segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

DESTAQUE DO EDITOR: Juiz lança livro em evento beneficente

Cabeça nas nuvens, Pés no chão
Autor: Weliton Carvalho
Páginas: 64 pgs.
Ano da Publicação: 2012
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 22,90

O juiz de Direito Weliton Carvalho, maranhense de Bacabal,  promoveu o lançamento de mais um trabalho literário, desta feita a obra infanto-juvenil Pés no Chão, Cabeça nas Nuvens. Será a segunda obra voltada ao público infantil e juvenil que o magistrado lançará. Ele tem outros trabalhos já produzidos.


Ontem, o juiz e escritor, que é membro da Academia Imperatrizense de Letras, demonstrou toda a alegria em poder apresentar este novo trabalho ao público local. “Não deixa de ser uma satisfação e alegria poder apresentar à sociedade imperatrizense este livro, que trata-se, na verdade, de um conto voltado às crianças até os 16 anos e com certeza será apreciado por adultos por se tratar de uma estória leve e até certo ponto engraçada”.

Outro ponto destacado pelo autor é que, ao lado do Instituto Memória e Editora, promoverá, além do lançamento, a doação do valor arrecado com a venda de setenta exemplares para a Casa da Criança, instituição que cuida de crianças abandonadas e vítimas da violência dos pais.

O evento de lançamento  reuniu juristas, empresários, educadores e profissionais liberais. “Quero aproveitar para agradecer o apoio e convidar a todos para participarem deste momento de grande importância, não só para mim, como autor, mas pelo que ele irá proporcionar às crianças assistidas na Casa”, convidou.

“Participe e transforme seus bons sentimentos em boas ações, pois só ações fazem a diferença e podem modificar o mundo”, diz  Anthony Leahy, editor.

O quê?
Pés no chão, Cabeça nas Nuvens
Autor: Weliton Carvalho
Páginas: 64
Ano de Publicação: 2012
Editora: Instituto Memória


FONTE: 
http://www.oprogresso-ma.com.br/noticiario/14578/cidade/2012/12/13/juiz-lanca-livro-em-evento-beneficente/

DESTAQUE DO EDITOR: VALMOR WEISS


O Prisioneiro da Cela 310

“Valmor Weiss – O Prisioneiro da Cela 310”, escrito pelo jornalista Milton Ivan Heller. A biografia autorizada narra a história do menino pobre e encapetado que passa por dificuldades, entra para o exército, é preso pela ditadura militar e acaba se tornando um dos empresários mais bem sucedidos de sua geração. Além disso, a biografia do empresário Valmor Weiss, que chega este mês às livrarias, traz ainda uma análise crítica de um período da história nacional que os jovens não conhecem, e os mais velhos começam a esquecer. O selo é do Instituto Memória – organização dedicada ao resgate da identidade paranaense. O concorrido coquetel foi no Palacete dos Leões.
 Valmor Weiss receber o empresário Edgard Pimentel e o industrial Carlos Alberto da Silva
O casal Marlene e Valmor Weiss, com o editor da Anthony Leahy, do Instituto Memória Editora e Projetos Culturais, que recebeu no evento o título de Cidadão Honorário de Curitiba.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Oscar - Mão Santa do basquete - parabeniza ao Instituto Memória!

 " Parabenizo ao Instituto Memória que prega a democratização do saber através dos livros para formar cidadania e colher futuros."

Não existe fórmula mágica para o sucesso. Nem "mão santa" ou "milagrosa".
Somente muita dedicação, sacrifício e empenho pelo sucesso, pela realização
do sonho. Você está disposto a pagar o preço do sucesso?
Treinar enquanto os outros se divertem?
Abdicar da diversão e de uma vida normal em prol de um
 sonho? Tem certeza?

Acredito ser esta a obrigação de cada um de nós, brasileiros, famosos ou não, num país onde existe até classificação de analfabetos, entre funcionais ou não. Temos, sim, que ler e incentivar, cada vez mais a leitura, principalmente para os jovens. Somente assim eles terão possibilidade justas de competir e vencer, assumindo os seus lugares como agentes construtores de um novo amanhã mais justo e digno. 

Livros por um mundo que caiba todo mundo.

