quarta-feira, 3 de julho de 2013

Conheça a Coleção Rumos: Crônicas de Viagem!

A Coleção Rumos visa resgatar os guardados da memória propiciando revivê-los, a partir do compartilhamento destes momentos. Lembremo-nos: o que não se compartilha se perde! Quantos livros vão ser? Tantos quantas forem as viagens e o prazer de imortalizá-las.  Anthony Leahy - Editor

No Livro III - "A BORDO DO MUNDO” – participaram:
Anthony Leahy (Editor e Escritor); Bebeti Mader do Amaral Gurgel (Escritora e Jornalista); Daniel Medeiros (Professor e Consultor); Guido Viaro (Escritor membro da Academia Paranaense de Letras); Jeanine Rolim (Escritora e Consultora); Jocelino Freitas (Advogado e Escritor); Laercio Demarch (Gerente Editorial da Fnac Curitiba); Luiz Apolonio (Diretor da Livraria Fnac Ribeirão Preto); Marcos Cordiolli (Escritor e Presidente da Fundação Cultural de Curitiba); Maria Sampaio ( Escritora); Marilena Wolf de Mello Braga (Empresária e Escritora); Neyd Montingelli (Escritora); Ricardo Costa de Oliveira (Escritor, Sociólogo e Professor UFPR); Osiris Duarte de Curityba (Escritor); Rubens Gennaro (Produtor de Cinema e Empresário); Sérgio Brandão (Jornalista e Consultor); Susana Arceno Silveira (Escritora); Wilson Picler (Político e Presidente do Grupo Uninter).




No Livro II - "VIAJAR É PRECISO?” – participaram:
Bebeti Mader do Amaral Gurgel (Jornalista) – Bernadete Zagonel (Escritora e Vice-presidente de cultura da Associação Comercial do Paraná) – Eri Kunrath (Empresário e Presidente do Rotary Club de Curitiba – Curitibão) – Esther Jardim (Escritora) – Izabel Rosa (Escritora) – Ivone Lange (Escritora) – Jocelino Freitas (Escritor) – José Aparecido Fiori (Jornalista) – Marcos Cordiolli (Escritor e Presidente da Fundação Cultural de Curitiba) – Mara Sampaio ( Escritora) – Marilena Wolf de Mello Braga (Empresária e Escritora) – Neyd Montingelli (Escritora) – Luiz Eduardo Gunther (Desembargador no Trbunal do Trabalho-TRT 9 e Escritor).

VEJA O LANÇAMENTO DESTE LIVRO ACESSANDO O LINK ABAIXO:


No Livro I - "E AGORA"? – participaram:
Álvaro Dias (Senador) - Lígia Guerra (Psicóloga, Escritora e Consultora da RPC/Rede Globo) -Marcos Meier (Educador, Escritor e Consultor da RPC/Rede Globo) - Marcos Cordiolli (Escritor, Presidente da Fundação Cultural de Curitiba) - Anthony Leahy (Escritor, Palestrante e Editor) -Helio de Freitas Puglielli (Jornalista e Professor UFPR) - Jocelino Freitas (Escritor e Advogado) - Neyd Montingelli (Escritora e Palestrante) - Willy Schumann (Escritor, Jornalista e Cineasta) - Adauto Suannes (Escritor e Desembargador/SP) – Sérgio Luiz Sottomaior Arzua Pereira (Escritor e Palestrante) – Inara Francisco (Psicológa e Palestrante) – Ana Carolina Pacheco Bittencourt (Psicológa e Editora da Juruá Psicologia) – Carolina Vila Nova (Escritora e Roteirista) – Odilon Oscar Sottomaior Macedo (Escritor e Palestrante). 

VEJA O LANÇAMENTO DESTE LIVRO ACESSANDO O LINK ABAIXO:

domingo, 23 de junho de 2013

INSTITUTO MEMÓRIA COM NOVA SEDE PASSA A FAZER PARTE DA REDE NACIONAL DE NEGÓCIOS INTELIGENTES




Av. Cândido de Abreu, 776 – Conj. 803 – CEP 80.530-000 – Curitiba/PR.

Central de atendimento: (41) 3061.6969.



Além de salas de reunião e sala de convenção para 100 pessoas em Curitiba, possuímos estrutura de atendimento nas seguintes capitais: 


Porto Alegre – Brasília – Belo Horizonte – Salvador – Rio de Janeiro e São Paulo.

sábado, 22 de junho de 2013

ESTE É O VANDALISMO E A BARBÁRIE QUE IMPORTA! Vão para a Cadeia ou não vão?

