domingo, 14 de outubro de 2012

“O que não se compartilha... se perde!”

Oh! Bendito o que semeia

Livros... livros à mão cheia...

E manda o povo pensar!

O livro caindo n'alma

É germe -- que faz a palma,

É chuva -- que faz o mar.

Duas necessidades essenciais dominam a existência do ser vivo: nutrir-se para viver no espaço; reproduzir-se para viver no tempo. Enquanto animal superior, os seres humanos também obedecem às essas premissas, porém dentro de um contexto mais amplo: Além de alimentar-se e reproduzir-se, sobrevivendo e perpetuando o seu DNA, precisa nutrir-se de informação para alimentar a sua civilidade e gerar conhecimento perpetuando sua visão de mundo.
Se a natureza fez-nos desprotegidos pelo instinto, brindou-nos com a capacidade de comunicação, produção e transmissão de conhecimento.  Somos o único animal que não vive aprisionado no eterno agora, subjugados ao meio ambiente. Muito pelo contrário, fazemos conexões intertemporais, refletimos e aprendemos. Somos criadores e criaturas. Somos agentes do nosso próprio destino, um ser inconcluso, em eterna autoconstrução. E neste processo, emprestamos sentido ao nosso agir e significação a tudo que nos relacionamos. Geramos o amanhã. Reinventamos o existir.
Este conhecimento sociologicamente construído e historicamente formulado tem como propósito atender às necessidades da vida no tempo e no espaço. Faz parte da nossa natureza o querer descobrir, o querer conhecer e o compartilhar. Precisamos saber! Negar-nos a possibilidade de aprender é negar-nos a própria condição humana. E na negação da condição humana surge a barbárie, a violência e todas as mazelas da sociedade.
A JURUÁ SEMEANDO LIVROS é um programa que busca incentivar a produção e democratização do saber como forma de promover o desenvolvimento humano e intelectual da sociedade. Temos o ser humano como ponto de partida e meta de todos os nossos esforços, respeitando a perspectiva do equilíbrio entre as necessidades humanas com o ecossistema do qual faz parte.
Acreditamos que a integração entre povos se constrói de forma ética e solidária a partir do resgate e convalidação das diferenças culturais como forma de fortalecer e enriquecer a própria humanidade. Somente a cultura permite quebrar preconceitos e superar barreiras ideológicas.
Defendemos que o livro, enquanto substrato da cultura é o instrumento mais eficaz para a democratização dos saberes, para a interação entre os povos e para a consolidação do desenvolvimento humanitário, técnico e científico que impulsiona o processo civilizatório.
Enxergamos que a dialogicidade que o livro estabelece, entre as diferentes culturas, permite a superação dos limites impostos pela geografia e pelas normas, viabilizando que a integração entre os povos se faça de forma ética e sustentável, formando indivíduos reflexivos e autônomos, comprometidos com os valores que lhe permitam alcançar seus objetivos sem ferir os valores do outro.
Sustentamos que os países são tão mais fortes e ricos, quanto mais cultos e autônomos são os seus cidadãos, verdadeiro capital estratégico.
Então, a partir do SEMEANDO LIVROS, damos Vez e Voz a cultura nacional e mundial, defendemos a pluralidade a partir do resgate e promoção das identidades, incentivamos o surgimento dos novos talentos e democratizamos, com a publicação de livros, o saber que promove a condição humana à sua verdadeira dimensão e dignidade.
Portanto, leia e incentive a leitura das obras Semeando Livros. Compartilhe o seu conhecimento publicando a sua obra. Coloque um expositor com as obras do Semeando Livros em sua livraria, papelaria, loja. São pequenas ações que fazem toda a diferença. Se cada um fizer a sua parte, geraremos uma grande corrente do bem, um círculo virtuoso na construção de um novo mundo. Um mundo em que caiba todo mundo. Vamos semear livros para colher humanidade.
As futuras gerações agradecem! Parafraseando o Mestre Rubens Alves: "Escrever é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra."

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Vejam o que SÓCRATES falava dos jovens:

Temos que tomar cuidado ao julgar a contemporaneidade! É desleal comparar uma atualidade real com passados idealizados e romantizados. Já notou que quase ninguém se refere aos próprio passado contando seus erros e problemas. São narrativas sempre de superação e heroicas  Afinal, como passou ninguém pode tirar a prova...

Outro grande problema é o moralismo. Moral, sim! Moralismo, Não! Para mim o moralismo é como um tapete onde se escondem as mais diversas perversidades humanas. 

Vejam o que SÓCRATES falava dos jovens:

Os jovens de hoje gostam do luxo.
São mal comportados,
desprezam a autoridade.
Não têm respeito pelos mais velhos
e passam o tempo a falar em vez de trabalhar.
Não se levantam quando um adulto chega.
Contradizem os pais,
apresentam-se em sociedade com enfeitos estranhos.
Apressam-se a ir para a mesa e comem os acepipes,
cruzam as pernas
e tiranizam os seus mestres.
SÓCRATES (470-399 A.C.)


