terça-feira, 14 de agosto de 2012

ORAÇÃO DE GAÚCHO!



Quem passou pela vida em branca nuvem,
E em placido repouso adormeceu;
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu,
Foi espectro de homem, não foi homem,
Só passou pela vida, não viveu.

FRANCISCO OCTAVIANO

INDICAÇÃO DO EDITOR: NEUMAR CARTA WINTER

Capa do livro: Reforma Ortográfica - Adaptada à 5ª Edição 2009 do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa
Reforma Ortográfica - Adaptada à 5ª Edição 2009 do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa
Neumar Carta Winter, 2ª Edição - Revista e Atualizada - 2009, 116 pgs.
Publicado em: 12/6/2009
ISBN: 978853622421-3
Preço: R$ 19,90
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Capa do livro: Hífen - Dos Compostos
Hífen - Dos Compostos
Neumar Carta Winter, 142 pgs.
Publicado em: 30/7/2010
ISBN: 978853623035-1
Preço: R$ 34,70
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PIRAÍ DO SUL!

Capa do livro: Crônicas e Contos – Piraí do Sul - Semeando Livros, Sadi FranzonCrônicas e Contos – Piraí do Sul - Semeando Livros
Marcelo Zanello Milléo, 536 pgs.
Publicado em: 31/7/2012
Editora: Juruá Editora
ISBN: 978853623887-6
Preço: R$ 134,00

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.           
SINOPSE
Este livro traz uma série de crônicas, contos e fatos históricos vivenciados na cidade de Piraí do Sul, município paranaense. Algumas fazem parte do imaginário, mas muitas são histórias resultantes de longas pesquisas em documentos de acervo de Igrejas e do Município, portanto, verdadeiras. Mas todas compõem o patrimônio histórico da cidade, que vale a pena ser registrado.

O mundo mudou. Os valores são outros. Piraí do Sul é um município de formação antiga. Da rota dos tropeiros. Que ao pé daquelas fogueiras em noites de descanso ouvia-se de tudo, do homem rude, de temperamento forte, que com a experiência que a vida de lhe deu, contribuiu para a formação da nossa cultura. Perdê-la significa, além de apagar os rastros, dizimar o futuro.
CURRÍCULO DO AUTOR
Marcelo Zanello Milléo Nasceu em Piraí do Sul - PR, formou-se em Economia e Contabilidade pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. Especializou-se em Auditoria Pública pelo Instituto Brasileiro de Administração Pública - RJ. Pós-graduado em Finanças Públicas pela Fundação de Estudos Sociais do Paraná, aperfeiçoou-se em Economia pela Fundação Getulio Vargas, dentre diversos outros cursos ligados a área contábil.
Aposentou-se como Auditor Público pelo Município de Piraí do Sul - PR. Foi Prefeito da cidade por duas vezes entre os períodos de: 1983 a 1988 e 1993 a 1996, realizando uma administração que o pontua como excelente gestor, principalmente pela exação e probidade com o trato do erário público.
Atualmente exerce a função de Auditor na área pública. Tem diversos trabalhos publicados em jornais e revistas.
É empresário rural, lutando pelo desenvolvimento da área ligada às integrações privadas. Sempre teve gosto pela leitura, acumulando grande acervo literário, peças e equipamentos históricos de cinema e fotografia, possuindo vasto acervo fotográfico da região.

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Capa do livro: Fundação e Evolução de Piraí do Sul - PR, George SchpatoffFundação e Evolução de Piraí do Sul - PR
Marcelo Zanello Milléo, 170 pgs.
Publicado em: 30/4/2002
Editora: Juruá Editora
ISBN: 853620048-0
Preço: R$ 39,90

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.           
SINOPSE
O mundo, em nossa concepção, mesmo um paraíso, não teria maior valor se nele não participasse o homem. Se o Criador fez primeiro todas as coisas e por último colocou o homem, pode-se supor que Sua Intenção era fazê-lo, num primeiro momento: estranho, num segundo: descobridor e por último: posseiro. Assim aconteceu com o Planeta no geral e em Piraí do sul no particular. Aos dois primeiros representantes do Homo Sapiens nesta terra: O índio Caingangue e o conquistador português dedicamos nosso exaustivo trabalho. Ao índio porque foi o primeiro a vê-la, possuí-la, amá-la e defendê-la. Ao segundo porque, apesar dos seus erros e da sua violência, soube conquistá-la e também amá-la, possuiu-a pela força, mas aos poucos, generosamente, deixou-a livre para que todos a amassem.
CURRÍCULO DO AUTOR
Marcelo Zanello Milléo foi Prefeito Municipal de Piraí do Sul nos períodos de 1983 a 1988 e de 1993 a 1996, realizando excelentes trabalhos sob a ótica pública. Atualmente exerce a função de Auditor Público. Tem inúmeros trabalhos publicados e divulgados pela imprensa escrita e falada. Como empresário rural, luta constantemente pelo desenvolvimento da área.

