quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ESPETACULAR LIVRO LANÇADO NO V LITERATYBA: À Procura do Sentido Inteligente no Movimento...

Capa do livro: À Procura do Sentido Inteligente no Movimento..., Homar PaczkowskiÀ Procura do Sentido Inteligente no Movimento...
Nadia Bevilaqua Martins, 672 pgs.




   

SINOPSE
À Procura do Sentido Inteligente no Movimento... Trata da condução do pensamento no processo de evolução em que o ser humano está "lançado" - um processo que não se pode mudar. O Homem emergiu "no meio da Vida", do mundo natural. Há um antes e um depois, desconhecido... Ciência, Filosofia e Religião se debruçam, separadamente, sobre o mundo natural compondo entendimentos que constituem o mundo cultural. E, atualmente, abrem mais fendas do que conseguem fechar.

Este livro tenta encontrar, sob um novo olhar, o "conatus" - o sentido inteligente, cogente, inevitável, que liga os dois mundos. Nada existe isolado no Cosmos! Mas "ângulos do olhar divergem", posicionados pela individualidade do ser movido por ritmos diferenciados correspondentes à racionalidade-temporalidade de cada época. E a interpretação do sentido se obnubila e pode desviar... Desviada está!

Esta geração precisa reencontrar o sentido, o ritmo inteligente da Vida em evolução, para se colocar a altura dos desafios que se complexificam pela própria turvação da intelecção. Como? A reflexão crítica contida nesta obra esclarece.

Não há realidade concreta sem pensamento abstrato.

V LITERATYBA - SUCESSO ABSOLUTO! LIVROS E AMIGOS PELA CULTURA NACIONAL.

Foi mais uma noite de festa entre livros e amigos. Nestes últimos 3 anos tenho o orgulho de ter realizado uma média de 1 evento por mês, entre o Instituto Memória e o Juruá Semeando Livros. No V LITERATYBA foram  entregues à sociedade mais 12 obras dos autores: Nádia Bevilaqua Martins, Wilson Alberto Zappa Hoog, Everson Luiz Breda Carlin. Hália Pauliv de Souza e Iara Mellegari. Casa cheia e feliz em uma típica noite curitibana, ou seja, fria! Adoro. 

Estes eventos são como festas de aniversários onde comemoramos entre nossos amigos e familiares o nascimento de mais uma obra. Talvez, um "debut" onde apresentamos nossa obra à sociedade para que tenha vida própria nas mãos de cada leitor. Vêm de nós mas não para nós, já disse Gilbram. Pois é! 

O Autor Jocelino Freitas e esposa; Editor Ernani Pacheco e esposa; Editor Anthony Leahy; Jornalista Willy Schumann; Autora Adélia Woellner

Além do lançamento das novas obras tive a honra de entregar os Certificados de Responsabilidade Cultural SEMEADOR DE LIVROS E AMIGOS para importantes colegas de luta, amigos comprometidos com a cultura nacional de qualidade: Aladim Luciano - Alessandro Casagrande - Willy Schumann - Jocelino Freitas - Luiz França - Leon Knopfholz - Adélia Woellner - Neyd Montingelli. 

Certificado de Responsabilidade Cultural 
SEMEADOR DE LIVROS E AMIGOS

Obrigado às mais de 200 pessoas presentes que enobreceram e engrandeceram a festa. Haja vinho! O nome do local é apropriadamente Palacete e cada autor era parte da família real e generosa que deixa às futuras gerações um legado. Afinal o que não se compartilha, se perde! E Lembre-se que sem livrarias e editores sempre existirão autores, mas sem autores...

O VI LITERATYBA ACONTECERÁ NO PRÓXIMO DIA 30/10/12. SINTAM-SE TODOS CONVIDADOS.

domingo, 23 de setembro de 2012

VOCÊ CONHECE A SUA REAL CAPACIDADE?

