terça-feira, 7 de agosto de 2012

ACORDA BRASIL!

"Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) demonstraram cansaço no terceiro dia do julgamento do mensalão. Fotos divulgadas na capa do site do jornal O Globo, do Rio, mostram um possível cochilo de Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes. "
Brasil,
Mostra a tua cara,
quero ver quem paga,

Pra gente ficar assim.


Brasil,

Qual é o teu negócio,
O nome do teu sócio,
Confia em mim.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

FRUTO OU FRUTA?

O fruto forma-se a partir do ovário maduro da flor e as sementes dos seus frutos.
Entre toda a grande variedade de produtos alimentares que a natureza nos oferece, nenhum é tão agradável à vista e ao paladar, nem tão salutar como a fruta.

Fruto: É um termo botânico que é aplicado ao órgão que tem como principal função disseminar sementes e proteger. Os frutos são derivados a partir da fecundação dos ovários das plantas com flores, sendo considerados estruturas típicas das angiospermas. Portanto pode se dizer que o termo “fruto” tem sentido técnico dentro da botânica.

Fruta: É considerado um termo popular aplicado aos frutos comestíveis e de sabor adocicado, tais como, uva, banana entre outros. Mas esse termo geralmente não é aplicado ao tomate, que mesmo sendo um fruto, mas possui sabor adocicado.

EMBORA tomates, pepinos e berinjelas sejam frutos do ponto de vista botânico, não se consideram frutas do ponto de vista alimentar, mas sim hortaliças. Esta classificação tradicional é um tanto arbitrária, pois os tomates, por exemplo, cumprem todos os critérios para serem considerados uma autêntica fruta.

CUIDE-SE! Mais barato do que consulta médica e mais gostoso do que remédio.

Capa do livro: Alimentação Infantil - Receitas Nutritivas e Equilibradas
Alimentação Infantil - Receitas Nutritivas e Equilibradas
Luciane Gonçalves de Lima, 2ª Edição, 176 pgs.
Publicado em: 29/5/2012
ISBN: 978853623808-1
Preço: R$ 39,90


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Capa do livro: Cadernos de Receitas da Amélia, Dos
Cadernos de Receitas da Amélia, Dos
Amélia Coelho, 2ª Edição - Revista, 230 pgs.
Publicado em: 9/11/2009
ISBN: 978853622489-3
Preço: R$ 49,70


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Capa do livro: Tudo Novo em Seu Corpo - Nutrição -  Volume I
Tudo Novo em Seu Corpo - Nutrição - Volume I
Eduardo Gomes de Azevedo, 210 pgs.
Publicado em: 25/10/2004
ISBN: 853620829-5
Preço: R$ 39,90
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Capa do livro: Tudo Novo em Seu Corpo - Atividade Física -  Volume II
Tudo Novo em Seu Corpo - Atividade Física - Volume II
Eduardo Gomes de Azevedo, 180 pgs.
Publicado em: 25/10/2004
ISBN: 853620830-9
Preço: R$ 39,90
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ENTERRO DE MOYSÉS LUPION


Após uma tranqüila campanha eleitoral, Lupion foi eleito com 91.059 votos contra 45.941 votos de Munhoz da Rocha. Ao chegar ao governo, Moysés Lupion já comandava enorme império econômico. Com trabalho e inteligência, seus negócios prosperaram de tal forma graças a investimentos industriais bem sucedidos. Nunca tivera qualquer preocupação política, pois sua atenção esteve sempre desviada para construção do sonho industrial que sempre o empolgou, conforme diria mais tarde em discurso no Estado. Estava, entretanto, diante de novo desafio. A tônica do seu discurso de candidato foi a de construir um Paraná maior. Ao empossar-se diria “O que temos para realizar excede as minhas forças pessoais, mais eu asseguro que será a hora em que possam falar os capazes de criar alguma parcela de bem comum”. Esse primeiro quatriênio foi brilhante e fecundo. Caracterizou-se por inteligente política de planejamento, de ocupação de esforços territoriais e de integração geo-econômica. O início da cafeicultura coincide com a expansão da indústria madeireira, atraindo para o Paraná, sucessivas correntes migratórias. O Estado experimentou notável avanço progressista. 
MOYSÉS LUPION Instituiu técnicas de planejamento governamental, desenvolveu profunda política municipalista, promoveu o parlamento intensivo da terra, fundou a Bolsa de Valores e a Bolsa do Café, duplicou o precário potencial elétrico do Estado, criou o Tribunal de Contas, desenvolveu o projeto da Capivari-Cachoeira, o aproveitamento do xisto-betuminoso, lançou a construção da Estrada de Ferro Central do Paraná, executou ambicioso plano rodoviário, escolas superiores, contribuiu decisivamente para a federalização da Universidade do Paraná, ajudou a instalação do Colégio Militar em Curitiba, doou área do Guabirotuba para edificar a Universidade Católica, entre outras obras de relevância. 
Senador em 1954, deputado federal em 1962, em todas as eleições deixou a marca de seu fascínio pessoal, espírito de tolerância, dotes de espírito. Em 1964, por ato do Comando Supremo da Revolução, teve seu mandato cassado e suspensos por dez anos seus direitos políticos. A própria CGI (Comissão Geral de Investigações) declarou, posteriormente, nada encontrar de concreto nas acusações. Foi também absolvido de todas as acusações que se lhe intentaram na Justiça. Retirou-se da atividade política, dedicando-se a construção de sua vida empresarial, no Rio de Janeiro. 