Ou seja, nada mudou!

Prefiro a visão de Gibran Khalil Gibran

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O TRABALHO DA BORBOLETA

"Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.

Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.

O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.

Eu pedi Força...e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi Sabedoria...e Deus me deu Problemas para resolver.
Eu pedi Prosperidade...e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar.
Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar.
Eu pedi Amor... e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar.
Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo de que precisava."

DICA DO EDITOR: Direito e Literatura - O Encontro Entre Themis e Apolo

Capa do livro: Direito e Literatura - O Encontro Entre Themis e Apolo, Pedro Luís Piedade NovaesDireito e Literatura - O Encontro Entre Themis e Apolo
Coordenadores: André Trindade e Germano Schwartz, 338 pgs.
Publicado em: 10/10/2008
Editora: Juruá Editora
ISBN: 978853622182-3
SINOPSE
A obra ora apresentada ao público tem a seguinte pretensão: demonstrar a interdependência entre Direito e Literatura, e, portanto, entre Themis e Apolo. Os artigos compartilham de um estranhamento inicial: como reconstruir essa conexão? Suas angústias se transformaram nos textos que temos o prazer de trazer a baila como resultado de uma rede de pessoas preocupadas com o futuro da ciência jurídica.
CURRÍCULO DOS ORGANIZADORES
André Trindade é Mestre em Direitos Fundamentais – Ulbra; Presidente do Instituto de Teoria do Direito. Coordenador-adjunto do curso de Direito da Unopar; Advogado.
Germano Schwartz é Doutor em Direito – Unisinos; Professor do Mestrado em Direitos Fundamentais da Universidade Luterana do Brasil – Ulbra e do curso de Direito da Universidade de Passo Fundo – UPF; Professor da disciplina “Direito e Literatura” na Escola Superior da Magistratura do Rio Grande do Sul.
SUMÁRIO DA OBRA
Direito e Literatura: os Pais Fundadores John Henry Wigmore, Benjamin Nathan Cardozo e Lon Fuller - Arnaldo Sampaio de Moraes Godoy
Política e Literatura no Humanismo Jurídico Italiano do Século XX - Paolo Carta
O Direito como Arte e um de seus Expoentes: o Law And Literature Movement - Germano Schwartz
Era uma Vez o Direito: a Linguagem Jurídico-Artística - André Trindade - José Alexandre Ricciardi Sbizera
Direito e Literatura na Doutrina Medieval - Diego Quaglioni
De Qual Literatura Falam os Juristas? Observações sobre Algumas Respostas "Desilusórias" - Michele Carducci
A Literatura e o Direito nos Julgamentos: Uma Ponte a ser Cruzada - Elaine Harzheim Macedo
As Regras, a Razão e a Força. Sobre "O Senhor das Moscas", de William Golding - Juan Antonio García Amado
O Realismo Mágico do Estado Latino-Americano em Gabriel García Márquez David Restrepo Amariles
Aproximações Hermenêuticas entre Direito e Literatura: a Narratividade dos Princípios Constitucionais da Administração Pública - Leonel Ohlweiler
Individualismo e Direitos Fundamentais: Intersecções entre Direito e Literatura a Partir do Homem sem Qualidades, de Robert Musil - Ricardo Jacobsen Gloeckner
Albert Camus e o Processo Penal: Aportes Garantistas ao Interrogatório do "Estrangeiro" - Renata Almeida da Costa
Deslo(U)Cando O Processo Penal: Itinerários Kafkaescos - Augusto Jobim do Amaral
Kafka e a Tolerância Zero: Uma Abordagem da Política Criminal a Partir da Literatura - Alexandre Matzenbacher - Fernando Tonet
Direito, Subjetividade e Mundialização: Reflexões a Partir de o Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry - Albert Noguera Fernández
Entre os Véus de Themis e os Paradoxos de Janus: a Razão e o Caos no Discurso Jurídico, Pela Lente de Albert Camus - Ricardo Aronne
O Amor na Cruz: uma Prova no Dilema entre o Amor e a Justiça em A Letra Escarlate - Yu Xian

DICA DO EDITOR: Existem mais de 2.000 contradições na Bíblia!