Não entendo! Será que somos tão inocentes a ponto de entrar no coro contra os ditos vândalos e baderneiros? Os mensaleiros estão soltos e ainda exercendo mandados políticos e ocupando importantes espaços. É roubo para todo lado e a cada dia um escândalo novo. Desvio de verbas, tráfego de influência, dinheiro na cueca, superfaturamento... e parece que o importante é um grupo minoritário, mal educados até por não ter acesso à educação, é que são importantes. Repito que o dinheiro que apenas um político rouba em uma no paga todos os estragos que os vândalos fizeram... Não se trata de apoiar baderna, barbárie ou vandalismo, mas de focar no que realmente é importante e não se deixar manipular transformando o acessório no principal e esquecendo o principal!
Eduque o povo, dê-lhe o exemplo, e não será necessário punir os vândalos no futuro.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

"Mas, se ergues da justiça a clava forte,/Verás que um filho teu não foge à luta,/Nem teme, quem te adora, a própria morte."

Quanto maior a pressão(compressão), maior vai ser a reação (extensão)! Ou seja, quanto maior o desrespeito continuado ao povo, diretamente proporcional será a reação do povo em relação à pretença ordem instituída.  Na física clássica, uma mola pode ser vista como um dispositivo que armazene a energia potencial esticando as ligações entre os átomos de um material elástico. A lei de Hooke da elasticidade indica que a extensão de uma haste elástica (seu comprimento distendido menos seu comprimento relaxado) é linear proporcional á sua tensão e á força usada para esticá-la. Similarmente, a contração (extensão negativa) é proporcional à compressão (tensão negativa).
Vândalos e bárbaros são os que tratam o povo como indigentes, comprando o seu voto e trocando a sua consciência por água, comida e moradia. Vandalismo e barbárie é transformar o povo em miseráveis e indigentes mendigos, sem caráter nem dignidade. Vandalismo e barbárie é morrer gente em filas de hospitais públicos enquanto se gasta milhões para atender exigências externas de FIFA, subvertendo os valores. Somente o dinheiro que um político corrupto rouba já dá para recuperar todos os estragos no patrimônio público. Se for só com canção e flores não se mudará nada. A elite dominante tem que notar o poder da massa e repensar seus atos e ações. Tem que ter medo. Enquanto um assassino mata durante a sua vida criminosa umas 50 pessoas, 1 político ladrão que desvia recursos da saúde mata milhares...

Quem não luta por seus direitos não os merece! Essencial lutar pelos direitos, afinal todos os direitos da humanidade foram conquistados pela luta. Todo e qualquer direito, seja o direito de um povo, seja o direito do indivíduo, só se afirma por uma disposição ininterrupta para a luta.
"Um país que crianças elimina;
E não ouve o clamor dos esquecidos;
Onde nunca os humildes são ouvidos;
E uma elite sem Deus é que domina;
Que permite um estupro em cada esquina;
E a certeza da dúvida infeliz;
Onde quem tem razão passa a servis;
E maltratam o negro e a mulher;
Pode ser o país de quem quiser;
Mas não é, com certeza, o meu país.

Um país onde as leis são descartáveis;
Por ausência de códigos corretos;
Com noventa milhões de analfabetos;
E multidão maior de miseráveis;
Um país onde os homens confiáveis não têm voz,
Não têm vez,
Nem diretriz;
Mas corruptos têm voz,
Têm vez,
Têm bis,
E o respaldo de um estímulo incomum;
Pode ser o país de qualquer um;
Mas não é, com certeza, o meu país.

Um país que os seus índios discrimina;
E a Ciência e a Arte não respeita;
Um país que ainda morre de maleita, por atraso geral da Medicina;
Um país onde a Escola não ensina;
E o Hospital não dispõe de Raios X;
Onde o povo da vila só é feliz;
Quando tem água de chuva e luz de sol;
Pode ser o país do futebol;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Um país que é doente;
Não se cura;
Quer ficar sempre no terceiro mundo;
Que do poço fatal chegou ao fundo;
Sem saber emergir da noite escura;
Um país que perdeu a compostura;
Atendendo a políticos sutis;
Que dividem o Brasil em mil brasis;
Para melhor assaltar, de ponta a ponta;
Pode ser um país de faz de conta;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Um país que perdeu a identidade;
Sepultou o idioma Português;
Aprendeu a falar pornô e Inglês;
Aderindo à global vulgaridade;
Um país que não tem capacidade;
De saber o que pensa e o que diz;
E não sabe curar a cicatriz;
Desse povo tão bom que vive mal;
Pode ser o país do carnaval;
Mas não é, com certeza, o meu país!"

quarta-feira, 19 de junho de 2013

REVOLTA, PROTESTO E HIPOCRISIA!