POSSE DE MOYSÉS LUPION

Moysés Lupion nasceu em Jaguariaíva, Estado do Paraná, a 25 de março de 1908, filho de João Lupion de Troya e Carolina Döepfer Wille Lupion de Troya. Estudou em sua cidade natal, Castro, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo. Nesta última formou-se em contabilidade pela Escola Álvares Penteado. Retornou ao Paraná e fixou-se em Piraí do Sul, onde iniciou suas atividades no comércio, indústria e agricultura. 
Lupion assegurou o desbravar do norte e do oeste do Estado, embora a turbulência desse processo colonizador e projetou estradas capazes de viabilizar um excelente plano viário. Na área social, a que deu ênfase, criou a Casa do Trabalhador, a Caixa de Habitação Popular, a Casa do Estudante Universitário e outras entidades similares. Politicamente, porém, Lupion não teve inspiração de manter a coligação, o que lhe foi fatal, já que, igualmente, não conseguiu eleger seu sucessor, o engenheiro Ângelo Lopes. Voltou ao Governo do Estado em 1955, beneficiado na campanha eleitoral pela divisão de forças que davam sustentação ao governador Bento Munhoz da Rocha Netto, que o sucedera anteriormente. Nada menos de cinco candidatos disputaram as eleições. Três eram originários do mesmo núcleo coligado: Mário de Barros, Othon Mader e Luiz C. P. Tourinho. Essa dispersão de forças facilitou-lhe o retorno, cuja votação de 185.108 votos contra 131.152 dados ao segundo colocado, Mário de Barros, dos Partido Trabalhista Brasileiro, reafirmava, contudo, a excelência de sua liderança pessoal. O segundo governo de Lupion foi extremamente tumultuado. Seus oposicionistas concentraram baterias no objetivo de desmoralizar suas estruturas. E não falharam nesse intento. Orquestraram de tal maneira essas críticas deixando a opinião pública em catarse. 
As investigações e inquéritos promovidos, mais tarde, durante o período revolucionário de 64, nada apuraram, embora o rigor da repressão. Não se pode ignorar o elenco de realizações dos seus dois períodos de administração pública. Dinâmico, modernizante, humano, alargou as fronteiras do desenvolvimento paranaense. 

O MUNDO É O QUE FAZEMOS DELE... POR AÇÃO OU POR OMISSÃO!


Os tão sonhados Século XXI e 3º Milênio chegaram! Já estamos entrando em 2012 e como foi rápido! E, diferentemente do preconizado pelas obras de ficção científica, em vez de tele-transportes e veículos voadores pessoais; em vez de maquinas do tempo e contatos com outros planetas; em vez da estabilidade gerada em laboratórios no Admirável (?!) Mundo Novo de Huxley temos a Guerra, a Fome, a Indiferença, a Intolerância ... e horrores velhos conhecidos da Humanidade.


Temos acompanhado, perplexos e passivos, a toda hora e em cada noticiário, o ódio e o seu filho primogênito, o terror! Vemos diariamente o orgulho aconselhando-se com a inveja, e esta se associando à perfídia! E as três, juntas, tecendo as rédeas da intriga e gerando mais ódio. Vemos o interesse deformando a verdade, torcendo as consciências e a covardia amordaçando as almas. Vemos o rancor gerando cólera; a cólera gerando violência; e a violência humilhando, escarnecendo e matando.


A Humanidade, paradoxalmente, faz a guerra em nome da paz; mata e persegue em nome de Deuses de amor, vida e compaixão; cria a tecnologia da comunicação e esquece-se de comunicar-se (“É terrível verificar que nossa tecnologia é maior que nossa humanidade.” já dizia Einstein.). Diminuímos as distâncias e nunca estivemos tão afastados ...


Temos que tomar consciência de que os tempos vindouros serão esculpidos pela nossa vontade e atitude!  Somos nós que damos, a cada segundo, a fisionomia do novo tempo. Ele é o nosso “ALTER-EGO”, nosso espelho do nosso querer, a nossa própria personalidade na expressão dos acontecimentos, bons ou maus, que suscitaremos no mundo, por ação ou omissão. Nada podemos esperar dele, visto que é ele que espera e depende de nós...


Lembremo-nos que, ofendendo ao nosso próximo, ofendemos a própria essência humana de que somos participantes. Portanto, todo crime contra um só homem é crime contra toda humanidade. E não existe crime maior e mais covarde do que a indiferença e omissão! Não é a violência dos poucos mas a omissão dos muitos que assusta...  Que nenhum homem se diga digno e justo enquanto existirem pessoas morrendo de fome ...


Temos que conseguir esculpir a cada novo tempo a silhueta de um novo futuro, mais humanizado e digno, com menos discursos e mais atitudes. Um futuro plural, onde a palavra-chave seja a tolerância e que consigamos gerar unidade na diversidade.

TERMO DE CAPITULAÇÃO DO CERCO DA LAPA, 
LOGO APÓS A MORTE DE GENERAL CARNEIRO.