algum ingrediente para contribuir. Uns trouxeram verdura, outros temperos, outros carne... e assim, após receber de todos os componentes de uma boa sopa, deliciou-se!
Pois bem, uma EDITORA que propõe mera venda de livro disfarçada de parceria não está oferecendo SOPA DE PEDRA? Você escreve o livro, você paga o livro, você faz o lançamento... e ela delicia-se!
Não somos uma ONG, não somos subsidiados pelo governo e não somos governo, logo, enquanto empresa privada, queremos e precisamos de lucro para sobreviver e crescer, mas um lucro oriundo da soma de esforços entre a editora e os autores. Cumplicidade, entendo ser o termo correto.
Infelizmente os escritores de hoje vivemos (com o perdão da silepse) um momento particularmente difícil, pois as editoras preferem publicar autores já conhecidos e traduções ao invés de arriscar-se com autores “não famosos”, por mais talentosos que sejam. Isto vale para qualquer segmento, de literatura até o segmento acadêmico-científico. Vale também para as livrarias...
No Instituto Memória sua obra entra e vai para um Conselho Editorial enquanto um traçamos um perfil social do autor. Após análise de conteúdo, verificação dos aspectos legais (plágio, direitos de terceiros, etc) e análise de potencial comercial da obra e da representatividade do autor no segmento a que se propõe, chegaremos a um parecer que pode ser “Não publicar”, “Publicar com risco comercial” e “Publicar com potencial comercial”.
A partir deste parecer o editor e o autor conversarão sobre as possibilidades e expectativas da obra, do autor e da editora. Tudo claro e transparente. E se o autor e a editora chegarem a um acordo que seja bom para os dois, em menos de dois meses o livro é lançado em evento próprio, geralmente no Palacete dos Leões.
LEMBRE-SE: Nunca feche um negócio sem antes buscar as informações sobre a editora e sobre o editor no Google. Editor que não é autor não é editor, é mero empresário especulador. Tem que ter uma luta pública pela cultura.
CONSULTE-NOS: sac@institutomemoria.com.br
Av. Cândido de Abreu, 776 – Conj. 803 – CEP 80.530-000 – Curitiba/PR.
Central de atendimento: (41) 3061.6969
ANTHONY LEAHY - Editor
"o que não se compartilha, se perde!"
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Liberté, Egalité, Fraternité... SERÁ POSSÍVEL?
"Liberté, Egalité, Fraternité"
IGUALDADE é uma utopia
reducionista e perigosa. Não devemos lutar por igualdade, mas pelo direito a
sermos diferentes. Devemos tratar diferentemente os desiguais na medida das
suas desigualdades. Devemos lutar por unidade na diversidade, respeito na desigualdade
e direito à enriquecedora diferença.
A verdadeira salvação
do mundo e da humanidade, que eleva-nos à condição de semi-deuses, de filhos de
Deus ou, no mínimo, imagem e semelhança de Deus é a FRATERNIDADE! Ser fraterno é entendermo-nos como irmãos, ou
no mínimo, solidários de um destino comum enquanto humanidade. É entender que cada crime
e injustiça contra cada ser humano é um crime contra tora humanidade. É levar a
sério o mais sério dos ensinamentos de Jesus – O Cristo: “amai-vos uns
aos outros como eu vos amei.”. Somente em um processo de empatia
consciente chegaremos à real salvação. E só depende de nós!
domingo, 29 de dezembro de 2013
REFLEXÃO DO EDITOR: RESERVA DO POSSÍVEL, MÍNIMO EXISTENCIAL E CINISMO POLÍTICO!
O Princípio da Reserva do Possível ou Princípio da Reserva de Consistência é uma construção jurídica germânica onde regula a possibilidade e a extensão da atuação estatal no tocante à efetivação de alguns direitos (como, p.ex., os direitos sociais), condicionando a prestação do Estado à existência de recursos públicos disponíveis. Assenta-se na ideia romana de que a obrigação impossível não pode ser exigida.
De acordo com o artigo 7º, IV, da Constituição Federal, o mínimo existencial seria, portanto, aqueles direitos que estão intimamente ligados à vida e à dignidade humana não podem ser limitados em razão da escassez. Não é por outra razão que se afirma não ser a reserva do possível oponível à realização do mínimo existencial. Seu conteúdo, que não se resume ao mínimo vital, abrange também as condições socioculturais que assegurem ao indivíduo um mínimo de inserção na vida social.
Segundo o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal:
“Entre proteger a inviolabilidade do direito à vida e à saúde, que se qualifica como direito subjetivo inalienável assegurado a todos pela própria Constituição da República (art. 5º, caput e art. 196) ou fazer prevalecer, contra essa prerrogativa fundamental, um interesse financeiro e secundário do Estado, entendo – uma vez configurado esse dilema – que razões de ética jurídica impõem ao julgador uma só e possível opção: aquela que privilegia o respeito indeclinável à vida e saúde humanas”.
O mínimo existencial é um direito pré-constitucional, não positivado na Carta Magna, mas implícito no art 3º, III, como sendo um dos objetivos da República Federativa do Brasil a erradicação da pobreza.
A Lei Federal 8.742, de 07/12.93 se refere ao mínimo existencial., no art 1º:
A Lei Federal 8.742, de 07/12.93 se refere ao mínimo existencial., no art 1º:
O art 25, da Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 1948, também se refere ao mínimo existencial:"A assistência Social, direito do cidadão e dever do Estado, é política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas".
"Toda pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para assegurar a sua saúde, o seu bem-estar e o de sua família, especialmente para a alimentação, o vestuário, a moradia, a assistência médica e para os serviços sociais necessários".
Temos na civilização um pacto social, um tratado social. Para Aristóteles, a cidade é um pacto para se bem viver e a melhor comunidade é a que proporciona a melhor vida para o indivíduo.
"Não só se associam os homens para viver, senão para viver bem. Caso contrário haveria cidades de escravos e de animais. E isto é impossível porque estes não participam da felicidade".Ora, em si tratando da preservação da dignidade humana (vida, integridade e saúde), cabe ao Estado promover e garantir. Se os recursos não são suficientes, deve-se retirá-los de outras áreas (para utilizar exemplos contemporâneos, a Copa do Mundo) onde sua aplicação não está tão intimamente ligada aos direitos mais essenciais do homem. Como alegar não ter recursos enquanto escândalos de desvios de verbas estouram a cada momento? Cinismo?
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