Oscar Schmidt

Oscar Daniel Bezerra Schmidt - Um dos maiores colecionadores de recordes do esporte mundial. Ao longo de 32 anos nas quadras, Oscar conquistou a admiração dos fãs e de astros da NBA, como Magic Johnson e Kobe Bryant. No Brasil, mais do que um atleta vitorioso, ele é um referencial de luta e persistência. Atualmente profere palestras motivacionais em empresas.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Jornalista Aroldo Murá fala do relançamento do livro de Ubiratan Lustosa pelo Instituto Memória

Existem dois tipos básicos de editores: os vocacionados e os empreendedores. Os vocacionados focam seus esforços em servir à sociedade e os empreendedores em se servir dela. Para o vocacionado livro bom é livro bom, enquanto para o empreendedor livro bom é livro que vende. Lógico que o sonho do vocacionado é publicar livros bons e que vendam, mas não limitam o livro a seu desempenho comercial. Confesso-me um editor vocacionado. Sei que meu gerente do banco preferia que eu fosse empreendedor, mas, felizmente tenho muita estrada e muito pó na luta por dar Vez e Voz à cultura nacional. Por isto, este retorno não tem preço e a minha alegria e honra é incomensurável de tão plena e grande. Já lancei 3 livros do Bira e agora tenho a honra de lançar o quarto. Anthony Leahy
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O Rádio do Paraná: Fragmentos de sua História
Autor: Ubiratan Lustosa
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 75,00

Adiciona a cesta de compras 
Raia, Setra, Sapecada e Outras Narrativas Curitibanas!
Autor: Ubiratan Lustosa
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 35,00

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Trilogia do Amor no Parque e outras poesias paranaenses
Autor: Ubiratan Lustosa
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 30,00

PERSONALIDADES CONFIRMAM A PARTICIPAÇÃO NA COLEÇÃO RUMOS - LIVRO I: E AGORA?


Senador Álvaro Dias

Psicologa Lígia Guerra – Escritora e Consultora da RPC/Rede Globo

Professor Marcos Meier –Escritor e Consultor da RPC/Rede Globo

Marcos Cordiolli – Presidente da Fundação Cultural de Curitiba 

Anthony Leahy – Escritor e Editor

Eloi Zanetti – Escritor e Publicitário

Helio Pugliesi – Jornalista e Professor UFPR

Jocelino Freitas – Escritor e Advogado

Neyd Montingelli – Escritora e Palestrante

Willy Schumann  – Escritor, Jornalista e Cineasta

Carlos Fernando Mazza – Ator e Jornalista

CADÊ VOCÊ?

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

UBIRATAN LUSTOSA E INSTITUTO MEMÓRIA LANÇARÃO EM MARÇO A SEGUNDA EDIÇÃO DO LIVRO "NOSSO ENCONTRO - CRÔNICAS SELECIONADAS"

Em 1948 comecei a escrever crônicas, inicialmente para a Rádio Marumby e, anos depois, para a Rádio Clube Paranaense. Não parei mais. Em 1984, em comemoração ao 60º aniversário de fundação da Rádio Clube, foi publicado o livro “NOSSO ENCONTRO” (Editora Vicentina) contendo cento e cinco dessas crônicas compartilhadas em seu exercício profissional como Radialista.

Agora, já pelo Instituto Memória, ofereço a vocês a nova edição do livro, após selecionar as que tiveram mais aceitação por parte dos leitores, dos ouvintes de Rádio, dos visitantes do meu site e dos meus amigos nas redes sociais.

Ubiratan Lustosa

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OBRAS DE UBIRATAN LUSTOSA PUBLICADAS PELO INSTITUTO MEMÓRIA:

O Rádio do Paraná: Fragmentos de sua História
Autor: Ubiratan Lustosa
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 75,00

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Raia, Setra, Sapecada e Outras Narrativas Curitibanas!
Autor: Ubiratan Lustosa
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 35,00

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Trilogia do Amor no Parque e outras poesias paranaenses
Autor: Ubiratan Lustosa
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 30,00

Médicos revelam que eutanásia é prática habitual em UTIs do país

Eutanásia: Sim ou Não? - Aspectos Bioéticos
Autor: Waldo Robatto
Páginas: 90 pgs.
Ano da Publicação: 2008
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 35,00

Apesar de ilegal, a eutanásia --apressar, sem dor ou sofrimento, a morte de um doente incurável-- é ato freqüente e, muitas vezes, pouco discutido nas UTIs de hospitais brasileiros. Dezesseis médicos ouvidos pela Folha confirmam que hoje o procedimento é comum e vêem a eutanásia como abreviação do sofrimento do doente e da sua família.