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.
- O senhor vê aquela vaca ? – disse o homem. Dela tiramos todo o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo :
- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.
O discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre ! Como pode ser tão ingrato ? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem !
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem :
- Vá lá e empurre a vaquinha.
Indignado porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso.
Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família, pedir desculpas.
Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora.
Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo.
Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá...

- Claro que sei. Você está olhando para ela.

Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse :
- Mas o que aconteceu ? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo ?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu :
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos o nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

PORTUGUÊS SEM MISTÉRIO... NÃO EXISTE! DICAS DO EDITOR.

 
Finalmente estou terminando o meu mais novo livro. Os outros 11 são sobre a História e crônicas curitibanas. Dediquei-me esses últimos 12 anos a este namoro com Curitiba o que legitimou-me como CURITIBAIANO. E colhi bons e gratos frutos que posso sintetizar com o título de CIDADÃO HONORÁRIO DE CURITIBA, entre os mais de 30 prêmios que orgulhosamente ganhei.

Mas, agora, mudei o foco: PORTUGUÊS! 

Anunciei o lançamento e não consegui terminar, ou melhor, faltava algo que o legitimasse. Não sabia entender o quê... talvez o fato de não ser professor de Português... Mas, agora, entendi o que faltava: o contexto. Não sou professor de português e nem um grande entendido, mas trabalho com a nossa língua diariamente. Então, diante do reconhecimento das minhas limitações nos usos das palavras e do contato diário com as limitações dos outros, de várias classes sociais e profissionais, surgiu este livro!

PORTUGUÊS SEM MISTÉRIO... NÃO EXISTE! DICAS DO EDITOR. 

Entre Coordenador de projetos editoriais e Editor já são mais de 20 anos - e quase 500 títulos de livros e mais de 20 revistas e jornais - de exercício deste prazer de semear livros e amigos. 20 felizes anos onde travei contato com tudo e todos. Já avaliei desde livros de demonismo e Guias de como enriquecer até grandes livros de poesia e romances, e posso destacar uma característica muito comum a todos: os escorregões no Português. Este livro trata, de forma prática e divertida, dos erros mais comuns que tenho visto e colecionado, até para evitá-los.

EM BREVE...

DICA DO EDITOR: Gratuito ou Gratuíto?

É comum ouvirmos as pessoas pronunciarem o “i” da palavra “gratuito” com maior intensidade (tônico, forte). Exemplo: Fazendo a matrícula, o material didático é gratuito.

BEM, levando em consideração as regras de acentuação gráfica do Português do Brasil, o “i” dessa palavra obrigatoriamente receberia um acento agudo (gratuíto). E NÃO LEVA! 

VEJA: se o “i” fosse tônico, também teria que ser acentuado porque constituiria um “hiato” (encontro entre duas vogais, pronunciadas em sílabas diferentes, uma imediatamente seguinte à outra); e assim entraria na regra de acentuação dos hiatos: “acentue o i e o u tônicos, quando forem a segunda vogal do hiato: saída, saúde.”

OU SEJA: a palavra gratuito é paroxítona. Assim não deverá ser acentuada e deverá ser pronunciada com a tonicidade na sílaba tui (gra-tui-to). A palavra gratuito deverá ser pronunciada como as palavras circuito, fortuito, intuito, sendo a vogal u a vogal tônica.

DICA DO EDITOR: Dúvida Cruel: esse, este ou aquele?

“Esse”, “este” e "aquele" são pronomes demonstrativos que têm formas variáveis de acordo com o lugar e o tempo. 

a) Esteesta isto são usados para objetos que estão próximos do emissor da mensagem, ou seja, de quem fala. Em relação ao tempo, é usado no presente ou futuro imediato. Exemplos: Este brinco na minha orelha é meu. Este mês vou comprar um sapato novo. Isto aqui na minha mão é de comer?

b) Esseessaisso são usados para objetos que estão próximos do receptor da mensagem, ou seja, de quem escuta. Em relação ao tempo é usado no passado próximo ou futuro. Exemplos: Quando comprou esse brinco que está na sua orelha? Esse mês vai ser de muita prosperidade! Isso que você pegou na geladeira é de comer?

