CULINARIA COM PRODUTOS CAPRINOS - AUT PARANAENSES
RECEITAS PARA MINHA FILHA QUE VAI CASAR - AUTORES
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sábado, 6 de abril de 2013
DESTAQUE PARANAENSE: ESCRITORA NEYD MONTINGELLI
VIVA E DEIXE VIVER! "Mesmo calada a boca resta o peito, silêncio na cidade não se escuta... Mesmo calado o peito, resta a cuca dos bêbados do centro da cidade"
"Quem gosta disto é idiota! Quem gosta daquilo é promiscuo! Quem admira aquilo outro é alienado!".
E por aí vai, os donos do mundo a ditar padrões estéticos, comportamentais e morais que cabem no seu próprio umbigo, que mais parece o umbigo do mundo!
QUE PERIGO! QUE PREPOTÊNCIA! Patrulhamento? Padronização! Uniformização?
Devemos ter muito cuidado com os esteriótipos... Hitler gostava de música clássica...
"Judeus, negros, homossexuais, roqueiros, drogados, ..." e por aí vão arrotando suas sentenças contra tudo e todos que ousam a ser diferentes do seu onipotente gosto e padrão. A história revela vários destes. Perigosos se com poder... Feliciano que o diga!
"Veja aquele que pinta o cabelo... que horror! E aquele que usa piercing? Aquele escuta funk... sei não!". E daí para agruparem-se em grupos que agridem, matam homossexuais e tudo mais que não concordam é um pulo!
"Comunistas! Sequestrem-os; Torturem-os; Matem-os, Sumam com eles!" .
E daí para agruparem-se em grupos que agridem, matam homossexuais e tudo mais que não concordam...
Incrível como gostam de esteriótipos e os fomenta em redundantes brincadeiras que escondem uma raiva e uma reveladora agressividade...
Patrulhamento ideológico/de gostos e opções é fascismo? SIM!
"MEU DIREITO SÓ VAI ATÉ ONDE COMEÇA O DO OUTRO!". Respeitado esta premissa, vivo e deixo viver. Se não gosto, E TENHO DIREITO A NÃO GOSTAR, exerço o meu livre arbítrio e não acompanho. Mas daí a denegrir... julgar e condenar publicamente aos outros apenas e tão somente por não concordar com as minhas opções e gostos ?!?!?! Quem sou eu? DEUS?! Quem me deu este poder? Respeito é bom e eu gosto e portanto tenho que respeitar aos outros! Ou é hipocrisia? "Faço o que eu digo mas não faça o que faço?".
Defendo a diversidade, em todos os seus aspectos, como elemento enriquecedor do mundo. Para que sermos um se podemos ser muitos? A escolha e opção é minha e para mim, apenas e tão somente!
O mundo cabe todo mundo. Só tem valor os meus pares, os meus iguais? Aos amigos tudo e ao restante o repúdio, o escárnio... e depois? a morte? "Matem o negros, os judeus, os homossexuais... as aberrações que ousam pensar e ser diferentes de mim...".
Já vi este filme e não gostei! Que tipo de tapete é este a cobrir anseios e frustrações transformados em raiva e perseguição implacável?
Feio, obsceno e vergonhoso é a fome, a corrupção e a covarde apatia que faz-nos calar diante de tanta injustiça contra o ser humano! O que é lixo para uns é luxo para outros.
Não julgo ninguém pelo jeito de falar, mas, antes, pela sua mensagem. Não julgo ninguém pela sua forma de vestir, dançar, suas opções sexuais, estéticas e ideológicas, mas, antes, e principalmente, pelas sementes que planta nas suas atitudes diárias, reais, efetivas, em prol da construção de um futuro mais justo e digno em um mundo que caiba todo mundo.
E para os que pensam diferente, parabéns e graças a Deus. Gosto e defendo o contraditório como particular "mater" de uma sociedade de direito. Fica o pensamento largamente utilizado e creditado a Voltaire, mas que é de Evelyn Beatrice Hall, que a utilizou em correspondência com o ensaísta: "Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderia até a morte o direito de dizê-las!".
Poema de autoria de Eduardo Alves da Costa, 1935, no caminho com Maiakóvski:
"Na primeira noite, eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta."
OU NA VERSÃO DE Bertold Brecht:
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar... "
E por aí vai, os donos do mundo a ditar padrões estéticos, comportamentais e morais que cabem no seu próprio umbigo, que mais parece o umbigo do mundo!
