sábado, 18 de agosto de 2012

“no meio do caminho tinha uma pedra/tinha uma pedra no meio do caminho...”

Contam que representantes de diretórios acadêmicos em Minas Gerais deitavam erudição sobre o controverso poema de Drummond: - “no meio do caminho tinha uma pedra/tinha uma pedra no meio do caminho...” 

Uns afirmavam tratar, a palavra pedra, de uma metáfora; outros de um momento constrangedor na vida do poeta; outros mais insistiam num comportamento pessoal ou, mesmo, de uma “carapuça poética” endereçada a algum desafeto... E assim por diante. 

A controvérsia ganhou pernas até que numa palestra Drummond desvendou o “segredo”: tratava-se, na verdade, de uma pedra – matéria mineral dura e sólida, da natureza das rochas – na qual tropeçara em uma caminhada matinal. 

MUIIIIITO BOOOM!


Panis et circenses!

Panis et circenses mais popularmente citada como pão e circo foi uma política criada pelos antigos romanos, que previa o provimento de comida e diversão ao povo, com o objetivo de diminuir a insatisfação popular contra os governantes. Um política assistencialista que custou caro á Roma e com certeza custará caro ao Brasil.--------------
Capa do livro: Roma - Civilização e Direito (Síntese Didática), Luiz Ricardo Michaelsen CenturiãoRoma - Civilização e Direito (Síntese Didática)
Valério Hoerner Júnior, 190 pgs.
Publicado em: 14/12/2007
Editora: Juruá Editora
ISBN: 978853621827-4
Preço: R$ 39,90

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.           

SINOPSE
Este livro, conforme palavras do Doutor e Professor René Ariel Dotti, autor do prefácio, recompõe para os leitores a vida e a contribuição milenar do Direito Romano, como tradição do Ocidente e do Oriente. E, realmente, é um trabalho de recomposição, além de posições que assume o autor diante das novas possibilidades de interpretar certos acontecimento que vêm, desde muito, a definir a História, quando e exegetismo moderno é mais do que necessário para pensar e repensar acontecimentos seculares. Continua Dotti: “na variedade de seus indicadores por capítulos, repletos de informações valiosas e redigidos com a clareza de sol mediterrâneo, ler este livro é experimentar uma sensação de renascimento das instituições e dos homens. Uma espécie de ritorno all’antico, ou da descoberta do homem como homem, a fermentação das novas concepções sobre a vida, o mundo e os indivíduos. É, na verdade, uma história inteira contada com esmerado texto, próprio de quem possui uma inequívoca erudição, tão carente nos dias de hoje e tão necessária para os dias de amanhã”.
CURRÍCULO DO AUTOR
Valério Hoerner Júnior é Advogado, Jornalista, Historiador e Professor universitário. É Mestre em Educação. Em face de sua dedicação à história de maneira geral, foi eleito para a Academia Paranaense de Letras em 1981. Sua atividade literária tem sido regular desde 1977. Acumulou, daí para frente, um expressivo número de livros publicados e aproximadamente 700 artigos em jornais diversos. Embora seu interesse esteja voltado para os fatos históricos e biográficos, prestou inestimável contribuição à língua vernácula, o que mostrou seu livro O nó da língua, no qual aprecia aspectos comumente ocorrentes na linguagem. Nos últimos anos, além de sua dedicação à história institucional da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, tem se dedicado a aspectos científicos e, assim, produziu “Latim para principiantes”, voltado a estudantes de direito, a ser brevemente publicado pela Editora Champagnat, e este, “Roma: Civilização e Direito”, editado por esta JURUÁ, cujas apreciações e destaques estão magnificamente formulados no prefácio elaborado pelo doutor René Ariel Dotti.

ESCALA DE VALORES DOS BRASILEIROS II

É O VELHO E EFICAZ PÃO E CIRCO...

ESCALA DE VALORES DOS BRASILEIROS!


SE NÃO REPENSARMOS AS NOSSAS PRIORIDADES PAGAREMOS UM PREÇO MUITO ALTO...

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo-te assim, desconhecida e obscura. Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela, E o arrolo da saudade e da ternura!




Capa do livro: Arcabuzes - Prêmio Nacional de Romance, Leo RietjensArcabuzes - Prêmio Nacional de Romance - 2ª Edição
Noel Nascimento, 280 pgs.
Publicado em: 31/10/2007
Editora: Juruá Editora
ISBN: 978853621777-2
Preço: R$ 59,90

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.           

SINOPSE
O romance "Arcabuzes" esclarece a história, a realidade social brasileira em movimento. A Pátria nascida em luta contra o colonialismo, a revolução das massas urbanas em busca da Independência, da Abolição e da República. Como conseqüência destas duas últimas revela a guerra civil com a qual a contra-revolução envolveu o país. Forças legalistas e forças rebeldes travaram batalhas, verdadeiras chacinas de combatentes, de prisioneiros e, quando vitoriosas, caçavam os adversários políticos para degolá-los.
É, por excelência, o Romance Épico do Brasil. Conta os fatos decisivos na formação do Brasil, partindo do ponto de vista do povo, personagem principal da História. Tendo como cenário os 3 Estados do Sul do Brasil, o leitor tem diante de si um livro que tenta decifrar o Brasil real na transição da Monarquia para a República.
Afinal, deflagradas as lutas, a morte faz a colheita dos ódios plantados pelo poder.
CURRÍCULO DO AUTOR
Noel Nascimento - Nasceu em Ponta Grossa em 1925, formou-se em Direito e foi membro do Ministério Público do Estado do Paraná, tendo se aposentado como Procurador de Justiça. É ao mesmo tempo romancista, ensaístas e poeta. Colaborou durante décadas em jornais e revistas com ensaios, poemas e textos literários. Publicou "A Justiça e o fim da Repressão", "Casa Verde", "Coreto de Papel", "Cosmonave", "A Nova Estética", "A Escola Humanista", “Contos Fantásticos”, “A Revolução do Brasil”, “A Nova Civilização”, entre outros. Percebe-se nele, desde logo, um pensador inconformado com a realidade que o rodeia, indignado com as contradições sociais que atormentam a humanidade. É membro da Academia Paranaense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.

Túlio Vargas - Presidente da Academia Paranaense de Letras.