MEU DIREITO SÓ VAI ATÉ ONDE COMEÇA O DO OUTRO!
Não se trata de esquerda ou direita, mas, antes, de abdicarmos da moral oportunista que nos faz cínicos e hipócritas. Falamos o tempo todo de políticos como se fossem extraterrestres, mas todos sabemos que os políticos são amostragem da própria sociedade que os elege. Todos nós temos que modificar a nossa postura diante do coletivo, da comunidade,  seja ao jogar lixo na rua, seja ao parar em fila dupla no trânsito, seja ao tentar subornar agentes públicos, seja tentando conseguir uma ajudar extra-oficial de um conhecido que trabalha em órgãos públicos, seja ao comprar produtos piratas...

ou seja, toda vez que colocamos o nosso interesse particular à frente de todos e de tudo, estamos adotando a mesma atitude que repudiamos nos políticos. Eles apenas têm mai
s acesso...  Na Grécia antiga fazia-se o contraste entre o koinón, equivalente ao público, e o ídion, o equivalente ao privado. Deste último termo, veio a expressão pejorativa idiótes, com o sentido de vulgar, de ignorante, de pessoa que apenas se preocupava consigo mesmo, em oposição ao polítes, ao cidadão. Ou seja, quem quiser salvar a sua árvore que proteja a floresta!

No Século XVII esvaziavam os seus fétidos penicos/urinóis pela janela, diretamente na rua. Absurdo? E o que dizer de que até pouquíssimo tempo todos entendiam certo levar o seu cachorro para fazer as suas necessidades nos espaços públicos? E muitos ainda fazem... Será, realmente, que precisamos de uma Lei punitiva para tudo? Só assim aprendemos?

Acho importante protestar! Essencial lutar pelos direitos, afinal todos os direitos da humanidade foram conquistados pela luta. Todo e qualquer direito, seja o direito de um povo, seja o direito do indivíduo, só se afirma por uma disposição ininterrupta para a luta.   Mas entendo, também, que devemos revolucionar a nossa própria existência cotidiana. Falar é fácil, apontar o dedo aos erros alheios, também. Agora, ter uma ação coerente com o discurso...

segunda-feira, 17 de junho de 2013

MERCADO EDITORIAL: Novos tempos, novos meios!

Hoje, onde o acesso à publicação de livros por uma editora foi democratizada; onde o posicionamento e distribuição das obras também foram viabilizadas/capilarizadas pela internet, notamos que o diferencial é/será, cada vez mais, na proposta de atuação da editora: temos que transformar a editora em uma promotora do conhecimento e da cultura, Promover ações de efervescência cultural é o caminho para que ela deixe de ser um simples impressora de livros.

Não basta dizer-se editora, tem que ter uma ação real consolidada e uma missão institucional convalidada no ativismo cultural diário. Não basta dizer-se editor, tem quem ter uma ação efetiva pró-cultura e pró-autores. Um editor tem que estar onde os leitores e autores estão, não mais trancados e isolados dentro de gabinetes e salas. Por isto, o Instituto Memória promove, mensalmente, lançamentos em diversos estados do Brasil. Por isto, o editor do Instituto Memória, Anthony Leahy, sempre escreve sobre mercado editorial e livreiro, além de proferir palestras diversas.

Lógico que as grande editoras comerciais ainda sobrevivem e sobreviverão. Mas, caso você não esteja publicando por uma das gigantes dos livros, pesquise se sua editora tem uma distribuição em larga escala; se sua editora promoverá a sua obra por meio da imprensa e de campanhas publicitárias. Se realiza ações de lançamento e posicionamento da obra junto à sociedade. Ou se é mera é escala de produção, impessoal e despersonalizada, onde o que vale é apenas a mera mensuração quantitativa de quantas obras publica por dia, mas sem nenhum trabalho pós-publicação. Uma obra literária é tal e qual um filho: temos que cuidar que nasça bem, mas temos que acompanhar o seu desenvolvimento para que realize o seu potencial efetivo e não morra de esquecimento e descaso.

Pulique já a sua obra!
 
O que não se compartilha, se perde!

Instituto Memória: 10 Anos Dando Vez e Voz à Cultura Nacional.

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ANTHONY LEAHY - Editor - TIM 41.9911 2217 - CLARO 41.8735 4899
Doutor Honoris Causa - Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná - Membro da Academia de Cultura de Curitiba - Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.
Cidadão Honorário de Curitiba; Moção Honrosa pela Assembleia Legislativa do Paraná; Comenda Bravos Cavaleiros de São Paulo; Medalha Simon Bolívar de Mérito Cultural e Colar Rui Barbosa de Realizador Cultural.
Autor de 12 livros sobre Formação da Identidade Cultural Curitiba e Palestrante sobre “Identidade Nacional e Cultura Regional”.
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INSTITUTO MEMÓRIA EDITORA & PROJETOS CULTURAIS
10 anos de atuação nacional, já tendo publicado mais de 250 obras por todo território nacional.
Detentor, dentre outros 20 prêmios, das Comendas "Editora Destaque Nacional" e "Prêmio Qualidade Editorial" pela Câmara Brasileira de Cultura.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

21/05/2013 - II TERTÚLIA LITERÁRIA INSTITUTO MEMÓRIA

MAIS DE 400 PRESENTES EM UMA NOITE ENTRE LIVROS E AMIGOS!
10 Anos Dando Vez e Voz à Cultura Nacional

Caríssimos AMIGOS participantes, autores, leitores, jornalistas... cúmplices!