QUE PERIGO! QUE PREPOTÊNCIA! Patrulhamento? Padronização! Uniformização?
Devemos ter muito cuidado com os esteriótipos... Hitler gostava de música clássica...
"Judeus, negros, homossexuais, roqueiros, drogados, ..." e por aí vão arrotando suas sentenças contra tudo e todos que ousam a ser diferentes do seu onipotente gosto e padrão. A história revela vários destes. Perigosos se com poder... Feliciano que o diga!
"Veja aquele que pinta o cabelo... que horror! E aquele que usa piercing? Aquele escuta funk... sei não!". E daí para agruparem-se em grupos que agridem, matam homossexuais e tudo mais que não concordam é um pulo!
"Comunistas! Sequestrem-os; Torturem-os; Matem-os, Sumam com eles!" .
E daí para agruparem-se em grupos que agridem, matam homossexuais e tudo mais que não concordam...
Incrível como gostam de esteriótipos e os fomenta em redundantes brincadeiras que escondem uma raiva e uma reveladora agressividade...
Patrulhamento ideológico/de gostos e opções é fascismo? SIM!
"MEU DIREITO SÓ VAI ATÉ ONDE COMEÇA O DO OUTRO!". Respeitado esta premissa, vivo e deixo viver. Se não gosto, E TENHO DIREITO A NÃO GOSTAR, exerço o meu livre arbítrio e não acompanho. Mas daí a denegrir... julgar e condenar publicamente aos outros apenas e tão somente por não concordar com as minhas opções e gostos ?!?!?! Quem sou eu? DEUS?! Quem me deu este poder? Respeito é bom e eu gosto e portanto tenho que respeitar aos outros! Ou é hipocrisia? "Faço o que eu digo mas não faça o que faço?".
Defendo a diversidade, em todos os seus aspectos, como elemento enriquecedor do mundo. Para que sermos um se podemos ser muitos? A escolha e opção é minha e para mim, apenas e tão somente!
O mundo cabe todo mundo. Só tem valor os meus pares, os meus iguais? Aos amigos tudo e ao restante o repúdio, o escárnio... e depois? a morte? "Matem o negros, os judeus, os homossexuais... as aberrações que ousam pensar e ser diferentes de mim...".
Já vi este filme e não gostei! Que tipo de tapete é este a cobrir anseios e frustrações transformados em raiva e perseguição implacável?
Feio, obsceno e vergonhoso é a fome, a corrupção e a covarde apatia que faz-nos calar diante de tanta injustiça contra o ser humano! O que é lixo para uns é luxo para outros.
Não julgo ninguém pelo jeito de falar, mas, antes, pela sua mensagem. Não julgo ninguém pela sua forma de vestir, dançar, suas opções sexuais, estéticas e ideológicas, mas, antes, e principalmente, pelas sementes que planta nas suas atitudes diárias, reais, efetivas, em prol da construção de um futuro mais justo e digno em um mundo que caiba todo mundo.
E para os que pensam diferente, parabéns e graças a Deus. Gosto e defendo o contraditório como particular "mater" de uma sociedade de direito. Fica o pensamento largamente utilizado e creditado a Voltaire, mas que é de Evelyn Beatrice Hall, que a utilizou em correspondência com o ensaísta: "Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderia até a morte o direito de dizê-las!".
Poema de autoria de Eduardo Alves da Costa, 1935, no caminho com Maiakóvski:
"Na primeira noite, eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta."
OU NA VERSÃO DE Bertold Brecht:
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar... "
quarta-feira, 3 de abril de 2013
"VIAJAR É PRECISO? CRÔNICAS DE VIAGEM" - COLEÇÃO RUMOS - LIVRO II
Sucesso absoluto o livro I da coleção Rumos: E
AGORA?
E agora?
Resta-nos lançar o livro II:
VIAJAR É
PRECISO? CRÔNICAS DE VIAGEM
Veja quem já confirmou presença neste livro:
Beto Richa (Governador do Paraná) – Estrela Ruiz Leminski (Escritora e Música) -
Eri Kunrath (Empresário e Presidente do Rotary Club de Curitiba – Curitibão) – José Aparecido
Fiori (Jornalista) - Bebeti Mader do Amaral Gurgel (Jornalista) - Marilena
Wolf de Mello Braga (Empresária e Escritora) – Fabiano Bley (Juiz Federal e Escritor) – Luiz Eduardo
Gunther (Desembargador do Trabalho e Escritor) ...