Entre eles, há quem admita razões mais práticas, como a necessidade de vaga na UTI para alguém com chances de sobrevivência, ou a pressão, na medicina privada, para diminuir custos.

Há nove anos, quando a "boa morte" foi proposta por meio de projeto de lei no Senado, houve debate, e médicos relataram com destaque o dia em que aliviaram o sofrimento de pacientes.

A proposta caducou, mas ainda discute-se o assunto por meio do projeto de reforma de Código Penal, que se arrasta na Câmara.

Nos conselhos regionais de medicina, a tendência é de aceitação da eutanásia, exceto em casos esparsos de desentendimentos entre familiares sobre a hora de cessar os tratamentos.

"Vamos deixá-lo descansar". É assim que o médico avisa a família e dá início ao fim do sofrimento, diz o infectologista Caio Rosenthal, um dos conhecidos defensores da eutanásia quando não há mais recursos de tratamento.

Médicos e especialistas em bioética defendem, na verdade, um tipo específico de eutanásia, a ortotanásia, que seria o ato de retirar equipamentos ou medicações que servem para prolongar a vida de um doente terminal. Ao retirar esses suportes de vida, mantendo apenas a analgesia e tranqüilizantes, espera-se que a natureza se encarregue da morte.

Difere, portanto, da chamada eutanásia ativa, em que há ação direcionada para matar, como a administração de um veneno, como em "Mar Adentro", do espanhol Alejandro Amenábar, concorrente ao Oscar de filme estrangeiro e que estreou neste fim de semana em São Paulo.

Para o patologista Marcos de Almeida, é hipocrisia negar que a eutanásia seja praticada em UTIs brasileiras, onde é freqüentemente utilizado um coquetel de sedativos batizado de M1. "É feito de monte. O doente está em fase terminal, não se beneficia mais com a analgesia, o médico vai e aumenta a dose de sedação. Isso tem um efeito tóxico e vai levar o paciente à morte."

Ainda segundo Almeida, professor de bioética da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a palavra eutanásia ficou estigmatizada, e as pessoas têm medo de usá-la. Ele acha necessário que uma legislação estabeleça critérios e condutas éticas para uma morte sem sofrimento. "A morte é um preço que merece ser pago para o alívio da dor", afirma.

Sem dúvida

Um médico intensivista de São Paulo que não quis se identificar relata que teve de tomar a decisão sobre a eutanásia durante um plantão, sozinho.

"Tínhamos um jovem de 18 anos baleado que precisava de terapia intensiva. A UTI estava lotada e havia um doente terminal mantido vivo graças a suporte tecnológico. Não tive dúvida." Ele diminuiu o nível do aparelho que fazia o paciente respirar de forma artificial. A pessoa morreu algumas horas depois.

O médico intensivista José Maria Orlando, presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira, porém, nega que a eutanásia seja freqüente nas UTIs.

De acordo com Orlando, hoje, com a tecnologia dos aparelhos de suporte de vida, como o respirador artificial, fica praticamente indefinido o tempo pelo qual é possível manter tecnicamente vivo um doente em estado terminal.

Em razão da eutanásia ser considerada crime, ele diz que os médicos ficam reticentes entre deixar que pacientes sobrevivam nessa condição ou retirá-los dela para que morram brevemente. "O médico se vê sob a espada da Justiça."

No Estado de São Paulo, uma lei sancionada pelo então governador Mário Covas estabelece o direito de um doente terminal recusar o prolongamento de sua agonia e optar pelo local da morte. Covas, que morreu com câncer na bexiga, beneficiou-se dessa lei.

Segundo Marco Segre, professor de ética da Faculdade de Medicina da USP, a tendência é de aceitação da eutanásia em situações de doenças incuráveis. "A tendência é de não manter a vida a todo custo. Mas não podemos ir contra a lei", afirma Segre.

Na opinião do padre Leo Pessini, especialista em bioética, a tecnologia existente nas UTIs transforma os pacientes terminais em "cadáveres vivos". Pessini foi durante 12 anos capelão do HC de São Paulo. Atendeu a centenas de pacientes terminais que diziam preferir uma morte digna.

Prolongar artificialmente a vida também tem um custo alto para o sistema público, carente de vagas na UTI. Orlando diz que há pelo menos um paciente terminal em cada uma das 1.440 UTIs do país.
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FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO - 20/02/2005
CLÁUDIA COLLUCCI
FABIANE LEITE

da Folha de S.Paulo
ANTÔNIO GOIS
da Folha de S.Paulo, no Rio