Por que Deus suspenderia as leis da natureza? Para que Deus violaria as mesmas leis que ele criou? Para melhorá-las? Isto significaria que está mal feito? Ou quer dizer que Deus errou? Essas são algumas das dúvidas dos personagens do livro O Padre e a Judia. Nele, há informações, interpretações e reflexões sobre a Bíblia que são reconhecidas por boa parte dos cientistas, mas que não são reveladas aos fiéis. Apesar dos personagens e do enredo do livro serem fictícios, os dados geográficos e históricos como países, cidades, ruas e localidades bíblicas, são verdadeiros.
Independente de Maria Madalena ter sido ou não casada com Jesus, ao que tudo indica, a Igreja diminui o papel dela como discípula, inclusive retratando-a como uma ex-prostituta, o que não parece ter sido a crença dos primeiros cristãos. A ideia de Madalena como ex-prostituta é errônea e deve-se a uma má tradução. Ela era, na verdade, uma pessoa muito doente quando conheceu Jesus. Maria Madalena foi marginalizada, mas ela tem um papel extremamente importante. É a “apóstula da anunciação”.
Celibato não tem nada a ver com fé ou Deus.
O Diabo não existe. A creditar no diabo, depositar nele a confiança, em que isso pode ajudar a humanidade? Para a aproximar de Deus? Se isso acontece então o mérito é do diabo e não nosso.
Bíblia tem velhos paradigmas que devem ser interpretados corretamente para serem contextualizados nos dias atuais. Toda Bíblia é inspirada, mas não toda revelada. Existem mais de 2.000 contradições na Bíblia. Ela está repleta de lendas, mitos e fábulas. Na Bíblia, muitos textos têm moral, mas ela não é a história da moral. Foi escrita por gente, muita gente. Deus não escreveu nada!
Vocês acreditam em Adão e Eva? Que bobagem! Como a dor do parto pode ser resultado do pecado de Eva se outros animais sofrem no parto?
Eu prefiro pessoas que usam razão sem fé do que fé sem razão, que gera fanatismo e intolerância que sempre redundam em violência.
Jó? Por que Deus o fez sofrer com tantas desgraças? Deus e o Diabo apostando na fidelidade de um homem como em cavalos de corrida?
O pároco não deve ser gerente de lideranças, mas o motivador delas. Não é ele que deve pensar, tem que ouvir e olhar a causa e efeito da comunhão de lideranças. Deve estar aberto para uma melhoria continua e não permanecer num modelo arcaico ou ultrapassado que tende a afastar pessoas. Tudo evoluí, inclusive a Igreja deve evoluir. Não deve ter medo de mudanças, pois tudo é impermanente. A mudança é uma constante.

O Padre e a Judia: Um Romance Revelador
Autor: Elmo Heck
Páginas: 434 pgs.
Ano da Publicação: 2008
Editora: Instituto Memória
Preço: R$ 69,00

 
SINOPSE

"Não sou um padre rebelde, sou um padre que pensa"
Padre Elmo Heck - Autor
O PADRE E A JUDIA: UM ROMANCE REVELADOR
Apesar dos personagens e do enredo do livro serem fictícios, necessário para tornar a leitura agradável e acessível a todos, os dados geográficos e históricos como países, cidades, ruas e localidades bíblicas, são verdadeiros.
Por que revelador?
As informações, interpretações e reflexões sobre a Bíblia contidas neste livro são reconhecidas como verdade por boa parte dos cientistas Bíblicos... Por que nunca foram reveladas aos fiéis e debatidas com a sociedade ?  Medo da verdade e suas conseqüências?
Medo de perder fiéis e/ou mercado?
SOMENTE O CONHECIMENTO LIBERTA!

Ao ler, você terá o prazer e a responsabilidade de receber estas importantes revelações que mudará a sua maneira de ver a verdade, a sociedade, as religiões e a própria fé... Cada leitor vai descobrir e sentir as mesmas reações e dúvidas dos personagens do livro:

“Por que Deus suspenderia as leis da natureza?
Para que Deus violaria as mesmas leis que ele criou?
Para melhorá-las?
Isto significaria que está mal feito?
Ou quer dizer que Deus errou? "

Instituto Memória e a OAB-BA convidam para o lançamento do mais novo livro do prof. Enézio de Deus Silva Júnior


Capa do livro: Possibilidade Jurídica de Adoção por Casais Homossexuais, A - Conforme as Decisões do STJ (2010) e do STF (2011)
Possibilidade Jurídica de Adoção por Casais Homossexuais, A - Conforme as Decisões do STJ (2010) e do STF (2011)
Enézio de Deus Silva Júnior, 5ª Edição - Revista e Atualizada, 256 pgs.
Publicado em: 13/10/2011
ISBN: 978853623456-4
Preço: R$ 57,90
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Capa do livro: Regresso, O - Um Amor Censurado e Eterno Anseio Libertário
Regresso, O - Um Amor Censurado e Eterno Anseio Libertário
Enézio de Deus Silva Júnior e Patrícia Lacerda Trindade de Lima, 256 pgs.
Publicado em: 14/9/2011
ISBN: 978853623462-5
Preço: R$ 44,70
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Capa do livro: União Estável entre Homossexuais - Comentários à Decisão do STF face à ADI 4.277/09 e à ADPF 132/08
União Estável entre Homossexuais - Comentários à Decisão do STF face à ADI 4.277/09 e à ADPF 132/08
Coordenador: Enézio de Deus Silva Júnior, 366 pgs.
Publicado em: 3/5/2012
ISBN: 978853623764-0
Preço: R$ 99,90
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