E você? Vai participar ou não?
Saia da
sombra e compartilhe suas experiência de viagem. Maiores informações no E-MAIL
editora@institutomemoria.com.br
Viajar é preciso! Porém, se no aspecto de
precisar, necessitar, a afirmação está correta, no aspecto de precisão,
exatidão deixa muito a desejar. Todos que viajam, seja para a mais distante e exótica localidade, seja para o
estado vizinho, enfrentam choques de realidade – culturais e comportamentais –
que podem ser classificados de tragicômicos. Trágico no momento e cômico
depois... lógico!
Esta coleção visa resgatar os guardados da memória propiciando reviver a partir do compartilhamento destes momentos. Quantos livros vão ser? Tantos quantos foram as viagens e o prazer de imortalizá-las.
Esta coleção visa resgatar os guardados da memória propiciando reviver a partir do compartilhamento destes momentos. Quantos livros vão ser? Tantos quantos foram as viagens e o prazer de imortalizá-las.
CONHEÇA O LIVRO I – E
AGORA? – CRÔNICAS DE VIAGEM – COLEÇÃO RUMOS
Álvaro
Dias (Senador) - Lígia Guerra (Psicologa, Escritora e Consultora da
RPC/Rede Globo) - Marcos Meier (Educador, Escritor e Consultor da RPC/Rede
Globo) - Marcos Cordiolli (Escritor, Presidente da Fundação Cultural de
Curitiba) - Anthony Leahy (Escritor, Palestrante e Editor) -Eloi Zanetti
(Escritor e Publicitário) – Helio de Freitas Puglielli (Jornalista e
Professor UFPR) - Jocelino Freitas (Escritor e Advogado) - Neyd
Montingelli (Escritora e Palestrante) - Willy Schumann (Escritor,
Jornalista e Cineasta) - Carlos Fernando Mazza (Ator e Jornalista) –
Adauto Suannes (Escritor e Desembargador/SP) – Sérgio Luiz Sottomaior Arzua
Pereira (Escritor e Palestrante) – Inara Francisco (Psicológa e Palestrante) –
Ana Carolina Pacheco Bittencourt (Psicológa e Editora da Juruá Psicologia) –
Carolina Vila Nova (Escritora e Roteirista).
ÚLTIMOS LANÇAMENTOS DO INSTITUTO MEMÓRIA
segunda-feira, 1 de abril de 2013
LANÇAMENTO LITERÁRIO BENEFICENTE EM IMPERATRIZ - MARANHÃO
O Instituto Memória e a Livraria Nobel Imperatriz – Maranhão – convidam para a
noite de autógrafo do livro “CABEÇA NAS NUVENS, PÉS NO CHÃO” de autoria de
WELITON CARVALHO, Juiz de Direito da Quarta Vara Criminal de Imperatriz. Na
ocasião será exposto e sorteado um quadro doado pelo artista plástico e
ilustrador da obra, Tonneves.
A venda será revertida em favor
de Otávio, um garoto de 6 anos que precisa ir a China, Índia ou Coréia para
tratamento, vez que depois de um acidente, o menor não ouve, não fala nem
enxerga. A esperança é ser submetido a tratamento a partir de células
tronco.
“O
que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos
bons.”
Martin
Luther King
Anthony Leahy – Editor
domingo, 31 de março de 2013
LITERATURA E ARTE ÀS DÚZIAS!
I TERTÚLIA LITERÁRIA INSTITUTO MEMÓRIA FOI SUCESSO ABSOLUTO
Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
(“Razão de Ser” - Leminski)
Anthony Leahy, Ubiratan, professor Helio e o poeta Orlando Woczikosky
ANTHONY LEAHY – EDITOR DO INSTITUTO MEMÓRIA – CURADOR DA TERTÚLIA LITERÁRIA
DESEMBARGADOR GUNTHER E O EDITOR ANTHONY LEAHY
Anthony Leahy e Eri Konrath
Mais de 200 participantes, entre jornalistas, professores universitários, cineastas, historiadores e leitores em geral, lotaram o Palacete dos Leões para prestigiarem aos 15 lançamentos de livros e os mais de 40 autores participantes. Uma bonita festa entre livros e amigos! Já no terceiro ano consecutivo com eventos mensais promovendo a cultura brasileira e dando Vez e Voz aos autores nacionais.
