Durante a manhã desta quinta-feira (14/03) duzentos alunos do Colégio Estadual do Paraná - CEP participaram de um encontro com três escritores que moram e atuam na capital paranaense: o jornalista da Gazeta do Povo Mauri Konig, o colunista do Paraná On Line Willy Schumann e o editor do Instituto Memória Anthony Leahy.
A proposta teve como objetivo abrir um ciclo de encontros com escritores, para incentivar a leitura dos jovens e principalmente despertar o interesse em escrever seu primeiro livro, ou simplesmente seu primeiro conto.
Clique aqui para acessar o site do INSTITUTO MEMÓRIA e a Livraria Virtual
quinta-feira, 14 de março de 2013
ANTHONY LEAHY PARTICIPA DE ENCONTRO LITERÁRIO NO ANIVERSÁRIO DE 167 DO CEP - COLÉGIO ESTADUAL DE PARANÁ
O jornal Café Sabor Leituras em parceira com a comissão organizadora do evento comemorativo do 167 do Colégio Estadual do Paraná - CEP, promovem o encontro 'MEU PRIMEIRO LIVRO".
Hoje, 14/03/2013, o Escritor Anthony Leahy falará sobre o tema “SER ESCRITOR: PAIXÃO OU PROFISSÃO?”. Leahy é o entusiasmado Editor do Instituto Memória, autor de mais de 12 livros sobre Curitiba, entre eles o Dicionário de Curitibanês, Cidadão Honorário de Curitiba e membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná. Para conhecer mais sobre o Leahy acesse o Blog do Editor http://teiadehistorias.blogspot.com.br/.
14/03/2013 - ANIVERSÁRIO DE CASTRO ALVES - DIA DA POESIA
“Oh! Bendito o que semeia
Livros… livros à mão cheia…
E manda o povo pensar!
O livro caindo n’alma
É germe — que faz a palma,
É chuva — que faz o mar. “
(Castro Alves, “O Livro e a América”)
sábado, 9 de março de 2013
RECEITA PARA PREPARAR CHIMARRÃO, por Aluízio França, ex-presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná. 1961, linguagem cabocla.
Dê uma boa escardação.
Depois vá ponhando erva,
Que fique acima do meão.
Acóche a erva do lado,
Batendo a cúia na mão.
Ponha um tico de água fria,
Asssim, cá cúia incrinada,
Prá enxarcar um pouco a erva,
Ficar meio batisada.
Depois Mecê encoste a bomba,
Daquela parte achatada,
E acárque a erva com jeito,
Que fique bem acamada.
Quando a água, na chalêra,
Coméce a querê pulá,
Mecê afaste ela do fogo
E encha a cúia de vagá.
Não troça a bomba nem mêxa,
Que senão entópe já.
As duas premêra chupada
Mecê guspa, assim, prô lado.
Depois da premêra cuia
é que êle fica cevádo.
Vai a erva enfortecendo
E o gosto fica firmado.
Ansin dura um chimarrão
Inté deiz cúia... há de sê.
Depois dessas déiz chupada
Fraquêja que nem o quê...
Inda que seje erva cysne
Vira logo tererê.
Aluízio França, ex-presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná. 1961, linguagem cabocla.
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| Cevando Mate nos Campos Gerais Carlos Zatti, 2ª Edição, 189 pgs. Publicado em: 29/5/2012 ISBN: 978853623810-4 Preço: R$ 39,90 Comprar Item | Mostrar Detalhes | O Andejo e a Prostituta Carlos Zatti, 2ª Edição, 103 pgs. Publicado em: 29/5/2012 ISBN: 978853623809-8 Preço: R$ 19,90 Comprar Item | Mostrar Detalhes | ||
| Peleador, O - Um Voluntário da Liberdade Carlos Zatti, 208 pgs. Publicado em: 5/3/2008 ISBN: 978853621921-9 Preço: R$ 39,90 Comprar Item | Mostrar Detalhes | |||
RODA DE CHIMARRÃO E LEITURA, COM PINHÃO!
Todos conhecem uma Roda de Chimarrão (se não conhecem, não sabem o que estão perdendo)! Todos já escutaram "passa a cuia". Ao participar de uma reunião no Recanto Nativo, pensamos no projeto RODA DE LEITURA - PASSA O LIVRO.
Um projeto de compartilhamento de análise e impressões sobre livros. Um bate-papo literário com autores e leitores. Vamos estruturar para funcionar no inverno, aí podemos unir as duas rodas: Amigos, Livros, Mate, Sapecar Pinhão... e não vá mexer na bomba!
quinta-feira, 7 de março de 2013
08/03/2013 - HOMENAGEM ÀS MULHERES NO SEU DIA: Por que Deus criou as Mulheres!
Nada mais contraditório do que ser mulher...
Mulher que pensa com o coração,
age pela emoção e vence pelo amor.
age pela emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia
e transmite cada uma delas num único olhar.
e transmite cada uma delas num único olhar.
Que cobra de si a perfeição e vive
arrumando desculpas para os erros,
daqueles a quem ama.
arrumando desculpas para os erros,
daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas, dá à luz
e depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gera.
Que dá as asas, ensina a voar, mas que não quer ver partir
os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda
que seu amor nem perceba mais tais detalhes.
que seu amor nem perceba mais tais detalhes.
Que como numa mágica transforma
em luz e sorriso as dores que sente na alma,
só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte para dar os ombros
pra quem neles precise chorar.
em luz e sorriso as dores que sente na alma,
só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte para dar os ombros
pra quem neles precise chorar.
Feliz do homem que por um dia souber,
entender a Alma da Mulher
entender a Alma da Mulher
quarta-feira, 6 de março de 2013
Dois bons amigos e muita saudade! Túlio Vargas e Francisco Filipak
Sempre acreditei no ensinamento contido em Provérbios 13: Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau. Ou seja, "Diga-me com quem tu andas e te direi quem és".
Por isto procurei cercar-me dos nobres de atitudes e sábios pois, mesmo sendo o menor deles já seria muito. Um exemplo disto está na foto abaixo onde tive o prazer de conviver com dois grandes intelectuais e exemplo de humanidade e generosidade: Túlio Vargas e Francisco Filipak.
Foram meus professores e, principalmente, amigos queridos. Espero sempre poder honrar a memória deles e de tanto outras que já se foram mas deixaram um legado e um exemplo de integridade moral.
Tive, ainda, a honra de ser seu editor! Dos dois.
Anthony Leahy, Francisco Filipak e Túlio Vargas
"Até logo, até logo, companheiro, / Guardo-te no meu peito e te asseguro: / O nosso afastamento passageiro/ É sinal de um encontro no futuro. / Adeus, amigo, sem mãos nem palavras. / Não faças um sobrolho pensativo. / Se morrer, nesta vida, não é novo, / Tampouco há novidade em estar vivo”.
(Maiakovski. Tradução de Augusto de Campos).
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