C) Aquele, aquela, aquilo são usados para objetos longe do emissor e do receptor. Em relação ao tempo é usado no passado. Exemplo: Aquela casa antiga por onde passamos todos os dias será demolida amanhã. 

IMPORTANTE: 
1ª pessoa: este, esta, isto 
2ª pessoa: esse, essa, isso 
3ª pessoa: aquele, aquela, aquilo.

PARECE SIMPLES MAS NÃO É! 

sábado, 22 de setembro de 2012

ECA ! As 10 comidas mais exóticas do mundo. Vai encarar?

Não há dúvidas de que o mundo todo guarda, em sua cultura, os alimentos mais exóticos que possa se imaginar. Tudo devidamente contextualizado dentro da história de um povo. Mas comida exótica não é sinônimo de comida ruim; é apenas uma questão de hábitos e culturas locais. Se você é uma daquelas pessoas que olha feio para uma dobradinha, não consegue aceitar a idéia de comer um gostoso Sarapatel e separa o rabo, orelha e o focinho da feijoada, veja e repense!.
Vamos a lista das 10 comidas mais exóticas do mundo..
1. CARANGUEJEIRA FRITA
País/Região – América do Sul, sul da África, Austrália
É preciso muita coragem para mandar esse bichão peludo para dentro, certo? Mas no caso da caranguejeira ou tarântula, as aparências enganam. Apesar de pavorosa, a espécie não é venenosa – e é a mais consumida no mundo por ser maior que as outras aranhas. A parte mais cobiçada é o abdômen do aracnídeo. É lá que fica a maior parte da carne – na cabeça estão as vísceras e no restante do corpo não há muito mais o que comer.
Curiosidade – Os maiores consumidores de caranguejeira são os índios na América do Sul e os aborígenes na Austrália.
2. CALDO DE TURU
País/Região – Brasil
O turu é um molusco de cabeça dura e corpo gelatinoso, tem a grossura de um dedo e vive em árvores podres, caídas. Consumido na ilha de Marajó e no interior da Amazônia vivo e cru, em caldo com farinha ou em moquecas, o bichinho é rico em cálcio e tido como afrodisíaco. O gosto é semelhante ao dos mariscos.
Curiosidade – O macaco-do-mangue também é um apreciador de turu. Os caçadores sabem disso e abusam, passando pimenta no molusco. Quando o macaco come o bicho, o ardor da pimenta desorienta o primata, tornando-o presa fácil dos caçadores.
3. CÉREBRO DE MACACO 
País/Região – África
Séculos antes do Indiana Jones, os africanos já cultivavam o costume de deglutir miolos de primatas. Anote o modo de preparo: primeiro, lave o cérebro (do bicho, claro) com água fria. Depois, acrescente vinagre ou suco de limão, retirando membranas e vasos sanguíneos da camada mais superficial. Conserve em salmoura e, finalmente, ponha a iguaria para cozinhar. Em todas as espécies de macaco, o órgão é rico em fósforo, proteínas e vitaminas.
Curiosidade – Prefere outros cérebros? Tente o de gorila, considerado afrodisíaco. Na áreas rurais da Europa, fazem algum sucesso os cérebros de porco, de cordeiro e de carneiro…
4. OMELETE DE LARVA DO BICHO-DA-SEDA
País/Região – Tailândia, China
Na China, as larvas são fritas com cebola cortada e um molho grosso ou misturadas em omelete com ovos de galinha. Se você não curtir a textura tenra do recheio, também dá para comer a crisálida, a “embalagem” da larva, que parece uma casquinha crocante tipo um salgadinho.
Curiosidade – Na Tailândia, depois de ser incluída na lista de comidas locais, em 1987, a crisálida do bicho-da-seda passou a ser adicionada às sopas na alimentação de crianças nas escolas tailandesas.
5. SOPA DE CACHORRO
País/Região – Coréia do Sul, Sul da China, Hong Kong