Segundo o Instituto Caros Ouvintes de Estudos das Mídias: “ Literatura e arte às dúzias! Sonho, ilusão, quimera ou Khimaira para lembrar a origem grega do substantivo? Errou. É a I Tertúlia Literária Instituto Memória promovida pelo próprio em parceria com o BRDE já no seu terceiro ano.”
A escritora e psicóloga Lígia Guerra resume com o brilhantismo que lhe é característico: "Foi muito bacana o nosso encontro entre amigos. Franz Kafka afirmou que “um livro deve ser o machado que quebra o mar gelado em nós. “ Eu acrescentaria que ele quebra gelos e constrói pontes. Nós fizemos isso ontem. foi uma honra ter feito parte desse momento histórico da Cultura Paranaense".
Segundo o jornalista José Aparecido Fiori: “Concorridíssimos os eventos tertúlicos e telúricos realizados com pompa e garra pelo curitibaiano e maior editor deste país, Anthony Leahy, agora há pouco, no Solar dos Leões. Muito bom o ágape, o reencontro com amigos há tempos escondidos, nem vou citar nomes, senão farei injustiça a outros.“
Segundo o advogado e escritor Jocelino Freitas: “Evento memorável, palacete lotado. É em ocasiões como essa que penso que a cultura ainda tem jeito. Parabéns por mais esta iniciativa do Instituto Memória”
Segundo o escritor e Desembargador do Trabalho Luiz Eduardo Gunther: “Os eventos do Instituto Memória estão ocupando um importante espaço antes vago na cultura curitibana. Importante e meritoso trabalho!”
Segundo a escritora Neyd Montingelli: “Uma alegre família reunida em uma bonita festa!”
Segundo o jornalista e escritor Willy Schumann: “Um ambiente inspirador!”
Segundo o escritor Sergio Arzua: “Já virou uma tradição!”
Segundo Eri Kunrath Presidente do Rotary Club de Curitiba: “Eu admiro a persistência e coerência do Anthony. Alguém tem que ‘comprar’ esta luta e ninguém melhor do que ele.”
Segundo o escritor Ubiratan Lustosa: “Foi uma honra e um orgulho participar!”
Segundo a escritora Carolina Vila Nova: “Tudo de maravilhoso!”
Cabe um agradecimento especial à ACP - Associação Comercial do Paraná - que enviou os itens para sorteio e aos amigos da Receita Federal – representada pelo Auditor Luis França Filho - que promoveram e prestigiaram ao evento.
A II TERTÚLIA LITERÁRIA INSTITUTO MEMÓRIA SERÁ NO PRÓXIMO DIA 30/04/2013. NÃO PERCA!
Anthony Leahy – Editor
Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História - SP
Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e da Academia de Cultura de Curitiba
-----------------
Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e da Academia de Cultura de Curitiba
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LEAHY REALIZA MAIS UMA
CONCORRIDA NOITE ENTRE LIVROS E AMIGOS:
I TERTÚLIA LITERÁRIA INSTITUTO MEMÓRIA
O editor Anthony Leahy tomou a iniciativa de encomendar crônicas de viagem a um grupo heterogêneo de pessoas, incluindo nomes conhecidos no mundo literário paranaense e outros nem tanto. O Senador Álvaro Dias, por exemplo, provavelmente terá publicada a primeira crônica que escreveu na vida. O volume “E agora?”, lançado juntamente com outros livros, no Palacete dos Leões, na noite de terça feira – 26/03/13 -, enfeixa textos do Senador, de Lígia Guerra (psicóloga, escritora e consultora da RPC/Rede Globo), Marcos Meier (educador, escritor e Consultor da RPC/Rede Globo), Marcos Cordiolli (escritor, presidente da Fundação Cultural de Curitiba), Anthony Leahy (escritor, palestrante e editor), Eloi Zanetti (escritor e publicitário), Helio de Freitas Puglielli (jornalista e professor UFPR), Jocelino Freitas (escritor e advogado), Neyd Montingelli (escritora e palestrante), Willy Schumann (escritor, jornalista e cineasta), Carlos Fernando Mazza (ator e jornalista), Adauto Suannes (escritor e Desembargador/SP), Sérgio Luiz Sottomaior Arzua Pereira (escritor e palestrante), Odilon Sottomaior Macedo (escritor e Palestrante) e Inara Francisco (psicológa e palestrante). O editor promete dar continuidade à publicação de coletâneas de crônicas, já com outros volumes em planejamento para integrar a coleção “Rumos”
Jornalista Aroldo Murá – Jornal Indústria & Comércio
Jornalista Aroldo Murá – Jornal Indústria & Comércio
sexta-feira, 29 de março de 2013
CURITIBA: 320 ANOS! Anthony Leahy
“ Em vão percorro a cidade
com meus claros olhos de antes.