Foi uma bonita e concorrida festa de entrega dos nossos livros à sociedade. Os livros, a partir deste momento, não são mais nossos, antes, são de cada leitor. Para isto escrevemos, não é verdade?

E fico feliz em poder transformar amigos virtuais em "de carne e osso". O virtual é somente uma ponte, mas gosto de gente, e gosto do que somos capazes quando somamos em prol de um objetivo! Quando nos acumpliciamos, fazemos acontecer, não é verdade?

Agradeço a todos os autores a quem tive a honra de ser editor. Repito que sem autores não existiriam editoras e livrarias, mas autores existirão sempre. Parabéns. Fizemos a a nossa parte, pois o que não se compartilha, se perde! Agora vocês não somente autores, mas amigos e cúmplices do Instituto Memória e deste quixotesco editor, meio louco, meio sonhador, lutando contra os dragões da indiferença com a nossa cultura e identidade.

E o outro lado da mesma moeda é o Leitor, ponto convergente de todos os nossos esforços, a quem agradeço o apoio expressado em noite linda, entre livros e amigos!

Gostaria de ressaltar e agradecer ao amigo e parceiro
Marcos Cordiolli
– Secretário de Cultura de Curitiba, Presidente da Fundação Cultural – pelo esforço e pessoal empenho para que para que tudo desse certo. Conheci o Marcos há algum tempo – as pessoas que lutam pela cultura sempre se encontram – e nossos paradigmas se identificaram de imediato. Veja que eu luto pela diversidade cultural nacional a partir da proteção e promoção das identidades regionais. Marcos luta pela cultura em todas as suas formas e entende - muito acertadamente - que a cultura não pode ficar restrito a alguns poucos, mas, antes, deve fazer parte do cotidiano de toda a população. Ou seja, juntou a fome com a vontade de comer! Estamos juntos, meu amigo! Curitiba merece nossos melhores esforços.

Gostaria de agradecer, também, muito especialmente às amigas Marilena Wolf de Melo Braga e Bebeti Mader do Amaral Gurgel e ao amigo José Aparecido Fiori, antes "faceamigos", atualmente amigos, autores, cúmplices...

Dentre os autores participantes, destaco o empenho e dedicação de Eugênia Piccone, Eliete Maceno, Ivone Lange e da querida Maria Sampaio. Lógico que não posso expressar em palavras a minha gratidão ao apoio e amizade incondicional e constante da amiga Neyd Montingelli, sempre presente e sempre 10! O mesmo caso dos amigos e exemplos de luta, Valmor Weiss, José Bonatto, Sadi Franzon e Paulo Silva. Além, é claro, dos autores Marcelo Guimarães e Carlyle Popp que ajudaram a abrilhantar a festa.

Com o perdão da metáfora, construímos mais uma ponte entre a cultura e a sociedade! E tenho orgulho disto. Agradeço à cobertura jornalística da TV “e-Paraná” e dos diversos jornais lá representados por seus brilhantes e atuantes jornalistas.

Forte abraço,

Anthony Leahy - Editor
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INSTANTÂNEOS ETERNIZADOS!
Marcos Cordiolli - Presdente da Fundação Culltural de Curitiba, Secretário de Cultura -  a atriz e palestrante Isadora Ribeiro, a escritora Maria Sampaio eo editor Anthony Leahy


 Jornalista e escritora Bebeti Mader do Amaral Gurgel, Editor Anthony Leahy, Escritora Eugenia Piccone, Escritora Eliete Maceno Novak e marido


 Escritora Eugenia Piccone e o Vereador Prof. Galdino
 Eugenia Piccone, Eliete Maceno e amiga
 Anthony Leahy, Egenia Piccone, Eliete Maceno e marido
 Bebeti Mader do Amaral Gurgel e Anthony Leahy
 Paulo Silva, Roza de Oliveira e marido, Anthony Leahy
 Ivan Winter, José Bonatto e Anthony Leahy
 Anthony Leahy, Neyd e Tadeu Montingelli
Escritoranara Francisco, Anthony Leahy e Luiz França
 Anthony Leahy, Escritor Marcelo Guimarães e família
 Anthony Leahy e a Escritora e Jornalista Marilena Wolf de Mello Braga
 João Carlos Ribeiro, presidente do Graciosa Country Club, e o casal  Marlene e Valmor Weiss, 
 Anthony Leahy e a Escritora Carolina Vila Nova

www.institutomemoria.com.br