Eis o lado polêmico da diversidade cultural: para nós, ocidentais, comer esse prato é algo muito diferente. Mas, entre os coreanos, o cão é considerado bastante energético e, de acordo com a crença, melhora o desempenho sexual dos homens. Além da carne dos cachorros, a sopa leva legumes e tem um cheiro forte, principalmente por causa do tempero – em geral, especiarias como açafrão, cravo e canela.
Curiosidade – A venda da carne de cachorro já foi proibida por causa de protestos de protetores dos animais. Mas, em alguns países, a fiscalização é frouxa e muitos restaurantes continuam fornecendo o prato.
6. CANGURU AO VAPOR
País/Região – Austrália
O hábito de comer cangurus começou com os nativos australianos, que cortavam o animal em diversas partes e mandavam ver. Hoje em dia, a carne do bicho é picada e cozida em vapor, com a adição de bacon, sal e pimenta para dar um temperinho. Não sobra nada: até o rabo é aproveitado para fazer sopa! O gosto é comparado ao da carne de avestruz, uma carne vermelha bem forte.
Curiosidade – Os pratos feitos com canguru são vendidos em mais de 900 restaurantes, desde pizzarias até serviços de quarto em hotéis cinco estrelas.
7. MORCEGO À CAÇAROLA
País/Região – China, Vietnã, sudeste da Ásia
Os morcegos que fazem parte do cardápio humano são os que se alimentam de frutas. Escolhidos por não serem venenosos e por sua dieta saudável, os morcegos frutívoros têm baixo teor de gordura e uma carne cuja textura é comparada à dos frangos. Além da caçarola (um guisado com carne, vegetais e batatas), outras boas pedidas (quer dizer, boas pelo menos para os povos asiáticos) são a sopa e a lasanha de morcego.
Curiosidade – Os entusiastas da carne de morcego acreditam que ela aumenta a potência sexual masculina e as chances de ter uma vida longa e feliz.
8. FAROFA DE FORMIGA
País/Região – Brasil
O inseto aparece no cardápio rural brasileiro em certas áreas do Sudeste. A variedade preferida é o içá ou saúva – uma formiga que, dizem, tem um gosto parecido com amendoim. Além de consumida em farofas, ela também pode ser torrada com tempero ou congelada para comer durante o ano. E faz bem! Como vários outros insetos, as formigas são ricas em proteína, têm baixo teor de gordura e alto teor de fósforo.
Curiosidade – Do outro lado do mundo, os chineses usam formigas para fabricar um vinho que é útil no tratamento de reumatismo e no fortalecimento dos músculos e ossos.
9. FILÉ DE PEIXE VENENOSO
País/Região – Japão
O tal peixe venenoso é o fugu ou baiacu, que tem muita tetrodotoxina, um veneno dez vezes mais forte que o cianeto. Para que a iguaria não mate ninguém, o chef retira uma bolsa perto das brânquias com o veneno. Depois, ele fura a bolsa e espalha sobre a carne do peixe uma pequena dose da toxina, para provocar um certo “efeito alucinógeno” em quem come!
Curiosidade – Por causa dos riscos da ingestão do alimento, os cozinheiros e chefs de restaurantes são exaustivamente treinados até ganharem o aval para preparar o fugu para consumo. Mesmo assim, cerca de 20 pessoas morrem por ano, intoxicadas pelo veneno do peixe!
10. ESCORPIÃO FRITO
País/Região – Cingapura
O escorpião não é venenoso? É, sim, mas como ele é cozido antes de ser frito em óleo, as altas temperaturas do preparo desencadeiam uma reação química que neutraliza o veneno. Aí, é só deglutir o bichão – inteiro mesmo, das garras até a cauda. A espécie preferida é o escorpião-negro, que é maior e tem menos veneno que o escorpião-marrom.
Curiosidade – O escorpião é um prato admirado pela maioria dos povos asiáticos. Grande parte dos países do continente degusta o pestisco usando hashi, esse par de varetas usado para levar a comida à boca.
fonte: adoroviagem.uol.com.br,  mundoestranho.abril.com.br