As ruas não são as mesmas . . .
E são outros os passantes.”
Helena Kolody
Ah, Curitiba!
Curitiba dos vampiros e polaquinhas;
Curitiba dos jogos de búrico;
Curitiba das pêras d´água, ameixas, pêssegos e caquis;
Curitiba das quaresmeiras e do LeitÊ –QuentÊ;
Curitiba que acendia o foco, benzia os carros nos Capuchinhos e fazia novena na Igreja do Perpetuo Socorro.
Ah, Curitiba!
Curitiba dos bosques da Providência e Cruzeiro;
Curitiba dos pianos Essenfelder;
Curitiba dos bailões e dos bidês – criados mudos;
Curitiba de comer cuque e schnecke;
Curitiba da vinawurst e rollmops;
Curitiba do trubisko, capilé e barquilha.
Ah, Curitiba!
Curitiba do bigorrilho, e não Champagnat;
Curitiba do zoológico no passeio público e da rodoviária no Guadalupe;
Curitiba dos bondes e belvederes;
Curitiba da antiga escola normal e da mestra Júlia Wanderlei – eterna;
Curitiba do Campo do Poti e do Campo da Galícia.
Ah, Curitiba!
Curitiba da padaria do Adolfo Mueller e do cine Palácio;
Curitiba das balas Zequinha, do dirigível e da neve;
Curitiba da Otília e do bar Guairacá;
Curitiba da HM do Rio Grande ao Grande Rio;
Curitiba da ZYM-5, a voz nativa da terra dos pinheirais;
Curitiba de Nhô Belarmino e Nhá Gabriela e as mocinhas da cidade;
Curitiba de Leminski e Poty;
Curitiba de Helena Kolody.
Ah, Curitiba!
São tantas as lembranças que não pude ter,
Ah, Curitiba!
Anthony Leahy
com meus claros olhos de antes.
As ruas não são as mesmas . . .
E são outros os passantes.”
Helena Kolody
Ah, Curitiba!
Curitiba dos vampiros e polaquinhas;
Curitiba dos jogos de búrico;
Curitiba das pêras d´água, ameixas, pêssegos e caquis;
Curitiba das quaresmeiras e do LeitÊ –QuentÊ;
Curitiba que acendia o foco, benzia os carros nos Capuchinhos e fazia novena na Igreja do Perpetuo Socorro.
Ah, Curitiba!
Curitiba dos bosques da Providência e Cruzeiro;
Curitiba dos pianos Essenfelder;
Curitiba dos bailões e dos bidês – criados mudos;
Curitiba de comer cuque e schnecke;
Curitiba da vinawurst e rollmops;
Curitiba do trubisko, capilé e barquilha.
Ah, Curitiba!
Curitiba do bigorrilho, e não Champagnat;
Curitiba do zoológico no passeio público e da rodoviária no Guadalupe;
Curitiba dos bondes e belvederes;
Curitiba da antiga escola normal e da mestra Júlia Wanderlei – eterna;
Curitiba do Campo do Poti e do Campo da Galícia.
Ah, Curitiba!
Curitiba da padaria do Adolfo Mueller e do cine Palácio;
Curitiba das balas Zequinha, do dirigível e da neve;
Curitiba da Otília e do bar Guairacá;
Curitiba da HM do Rio Grande ao Grande Rio;
Curitiba da ZYM-5, a voz nativa da terra dos pinheirais;
Curitiba de Nhô Belarmino e Nhá Gabriela e as mocinhas da cidade;
Curitiba de Leminski e Poty;
Curitiba de Helena Kolody.
Ah, Curitiba!
São tantas as lembranças que não pude ter,
Ah, Curitiba!
Anthony Leahy
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