EDITOR DA ÁREA CULTURAL! hehehehehe

 
PREFIRO MORRER EM PÉ DO QUE VIVER DE JOELHOS!

LINGUAGEM: Como já disse Stanistaw Ponte Preta: “quem gosta de doce-de-coco sabe a importância de um circunflexo”


SDS!

É muito comum escutarmos críticas à forma abreviada que os jovens usam na comunicação via internet. Mas será que isto é novo? A internet, principalmente via salas de bate-papo, exige uma comunicação rápida para não cansar os envolvidos na conversa.

A telefonia celular difundiu o envio de mensagens SMS – conhecidas por "torpedos". Mandam-se mensagens de qualquer lugar e a qualquer hora. Mais uma vez, as limitações tecnológicas – neste caso, o tamanho da tela do aparelho e a funcionalidade do teclado – influenciam a estrutura da língua utilizada: quanto menos caracteres utilizados, mais espaço para a mensagem e mais ágil e fácil enviá-la.

A regra da natureza aplica-se neste caso: adaptação é sobrevivência! Então, é natural que as pessoas abreviem palavras muito recorrentes de forma a agilizar a digitação e por conseqüência a comunicação em si. Mas, nas antigas salas de aula, onde o professor ditava e os alunos copiavam, quem não usou abreviações?

A proliferação de abreviaturas, hoje característica comum às variedades de ambientes virtuais, não é novidade e já aconteceu em vários outros períodos históricos, mais especificamente, na Idade Média, também motivada por pressões decorrentes da tecnologia da época. Antes da invenção da imprensa, o trabalho de divulgação e reprodução do conhecimento era feito pelos monges copistas, nos mosteiros medievais. A tarefa árdua da cópia fez com que se desenvolvesse o hábito das abreviações.

E os telegramas e os telex (“vg” para vírgula; eh para é...)? Eram ou não eram uma linguagem à parte? Isto sem falar nos dialetos fechados como a “língua do P”...

O internetês não representa uma ameaça ao idioma. Bobagem! No passado a grafia do “caipirês” de Chico Bento, personagem de Mauricio de Sousa, também foi atacado pelo risco de ensinar errado às crianças... Não aconteceu!

A língua é viva e sócio-historicamente construída. A linguagem, como espelho da vida social, ajusta-se ao momento, aos meios, à tecnologia. Tudo que não se adapta aos novos contextos é extinto. Seja animal ou linguagem. Gosto de pensar na Linguagem como uma roupa: cada ambiente pede a sua. Reconhecer e respeitar isto é inteligência e bom senso.

Ou você ainda fala Vossa Mercê em vez de você? Começou de uma expressão bem maior, que era "vossa mercê", um tratamento mais respeitoso. Depois foi "vosmecê", "você" e hoje já usam intensamente o "cê”.

Cabe às escolas entenderem esta dinâmica e propor uma educação efetivamente libertadora que permita o desenvolvimento do senso crítico e o discernimento. Tal e qual tudo mais na sociedade, devemos ensinar uma etiqueta lingüística: o que falar, onde falar, como falar!

Bjos!

2a. RECEITA RECEBIDA: FRANGO COM QUIABO

Estou estruturando um livro onde pretendo colocar as receitas prediletas das famílias paranaenses. Cada participante poderá enviar até 3 receitas representando a sua família. Se publicado levará o seu nome na receita. O livro será dividido em 3 partes: 

ENTRADAS E PETISCOS - ALMOÇO E JANTA - LANCHES E SOBREMESAS

Quando pronto, o livro será lançado em um evento no Palacete dos Leões. 

1a. RECEITA: POLENTA COM GALINHA CAIPIRA 
2a. RECEITA : FRANGO COM QUIABO  

Maiores detalhes pelo e-mail:

semeandolivros@jurua.com.br